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Foi preso na manhã desta quinta-feira, dia 26, em Cabo Frio, na região dos lagos no Rio de Janeiro, Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, considerado pelo superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro Fábio Galvão, o "mais sanguinário dos capos do jogo do bicho no estado".
Adilsinho foi preso enquanto se exercitava em volta da piscina de uma mansão, quando foi surpreendido pela Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, e não ofereceu resistência. Foi preso também com ele o PM Diego D'arribada Rebello de Lima, que fazia sua segurança pessoal.
Com a venda de cigarros de marca própria, comando de máquinas de vídeo distribuídas em pontos por todo o estado, Adilsinho conseguiu com dinheiro e bala se infiltrar entre os comandantes do jogo do bicho no Rio de Janeiro, controlado pelas mesmas famílias há décadas.
Adilsinho hoje comanda pontos do jogo do bicho na Zona Sul do Rio de Janeiro, pertencentes anteriormente à família Maninho, filho do capo Miro, do Salgueiro. Como Maninho, Adilsinho virou no ano passado patrono da Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro.
Adilsinho também é conhecido por sua maneira extravagante: fez uma festa no Copacabana Palace durante a pandemia, que reuniu centenas de pessoas numa grande boca livre. O tema era "O Poderoso Chefão". Como personagem principal, o próprio.
Ele tem cinco mandatos de prisão em aberto e é investigado em 20 outros crimes envolvendo assassinatos, tentativas de assassinato e sequestros.
Apenas com seu esquema com cigarros estima-se que Adilsinho tenha faturado R$ 5 bilhões nos últimos 10 anos. Atualmente ele movimentaria cerca de R$ 50 milhões por mês com essa prática.
O secretário de estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro Felipe Cury afirma que Adilsinho é responsável por dezenas de homicídios de rivais, de desafetos, de contraventores, de integrantes da máfia do cigarro e também de alguns policiais.
Adilsinho foi levado ontem mesmo para a se da polícia na capital do Rio de Janeiro onde aguarda sua transferência para um presídio de segurança máxima.
Contraventor Adilsinho foi preso, na manhã desta quinta-feira (26), em operação conjunta da PF e da Polícia Civil, em um casa em Cabo Frio, na Região dos Lagos.
— Jornal O Dia (@jornalodia) February 26, 2026
Crédito: divulgação pic.twitter.com/wCLi07La0w
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Candidato imposto pelo pai à presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro encontra resistência em boa parte da oposição ao presidente Lula, que gostaria de ver o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas como candidato.
O problema é que parece que Flávio se empolgou com a ideia, ainda mais com seus bons números nas pesquisas.
Flávio inclusive seguiu o roteiro do pai, foi a Israel e se batizou no rio Jordão, depois foi aos cofres árabes e à Faria Lima.
Ainda assim, mercado e mídia têm esperança de que ele desista em favor de Tarcísio. Para isso vão tentar desgastá-lo soltando a coleção de capivaras que Flávio e a família têm no cofre.
E não apenas no cofre metafórico, como explico no Fórum Mídias, da TV Fórum.
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Dez dissidentes cubanos moradores dos Estados Unidos tentaram invadir Cuba na manhã desta quarta, dia 25. Foram abordados pela guarda costeira cubana e reagiram. Como resultado, quatro foram mortos e os demais feridos e presos.
Segundo o New York Times, a mídia estatal cubana informou que dez pessoas viajavam numa lancha rápida com base na Flórida. Elas se envolveram em um tiroteio com tropas da fronteira cubana. Eram cidadãos cubanos armados que viviam nos Estados Unidos.
A reportagem, citando um comunicado do Ministério do Interior, afirmou que “declarações preliminares” dos homens detidos na lancha indicavam que eles pretendiam realizar “uma infiltração com fins terroristas”.
O governo cubano não forneceu mais detalhes sobre as suspeitas ligações com o terrorismo. Mas afirmou que os homens portavam armas, coquetéis Molotov, coletes à prova de balas e roupas camufladas.
As autoridades cubanas prenderam um outro homem que admitiu ter voado até a ilha para encontrar a lancha, segundo o segundo comunicado do governo. A maioria dos homens a bordo da lancha tem antecedentes criminais ou violentos, acrescentou. O governo também começou a divulgar os nomes de alguns dos mortos e feridos.
O secretário de Estado Marco Rubio, que estava em São Cristóvão e Névis na quarta-feira em uma viagem diplomática, disse a repórteres que os Estados Unidos estavam investigando o tiroteio, mas que até então dependiam das informações fornecidas pelo governo cubano.
“À medida que reunirmos mais informações, estaremos preparados para responder adequadamente”, acrescentou.
O presidente de Cuba Miguel Díaz-Canel comentou o ataque em seu perfil na rede social X:
"Cuba não ataca nem ameaça.
Já afirmamos isso repetidamente e reiteramos hoje:
Cuba se defenderá com determinação e firmeza contra qualquer agressão terrorista e mercenária que busque afetar sua soberania e estabilidade nacional. "
#Cuba no agrede, ni amenaza.
— Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) February 26, 2026
Lo hemos planteado en reiteradas ocasiones y lo ratificamos hoy:
Cuba se defenderá con determinación y firmeza frente a cualquier agresión terrorista y mercenaria que pretenda afectar su soberanía y estabilidad nacional. https://t.co/2g3b28fktl
NOTA DO MINISTÉRIO DO INTERIOR DE CUBA
Na manhã de 25 de fevereiro de 2026, uma lancha infratora foi detectada em águas territoriais cubanas, com registro da Flórida, Estados Unidos, número FL7726SH, aproximando-se a menos de 1 milha náutica a nordeste do canal El Pino, em Cayo Falcones, município de Corralillo, província de Villa Clara.
Quando uma unidade de superfície das Tropas da Guarda Costeira do Ministério do Interior se aproximou, com cinco combatentes, para identificação, o barco infrator abriu fogo contra o pessoal cubano, ferindo o comandante da embarcação cubana.
Em consequência do confronto, até o fechamento desta informação, do lado estrangeiro, quatro agressores foram mortos e seis ficaram feridos, tendo sido evacuados e recebido assistência médica.Diante dos desafios atuais, Cuba reafirma seu compromisso com a proteção de suas águas territoriais, com base no princípio de que a defesa nacional é um pilar fundamental para o Estado cubano, a fim de proteger sua soberania e estabilidade na região.
As autoridades competentes continuam investigando para esclarecer completamente os fatos.
MINISTÉRIO DO INTERIOR: NOSSA FORÇA É A FORÇA DO POVO
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O ex-deputado e líder petista José Dirceu fez uma dura crítica ao PL Antifacção relatado pelo deputado Capitão Derrite, até o outro dia Secretário de Segurança do Governador Tarcísio de Freitas em São Paulo.
Dirceu citou o PL Antifacção relatado pelo Senador Alessandro Vieira (MDB-SE) que havia conseguido ampla aprovação entre os especialistas em segurança pública no Brasil.
O próprio Senador, citado por Dirceu, reclamou da redação de Derrite, acusando seu relatório de ser duro com o pobre e falar fino com a Faria Lima:
"Esse projeto [o aprovado no Senado] foi elogiado pelas associações e entidades de delegados, secretários de segurança, Ministério Público, especialistas em combate ao crime organizado, porque o Senado teve a felicidade de ajustar o texto para que ele seja duro para o criminoso rico e para o criminoso pobre.
A escolha do relator Derrite foi retomar trechos do texto que impedem a atuação dura da Justiça e da Polícia contra o criminoso rico. Ao fazer a alteração como fez, as ferramentas de investigação mais duras só se aplicam ao pobre.
Esquemas do tipo máfia do INSS, Banco Master, desvio de emendas, não terão nenhum tipo de dureza no tratamento. Mas para o pobre, na favela, aí sim vale a pena ser duro" — criticou Vieira.
José Dirceu também criticou a redação de Derrite, que foi aprovada, dizendo que ela não pune crimes de colarinho branco:
"Veja que escândalo. A direita, Flávio Bolsonaro, Tarcísio, Derrite, mudaram a lei de facções.
Ainda quiseram desviar a lei para criminalizar movimento social, greve, protestos, manifestações de rua. É o de sempre. Impunidade para os ricos."
Confira:
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No pós carnaval, logo em seguida ao desfile da Escola de Samba Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente Lula, a GloboNews montou o que seria a seu ver um palanque perfeito para atacar Lula.
Aproveitou a polêmica relacionada ao desfile da Escola e convidou um pastor evangélico para comentar o desfile e a reação negativa que a ala dos conservadores em conserva causou no público evangélico. O escolhido foi o deputado conservador de direita, pastor e líder evangélico Otoni de Paula (MDB-RJ).
A GloboNews esperava do deputado que ele cumprisse o papel que a ele estava destinado, de atacar a Escola de Samba e o presidente Lula.
Mas, surpreendentemente, o resultado foi o oposto. Otoni defendeu Lula de forma veemente dizendo que soube que haviam aconselhado o presidente a pedir que a ala das conservas fosse retirada do desfile, o que Lula não admitiu, porque disse que seria censura.
Otoni também disse que Lula foi o presidente que mais fez pelo evangélicos, inclusive no reconhecimento da importância cultural dos evangélicos.
As jornalistas não conseguiram disfarçar a surpresa.
Confira:
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