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Vote NÃO à privatização da Eletrobras na Consulta Pública aberta no Senado


Está aberta no site do Senado uma Consulta Pública sobre a privatização da Eletrobras. Temos que votar NÃO. É preciso fazer um pequeno cadastro apenas. Eu já votei. Vote também e compartilhe esta postagem com seus contatos.
 
 
Há poucos dias vimos o que a privatização causou à energia no Amapá. Temos o exemplo da Vale privatizada, com os crimes de Mariana e Brumadinho.
 
Será que nossas hidrelétricas resistiriam à privatização ou teríamos novos desastres, além do aumento da tarifa de energia?
 
Como mostra a imagem que ilustra a postagem, que é um print do meu voto, o SIM está vencendo. Corra lá.



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Reclamaram que governo só gastou 30% da verba da COVID. Agora Bolsonaro vai gastar os outros 70% em compras no Congresso


Esta semana explodiu a bomba: com a morte de mais de 85 mil brasileiros e mais de 2,3 milhões de infectados, falta de equipamentos, medicamentos e insumos básicos para o tratamento de doentes, o ministério da Saúde havia gasto menos de 30% da verba empenhada.

Bolsonaro, que de bobo não tem nada, está tratando de resolver o problema. Vai usar todos os 70% restantes em compras no Congresso, com a verba carimbada "COVID".

É o que se deduz de denúncia do senador Major Olímpio (PSL-SP), bolsonarista raiz, que anda decepcionado com Bolsonaro.

Durante o Jornal das Dez da GloboNews, na noite de quinta, o senador disse que  um representante do governo Bolsonaro ofereceu R$ 30 milhões em emendas parlamentares no Senado.
"No Senado foram oferecidos, sim, a inúmeros senadores, R$ 30 milhões para indicar nas suas bases políticas. Te mando a planilha com 11 itens e até com orientação para escrever na planilha 'Covid 19', no começo de junho para pagar e já pagou agora em julho. "Foi o toma lá, não teve o dá cá, mas com dinheiro do Covid, sim", acrescentou o senador", [G1]
Não deve estar acontecendo coisa diferente na Câmara, onde dormem esmagados sob as nádegas do presidente da Casa, Rodrigo Botafogo Maia, os 50 tons de cinza dos pedidos de impeachment de Bolsonaro.

Enquanto isso, o povo vai pras ruas, se infecta, toma sua cloroquina, uns morrem outros não, como "uns dias chove, noutros dias bate sol, mas o que eu quero lhe dizer é que a coisa aqui tá preta"...



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Já há maioria para processo de impeachment de Trump

Trump


Revista Time diz que democratas já têm votos necessários para o processo


O pedido de impeachment de Trump necessita de maioria na Câmara daquele país, formada por 435 representantes. Os democratas são maioria.

Segundo a revista Time, que fez um levantamento particular, já há 224 votos em favor do impeachment.

O problema é que dificilmente passa no Senado, com ampla maioria republicana (partido de Trump).
Ainda que o processo avance na Câmara, o impeachment não deve prosperar no Senado, onde o partido republicano detém 53 cadeiras, contra 47 dos democratas. Para a deposição de Trump, são necessários 2/3 dos votos no Senado: 67 senadores.
Os democratas precisariam de 20 votos de republicanos para aprovar o deposição de Trump, o que é improvável [Fonte: 360]
O problema para Trump é o desgaste do processo, que pode atrapalhar sua reeleição no ano que vem.

Problema que pode ser suprido com a rede de comunicação que montou para sua campanha anterior, com dados da Cambridge Analytica.

O esquema foi descoberto. Todo mundo sabe o truque. Mas os dados ainda estão em poder de sua equipe. O Facebook ainda está aí. Outras redes também. E nada o impede de voltar a usar as mesmas armas.

Mais ou menos como acontece no Brasil, com o esquema que colocou Bolsonaro no poder (mediante fraude). Todo mundo sabe o que houve, mas o esquema está aí, não foi desmontado. Pelo contrário.


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Moro mentiu pelo menos 3 vezes aos senadores em depoimento

Lula: Não vou morrer antes de provar que Moro é mentiroso

Moro mentiu três vezes no Senado e se desmentiu um mês depois no Twitter


Em sua coluna na Folha hoje, Leandro Colon mostra que o ex-juiz Moro, atual ministro da Justiça de Bolsonaro, mentiu pelo menos três vezes no depoimento que prestou no Senado em 18 de junho.

Nas três, Moro afirmou que seu papel em relação às ações da Polícia Federal era apenas estrutural, que não tomava conhecimento das operações nem as determinava.

Leandro Colon usou como base para denunciar as mentiras de Moro o arquivo completo de áudio e as notas taquigráficas originais e oficiais das oito horas e meia do depoimento de Moro aos senadores.
Disse o ministro às 9h36 sobre o caso dos hackers: “A investigação está sendo realizada com autonomia pela Polícia Federal. Eu já disse mais de uma vez no passado: o meu papel, como ministro da Justiça, é um papel estrutural, apenas para garantir também a autonomia dos órgãos vinculados ao Ministério da Justiça. Então, eu não acompanho, pari passu, cada um desses acontecimentos.”
Ele voltou ao assunto às 11h32. “Relativamente à investigação, são duas questões: a investigação é sigilosa. Então, não se pode informar fatos relativos a essa investigação, sob risco de ineficácia; e, dois, eu, como ministro da Justiça, não tenho o papel de, vamos dizer assim, atuar nessas investigações diretamente. Meu papel é mais estrutural”, afirmou.
Às 16h48, Moro declarou aos senadores: “Eu, de todo modo, estou afastado, vamos dizer assim, da condução concreta desse inquérito. Essa é uma atribuição da Polícia Federal.”
Um mês depois, em sua conta no Twitter, Moro desmentiu Moro:
Às 14h09 do dia 24, Moro postou em sua conta no Twitter: “Parabenizo a Polícia Federal pela investigação do grupo de hackers, assim como o MPF e a Justiça Federal. Pessoas com antecedentes criminais, envolvidas em várias espécies de crimes. Elas, a fonte de confiança daqueles que divulgaram as supostas mensagens obtidas por crime.”
Na quinta (25), às 14h04, ele escreveu: “Pelo apurado, ninguém foi hackeado por falta de cautela”. O ministro telefonou para informar autoridades que foram atacadas e anunciar a destruição das mensagens. 
Ele não se afastou da investigação e ainda repassou fatos dela. O Moro do Twitter desmentiu o do Senado.
Que Moro é cínico e frio já sabíamos por todo o seu comportamento anterior em relação ao julgamento de Lula, as falsas "escusas" ao ministro Zavascki no caso do grampo, tudo isso desmentido pelas mensagens divulgadas pelas reportagens do Intercept, a partir de mensagens trocadas entre Moro e procuradores da Lava Jato, divulgadas por uma fonte anônima.

Agora, Leandro Colon mostra a minutagem das mentiras aos senadores da República, o que define o caráter do homem que condenou sem provas e por ato indeterminado o maior presidente da história do Brasil, segundo pesquisa popular.





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Senado quer censurar internet; STF diz não

Ultimamente, quando o Senado resolve se reunir, não sai boa coisa. Ontem não foi diferente. Juntaram-se as comissões de Constituição e Justiça e de Ciência e Tecnologia e decidiram que valeria para a internet as mesmas regras que valem para rádios e TVs na cobertura das campanhas eleitorais.

Esquecem-se os nobres senadores que rádios e TVs são concessões do Estado. A internet, não. Além do mais, o STF, em abril deste ano, já decidiu que a internet é livre. Registro o que ficou decidido, para que os senadores arrumem coisa melhor para fazer.

Decisão do Supremo Tribunal Federal:

"... Silenciando a Constituição quanto ao regime jurídico da internet, não há como se lhe recusar a qualificação de território virtual livremente veiculador de ideias, debate, notícia e tudo o mais que se contenha no conceito essencial da plenitude de informação jornalística no nosso país.”

Em resumo, senadores: Censura não!

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Comissão de Ética do Senado deve pedir cassação do senador tucano Álvaro Dias

Depois que o senador tucano Álvaro Dias (PR) confessou que está com o tal dossiê FHC nas mãos, desde antes da primeira reportagem de Veja sobre o assunto, e ainda não confirmou nem negou ter sido ele a fonte da revista (o que é uma confissão de culpa, já que ninguém é obrigado a se auto-incriminar), o que espera o Senado para levá-lo à Comissão de Ética e pedir sua cassação por falta de decoro parlamentar?

Como pode um senador da República ter em mãos documentos sigilosos, provavelmente surrupiados de forma clandestina e não acionar a PF ou denunciar a sujeira no Senado?

Com a palavra, Suas Excelências os Senadores da República.

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Redes de rádio e TV se unem contra o Senado. No México

Não é só aqui não. Quarta-feira, as principais emissoras de rádio e TV do México entraram em cadeia nacional para atacar o Senado.

E dessa vez o Renan não tinha nada a ver com isso. O que está acontecendo é o seguinte. Lá, parte da propaganda política é paga (aqui também, mas de outra forma). E o Senado ia votar naquele dia uma lei que simplesmente acaba com a propaganda política paga no rádio e na TV. O que tira milhões de dólares do faturamento da “grande mídia”.

Ela sentiu – e acusou - o duro golpe no bolso. Acontece que a “grande mídia” dá ao próprio bolso nomes pomposos, como democracia e liberdade de expressão. E partiu para o ataque.

Imaginem Globo, SBT, Record, Bandeirantes e as principais emissoras de rádio, em cadeia nacional, no horário nobre, dizendo ao povo que a liberdade de expressão – logo, a democracia - está sendo ameaçada com a medida do Senado, e exigindo a criação de um plebiscito. Ou seja, em cadeia nacional fizeram uma rebelião para tentar usurpar o poder de um Senado legitimamente eleito.

No entanto, o tiro saiu pela culatra. As ameaças da mídia uniram ainda mais os senadores, e os líderes dos três principais partidos foram ovacionados, quando reconheceram a culpa dos políticos pelo enorme poder que permitiram que se concentrasse nas mãos da mídia. Ao final, a lei foi aprovada por 110 a 11.

Como se vê, é aquilo que venho afirmando aqui. O comportamento de nossa imprensa não tem nada de exótico, mas, ao contrário, ele se encaixa num movimento maior, a partir dos EUA, que se irradia e reflete não apenas aqui, mas, em maior ou menor grau, pela imprensa de todo o mundo, e tem um de seus casos mais grotescos na imprensa venezuelana.

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Renan Calheiros dá a cara a tapa

Do Blog do Gadelha:

Catão: "Fures privatorum in nervo atque in compedibus aetatum agunt, fures publici in auro atque in purpura"

Catão adentrou o gramado do Senado do Brasil, ontem, pela boca do Senador Renan Calheiros ("Aquele que quiser ser Catão, vai ter que ser Catão mesmo e sujar as mãos. Vai ter que colocar uma forca ou uma fogueira lá fora e queimar o presidente do Senado"). E chegou em boa hora. Marcus Porcius Cato (ou Marco Pórcio Catão), estadista romano, viveu entre 243 a.C. e 149 a.C. e era conhecido como Catão, o Censor. Travou batalha contra o luxo e eliminou os senadores que considerou indignos. (Wikipédia) A sua reflexão que está no título desta postagem quer dizer "Os ladrões dos bens privados passam a vida no cárcere e nos grilhões; os ladrões dos bens públicos, no ouro e na púrpura" (segundo o Dicionário de Sentenças Latinas e Gregas, de Renzo Tozi), mas já foi adaptada por Sêneca (Córdova, 4 a.C. — Roma, 65 d.C.) como "os delitos pequenos são punidos, os grandes aclamados" (sacrilegia minuta puniuntur, magna in triumphis feruntur). São reflexões que caem como uma luva para nossos dias. O que me deixa triste é lembrar que isso já existe há tanto tempo...

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Os verdadeiros donos da Gautama

Um grupo de velhas raposas – atualmente raposas velhas – se une para roubar o Estado. Como fazê-lo sem deixar rabo?

É simples: utilizando-se do mesmo método que aplicam em seus negócios particulares. Criam laranjas. Todos têm bens em seus nomes, mas nada comparado aos que têm em nomes de outros, os laranjas. Terras, jornais, contas bancárias, fazendas, carros, edifícios...

Quando essas raposas se unem para atacar o Estado de uma forma mais eficiente, lançam mão do mesmo expediente. Portanto, é erro procurar a quem Zuleido deu comissão. Ocorre exatamente o oposto. Quem recebe comissão é Zuleido, que é o laranja que encobre as raposas.

A coisa funciona assim: como, para poderem participar de concorrências públicas, as raposas não podem ser donas de empreiteiras, alguém se chega até elas e se oferece para criar uma - ou é convidado pelas raposas a fazê-lo. O ofertante será um laranja, as raposas ditarão os negócios em que ele se meterá e a forma como será remunerado.

Assim surgem as Gautamas, com seus Zuleidos. As raposas espalham seus protegidos por ministérios, governos estaduais, prefeituras e pelos mais variados tribunais. E fazem a festa.

Quando dá M, a culpa é do Zuleido da vez. As velhas raposas fazem os discursos moralistas de sempre, na Câmara e – especialmente – no Senado, enquanto procuram – ou são procuradas – por um novo laranja.

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Cesar Maia erra feio mais uma vez

Do ex-prefeito do Rio, ainda no exercício do cargo, Cesar Maia (PFL ou PD?), em seu ex-blog, na segunda-feira passada:

SENADÔMETRO!
Senadores Jose Agripino e Renan empatados. Mas 8 senadores não definiram seus votos.

Resultado da eleição ontem: Renan Calheiros (PMDB),51, Agripino Maia (RN), 28.

É um erro muito grande para ser debitado na conta de um desvio da pesquisa. Parece mais caso de desvio do ex-prefeito, que como político é marquetólogo, e como marquetólogo é político.