CyberVaccari e a declaração de Marco Rubio sobre as relações Brasil-EUA



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Tarcísio pede desculpas por celulares roubados. Quando vai fazer o mesmo pelo recorde de feminicídios?

Depois de três anos e meio à frente do governo do estado de São Paulo parece que só agora o governador Tarcísio de Freitas acordou para o estado de insegurança pública que aterroriza os paulistas.

Deve ter sido uma descoberta apontada em pesquisas qualitativas de sua campanha à reeleição, mostrando o crescimento de eleitores de Tarcísio debandando ou começando a "fraquejar" (para usar linguagem do ídolo do governador, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão).

Tarcísio é antipático, arrogante, quando contrariado reage de modo agressivo, exatamente o oposto do Tarcísio que apareceu agora, humilde, para pedir desculpas aos paulistas pelos roubos de celulares, confessando a incompetência de seu governo.

“A gente pede desculpas ao cidadão que passa por isso, que tem um celular roubado. A dor e trauma de um assalto, muitas vezes à mão armada. Muitas vezes deixa um trauma. O Estado tem que garantir a segurança e, quando não garante, está falhando”, declarou.

“Não vamos nos esconder atrás dos indicadores. Eles estão caindo muito, mas enquanto tiver o cidadão sendo roubado e tendo o celular subtraído, nós não vamos descansar. A gente sabe que é o crime que aborrece e que derruba a sensação de segurança. E o cidadão tem direito de ficar em paz”, disse o governador.


"Derruba a sensação de segurança", esse é o medo real da campanha do governador e que o moveu ao gesto de desculpas públicas, algo que ele não se dignou a fazer, por exemplo, quando apoiou as tarifas de Trump contra o Brasil e sugeriu até que deveríamos ceder "alguma coisa" ao presidente dos Estados Unidos para agradá-lo, num viralatismo vergonhoso.

No entanto, Tarcísio não se dignou a uma palavra de conforto ou esperança a mais de metade do povo paulista: as mulheres. Seu governo é o recordista nacional do país que bate recordes seguidos de feminicídio.

No último ano, São Paulo teve quase o dobro do número de feminicídios do estado segundo colocado, Minas Gerais: 266 a 139. E isso não é obra do acaso: desde que Tarcísio assumiu o governo o índice de feminicídios aumenta ano ano numa proporção de 10%. Logo, não é acaso, é política de governo.

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Primeiramente, ao nomear para a Secretaria da Mulher uma vereadora que se declara abertamente antifeminista e que jamais teve qualquer projeto em defesa da mulher em seu mandato. Que foi substituída por uma Bolsonaro, distante, mas parente, e inoperante como a antecessora, fazendo jus ao sobrenome.

Quando Tarcísio vai pedir desculpas as mulheres e, mais importante, mudar sua política de segurança para protegê-las? Nem que seja apenas por hipocrisia e amor à reeleição, já que as mulheres são maioria do eleitorado e as pesquisas mostram que estão reprovando seu governo.



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Aroeira e o abraço de Alcolumbre e Jaques Wagner no caso Master



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Aroeira e mais um Bolsonaro condenado por desrespeitar as 4 linhas



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A fila anda no STF: Primeiro Jair, agora Eduardo, o próximo pode ser Flávio Bolsonaro

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A decisão da Primeira Turma do STF de condenar o ex-deputado cassado Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses em regime inicial semiaberto por coação ao sistema judicial mostra que a Justiça brasileira segue seu caminho e a fila de punição da família de criminosos segue em frente.

A puxar a fila veio o líder da famiglia, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de  golpe de Estado entre outros crimes a 27 anos e três meses de prisão.

A condenação de Eduardo Bolsonaro deve arrastar o irmão Flávio ao mesmo destino. Pelo menos se o PGR Paulo Gonet responder positivamente ao questionamento do ministro Alexandre de Moraes sobre a inclusão do senador e candidato da extrema direita à presidência no mesmo processo que condenou o irmão.

Flávio não participou ativamente da coação no ano passado, mas a incentivou e apoiou desde o Brasil com agravantes que estão sendo acrescentados atualmente, como o pedido a Donald Trump para que organizações criminosas brasileiras passem a ser consideradas terroristas, o que foi aceito pelo presidente dos Estados Unidos.

Há ainda o dinheiro que Flávio pediu e obteve do banqueiro criminoso do Banco Master, Daniel Vorcaro, R$ 62 milhões, em tese para a realização de um filme sobre a vida do pai, mas que, suspeita-se, seja usado apenas como  pretexto para captação de dinheiro para a família, inclusive para manter a boa vida de Eduardo nos EUA conspirando contra o Brasil.

Aceita a inclusão de Flávio Bolsonaro no processo pelo PGR, condenação semelhante à do irmão deve ser o destino de senador.

Tudo isso é tema do Fórum Mídias do dia 17 de junho.

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Gilmar e uma nova arte na parede do Brasil



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O que apavora o presidente do TSE Nunes Marques nas eleições presidenciais

A dupla que comanda o TSE, ministro Nunes Marques, presidente, e André Mendonça, vice, que estará à frente das eleições deste ano, não inspira confiança em ninguém, a não ser nos bolsonaristas. 

André Mendonça tem comportamento suspeitíssimo ao não tomar atitude alguma como relator do caso Master em relação ao senador Flávio Bolsonaro candidato da extrema direita à presidência da República indicado pelo pai, ex-presidente Jair Bolsonaro. Mendonça foi indicado pelo ex-presidente ao Supremo.  

Nunes Marques não fica atrás. Como ministro do TSE nas eleições passadas votou contra a inelegibilidade de Jair Bolsonaro, que cometeu crime ao convocar embaixadores de outros países ao palácio da Alvorada para lançar suspeitas sobre as urnas eletrônicas brasileiras e os ministros do TSE, a quem acusava de persegui-lo. Ainda assim Nunes Marques foi contra sua condenação. 

As atitudes dos dois ministros acenderam o sinal amarelo no Supremo, com receio da condução da dupla no processo eleitoral. 

Segundo a Folha de São Paulo na sua edição de hoje, alguns ministros do STF já fizeram chegar aos ouvidos de ambos que estão de olho neles e que o Supremo agirá caso necessário. 

Tudo isso é tema do Fórum Mídias do dia 16 de junho.

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PF tem nas mãos uma bomba que pode implodir candidatura de Flávio Bolsonaro

A vida parecia sorrir para o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro, senador Flávio Bolsonaro, logo que foi confirmado pelo pai como o nome da família para disputar as eleições presidenciais desse ano. 

Flávio foi escolhido em detrimento da opção preferencial não só da mídia corporativa como principalmente do mercado financeiro, de que a mídia é porta-voz: Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo.

Tarcísio era o nome cotado pelos dois grupos como a melhor alternativa para disputar a eleição com Lula. No entanto, o sobrenome Bolsonaro alavancou o nome de Flávio e ele passou a ser considerado uma opção viável para a disputa. 

Tarcísio de Freitas abandonou a arena sem resistir, não se desincompatibilizou, ao contrário, resolveu disputar a reeleição ao governo de São Paulo. 

Estava assim desenhado o cenário para Flávio Bolsonaro posar de Bolsonaro de sapatênis, sem as maluquices do pai. Bovinamente, foi aceito pela seita bolsonarista e sua candidatura começou a ameaçar a do presidente Lula, chegando mesmo a liderar algumas pesquisas de opinião. 

Foi quando aconteceu a catástrofe: o site The Intercept divulgou áudios entre Flávio e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. 

Não apenas o conteúdo dos áudios, mas a atitude de Flávio Bolsonaro ao negar sua existência e depois ao mentir novamente ao afirmar que aquele ali foi o único contato que teve com o banqueiro criminoso, o que foi desmentido por nova revelação do mesmo de Intercept que divulgou o encontro presencial de Flávio Bolsonaro com Vorcaro, um dia após o banqueiro ter sido solto da prisão com o uso de tornozeleira eletrônica. 

A candidatura de Flávio começou a descer ladeira abaixo.

Ao mesmo tempo, no Rio de Janeiro, seu protegido, o governador Cláudio Castro, renunciou ao mandato e teve sua inelegibilidade por 8 anos decretada pelo TSE. 

Além de Castro, outro aliado de Flávio, o ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar foi preso por ligações com o Comando Vermelho. Bacellar era o candidato a governador da família Bolsonaro.  

Agora, uma nova bomba ameaça explodir de vez a candidatura de Flávio Bolsonaro: a Polícia Federal conseguiu quebrar o sigilo do celular de Cláudio Castro, que não revelou a senha aos policiais no momento de sua prisão. 

O conteúdo do celular de Cláudio Castro pode ser a peça que falta para enterrar de vez as pretensões de Flávio Bolsonaro.

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Duke e Chapeuzinho Vermelho na Copa do Mundo



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