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VÍDEO: Merval rodeia, vacila, até que não resiste, varre e passa pano

O porta-voz da Globo, Merval Pereira, mesmo sendo presidente da Academia Brasileira de Letras, ficou procurando palavras para passar pano para a turma da Lava Jato, que quis montar uma Fundação bilionária e ilegal com dinheiro repatriado dos desvios da Petrobras.

Merval e a Globo, assim como o ministro Barroso do STF, vão morrer abraçados à Lava Jato, porque, se assumem que Moro, o procurador de deus Dallagnol e os demais da República de Curitiba agiram de má-fé, em interesse próprio e do governo dos Estados Unidos, assumem ao mesmo tempo que:

  • não foram capazes de enxergar a farsa, o que mostra abissal incompetência;
  • colaboraram com divulgação, prêmios e convescotes para a farsa;
  • desfrutaram de prestígio, audiências, lucraram com palestras, graças a ela.

Pegar o dinheiro repatriado da Petrobras, que deveria ser entregue e administrado pelo governo eleito, representante legítimo do povo como acionista majoritário da empresa, para ser administrado pela turma da Lava Jato é, no mínimo, apropriação indébita, ou, na palavra direta do povão, roubo.

O resto é Merval Pereira passando pano de maneira vergonhosa e envergonhada, com o rabinho entre as pernas, quase pedindo desculpas por defender o indefensável.


"...propõe para não sei aonde, para quem, não sei, mas não é uma decisão de quem está lidando com o dinheiro. Eu acho que isso foi um erro deles, um erro de, assim, eu tenho a impressão de que não era, como o ministro Gilmar Mendes acusa e outros acusam, de roubo. Eu acho que era uma ideia megalômana, como você falou, de ficar livre para fazer as coisas da maneira como eles achavam que tinha que fazer, entendeu? Mas é um erro. "

"Ficar livre" para pegar dinheiro que não era deles "para fazer as coisas da maneira como eles achavam que tinha que fazer" não é só um erro, Merval, é roubo.





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Ali Kamel, se 'não somos racistas', por que Roberto Marinho usava pó de arroz para disfarçar sua tez mulata?

Ali Kamel, diretor de jornalisno da Rede Globo, escreveu um livro cuja tese principal se apresenta no título: "Não somos racistas".

No entanto, pelas palavras do jornalista Paulo Nogueira, que foi diretor editorial da Editora Globo, Ali Kamel teria todos os elementos para pensar justamente o oposto. Afinal, ele - como Paulo Nogueira - conviveu com Roberto Marinho, que, segundo Paulo Nogueira, "não se orgulhava de sua estatura, ampliada por saltos, e de sua tez mulata, na qual passava pó de arroz".

Será que Kamel imaginava que o pó de arroz não era fruto de um racismo introjetado por Roberto Marinho, mas, antes, nem complexo de inferioridade, nem pó de arroz era, e sim farinha de trigo, como passavam na tez os homens da corte do Rei Sol em França, pois era assim que Kamel via Roberto Marinho?

Mistérios...

O que sei, ainda segundo Paulo Nogueira, é que nas reuniões de que participou ele reparou que Kamel e Merval, o Imortal, Pereira "pareciam disputar entre si quem era campeão em pensar como a família Marinho pensa".