Aroeira e os empossados donos do mundo


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Eduardo Paes e uma maneira inusitada de fazer cumprir a lei nas praias do Rio

O prefeito do Rio Eduardo Paes é daquelas pessoas que respiram política 24 horas por dia, os sete dias da semana. Mal acabou uma campanha em que se reelegeu com folga no primeiro turno, Dudu, como é conhecido, já está em outra para o governo dia Rio em 2026.

Antes do Carnaval, Eduardo Paes pôs o bloco na rua e encontrou uma maneira inusitada de fazer cumprir um decreto dele mesmo contra a utilização de aparelhos de som nas praias da cidade.

 

O uso de caixas de som nas praias não é permitido na capital do Rio de Janeiro. Um decreto do prefeito Eduardo Paes, publicado em 2022 no Diário Oficial do Município, dá “efetividade à proibição legal de utilização de caixas de som ou quaisquer meios de amplificação sonora nas praias da Cidade do Rio de Janeiro”.

O decreto determina ainda a apreensão dos equipamentos pela Guarda Municipal do Rio, em caso de descumprimento. O recolhimento será formalizado com a emissão de Termo de Retenção de Equipamento Sonoro (TRES) e deverá ser objeto de resolução.

A exceção é para o uso dos equipamentos de amplificação sonora exclusivamente para a promoção de atividades desportivas ou de lazer devidamente autorizadas pela Prefeitura do Rio. Caixas de som também são permitidas em eventos autorizados pelo município em áreas públicas e particulares no município do Rio de Janeiro.[Agência Brasil]

 

Para mostrar que a lei está valendo, embora não esteja sendo cumprida, o prefeito decidiu trocar a roupa social por camiseta, bermuda, óculos escuros e um boné do seu time de coração — o Vasco — e partir para o confronto. Ele mesmo conta:





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Gilmar e o imbrochável barrado na festa


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Aroeira e o que cantam os bilionários


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Jorge, o Mau e Tarcísio, o extremista moderado da mídia


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Silêncio na mídia: A mão por trás da nova tentativa de assassinato de Lula

Descoberta pela PF uma nova tentativa de assassinato do presidente Lula. O plano incluía a utilização de uma arma com capacidade de derrubar um helicóptero.

No entanto, os principais jornais não deram destaque à notícia. Também nada falaram sobre a mão  que há mais de 40 anos trabalha para eliminar simbólica e politicamente Lula.

Assista ao meu comentário no Fórum Mídias da TV Fórum.

 


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Quem quis taxar PIX foi Guedes no governo Bolsonaro, mas só 'depois das eleições'

"Acuse-os do que você faz, chame-os do que você é", frase falsamente atribuída a Lenin, mas na verdade autoexplicativa para os métodos da extrema direita, novamente se mostra verdadeira com a falsa acusação pelos bolsonaristas de que o ministro Haddad iria taxar as operações em PIX.

O governo Lula está gastando papel e mídia para desmentir a notícia que não tem nenhuma base na realidade. Inclusive a fake news bolsonarista já está sendo utilizada por espertalhões em golpes pela internet.

No entanto, quem iria taxar o PIX seria o governo Bolsonaro, conforme anunciou seu ministro Paulo Guedes numa conferência em inglês do Banco Bradesco.

 


Repare no destaque em amarelo a data da publicação da Folha: 19 de novembro de 2020, em pleno governo Bolsonaro.

O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou nesta quinta-feira (19) que pretende voltar a falar sobre a criação de um imposto sobre transações após o período eleitoral.

Ele afirmou que o plano para o tributo inclui a taxação do envio de recursos por meio do Pix, novo sistema de transferências e pagamentos instantâneos.

Em videoconferência promovida pelo banco Bradesco, com apresentação em inglês, o ministro comparou as transações digitais a uma rodovia com pedágios. Para ele, as operações deveriam ser cobradas, com alíquotas baixas, que poderiam ser de 0,10% ou 0,15%.

Reportagem da Band à época confirma a informação, inclusive dá o motivo pela taxação não ter sido adotada na época: Guedes queria esperar as eleições "para não dar munição aos opositores do governo".

 


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Nando Motta e o delírio de Trump


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Gilmar e a necessidade de punição de todos os golpistas


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Vasco Gargalo e a banheira de Netanyahu


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