Fachin livra André Mendonça da fogueira no STF onde lançou Alexandre de Moraes

Surpreendendo absolutamente zero pessoa, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, cancelou o encontro do STF na próxima quarta, dia 23, onde se discutiriam as acusações de Alexandre de Moraes contra André Mendonça, no que seria o segundo round da luta entre os dois ministros, iniciada por André Mendonça, que lançou na fogueira o ministro Xandão, junto com o PGR Paulo Gonet e o diretor-geral da Polícia Federal André Rodrigues.

Fazendo jus a seu perfil lavajatista, Fachin jogou mais uma vez para a plateia, como o fez quando chamou para o julgamento em plenário as acusações de André Mendonça contra o ministro Alexandre de Moraes, o diretor-geral da PF e o PGR Gonet. 

Fachin não se preocupou em jogar na lama a reputação dos três, a partir de uma investigação provisória, assim definida pelos próprios investigadores. Moraes, Gonet e Andrei foram jogados na fogueira da opinião pública pelo presidente do STF, sob aplausos igualmente incendiários da mídia e dos bolsonaristas.

Agora, quando chegou a hora de André Mendonça responder às acusações feitas por Moraes ao ministro  terrivelmente evangélico e bolsonarista, Fachin simplesmente adia a seção do STF sabe-se lá para quando.

É mais uma atitude típica do ministro, que foi saudado pela turma lavajatista do procurador de Deus Deltan Dallagnol, em áudio vazado pela Vaza Jato, numa comemoração em que se dizia "a-ha u-hu o Fachin é nosso!". 

Mendonça tem muito a explicar. Moraes também. E, agora, também Fachin. Afinal, o presidente do STF votou pela separação dos dois casos — o de Mendonça e p de Moraes. Como agora suspende a sessão do caso de Mendonça, alegando que os dois estão vinculados? 

Afinal, qual é.o verdadeiro Fachin? O que via os casos como separados ou o que agora acha que são dependentes? 

É vergonhosa a atitude do presidente do principal órgão do judiciário brasileiro. O STF é a última instância. Depois da decisão tomada ali, nada mais há a fazer. Como pode ficar na mão de uma pessoa tão frágil e levada pela maré da opinião pública? 

Afinal, qual é o voto do Fachin? Pela separação dos casos Moraes e Mendonça, como decidiu na última terça? Aí Mendonça deveria responder no dia 23, como estava agendado. Ou pela separação, diferentemente do que decidiu anteriormente? 

Enquanto isso, o Brasil está a poucos dias de uma eleição que pode definir o futuro de nosso país. O Brasil segue com o presidente Lula ou será entregue ao Presidente Trump, como deseja o criminoso filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, com longa carreira de crime, como o pai?

A íntegra da decisão do ministro Edson Fachin: 



 

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Um ano da condenação do maior criminoso da história do Brasil

Quase passou em branco o aniversário de um ano da prisão do maior criminoso da história do Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado com generais de 4 estrelas e um comandante da Marinha por tentar tentativa de golpe de Estado e formação de quadrilha, entre outros crimes. 

Não fosse uma reportagem quase envergonhada da Folha, que desde há tempos tem se comportado como house organ do bolsonarismo, o evento passaria em brancas nuvens, ofuscado pelos 25 anos do atentado às Torres Gêmeas em Nova Iorque e até pelo golpe militar que destituiu o governo socialista de Salvador Allende no Chile, em 1973. 

Talvez seja por isso, por esse apagamento da memória golpista e criminosa da família Bolsonaro pela mídia, que um dos filhos do presidente, Flávio Bolsonaro, conhecido pelas rachadinhas e pelo relacionamento estreito com as milícias e o Comando Vermelho no Rio, esteja disputando em condições de paridade a eleição contra o maior e melhor presidente do Brasil de todos os tempos, segundo uma pesquisa do instituto Datafolha, do Grupo Folha — o atual presidente Lula.

No dia 11 de setembro de 2025, a Primeira Turma do STF condenou a quadrilha de Jair Bolsonaro a dezenas de anos de prisão, a começar pelo líder, o ex-presidente, condenado a 27 anos e três meses.

O Fórum Mídias do dia 11 não deixou a data passar em branco.

 

 

 

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Aroeira e a vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro na corrida eleitoral



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Geuvar e o encontro de André Mendonça e Sergio Moro no espelho



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Gilmar e um resumo da manifestação bolsonarista do 7 de setembro



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As tentações do pastor Mendonça de queimar Moraes no inferno do STF

Antes de ser ministro do STF e atualmente também vice-presidente do TSE, André Mendonça é pastor presbiteriano. Aliás, dizem que ele foi escolhido pela família Bolsonaro para o STF exatamente por ser "terrivelmente evangélico", e teve sua nomeação efusivamente comemorada pela ex-primeira dama Michelle Bolsonaro, que chegou a "orar em línguas" em êxtase espiritual. 

Mas, em política, o "terrivelmente evangélico" revelou-se terrivelmente bolsonarista, desde que assumiu a função de ministro da Justiça do ex-presidente Bolsonaro com a missão primeira de estancar a investigação da Polícia Federal que ameaçava mandar para a prisão o filho 01, atual candidato a presidente Flávio Bolsonaro, no caso das rachadinhas, quando milhões de reais dos funcionários de seu gabinete foram desviados para o clã. Desde então, Mendonça cumpre a missão que lhe foi destinada por aquele a quem ele deve o cargo no STF.

Não é de outro modo que age agora, protegendo Flávio Bolsonaro na investigação do Banco Master, onde ele foi flagrado em conversas pedindo milhões ao banqueiro, sem que seu sigilo fiscal, bancário e telefônico tenha sido pedido por Mendonça.

Agora, o pastor no STF resolveu incendiar o Supremo pra ver se consegue o impeachment de Alexandre de Moraes — na visão dos bolsonaristas, o grande algoz de Bolsonaro — como retribuição pelo cargo Supremo, que já he rendeu contratos milionários em seu instituto.

É sobre esse momento infernal do Supremo o comentário de Antonio Mello neste Fórum Mídias, que acumula quase 70 mil visualizações.

O Fórum Mídias vai ao ar de segunda a sexta, dentro do Fórum Café, na TV Fórum, e depois como um corte na playlist do Fórum Mídias.
 




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Quinho e os bolsonaristas no 7 de setembro



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Aroeira e os duelistas Xandão e Mendonça no caldeirão do STF



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Moraes trocou celular, chip e número após PF apreender celulares de Vorcaro

Em novembro de 2025, quando prendeu o banqueiro dono do Master, Daniel Vorcaro, a Polícia Federal apreendeu seus celulares. Três meses depois, em fevereiro de 2026, o ministro do STF Alexandre de Moraes teria trocado de celular, chip e número de telefone. 

O fato passa a ser relevante, pois a PF investiga 52 mensagens de visualização única que teriam sido enviadas pelo banqueiro criminoso ao celular de um contato chamado Alexandre de Moraes, com o número do telefone do ministro. Analisando o celular do ministro a PF poderia comprovar ou não o envio das mensagens de Vorcaro. Segundo o colunista do UOL Cézar Feitosa, o ministro utilizava o antigo celular desde 2022.

Por que resolveu trocar um celular histórico, que deveria ser guardado até para futuros historiadores, pois teria acompanhado o ministro pelo período em que liderou como presidente do TSE as eleições de 2022, e acompanhou o ministro durante o histórico julgamento dos golpistas de 8 de janeiro, que colocou na prisão a quadrilha comandada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e três meses de prisão?

Moraes teria posse do antigo celular? Ou o descartou, assim como destruiu o chip, onde estariam armazenadas informações? Na posse dele, poderia desmontar as acusações de que teria sido o conselheiro especial de um banqueiro criminoso, que praticou o maior golpe financeiro do Brasil.

Seria estranho esse comportamento, três meses após a prisão do Vorcaro, que tinha em sua equipe de defensores o escritório da mulher de Moraes. E levantaria suspeitas fundadas de que o ministro, xerife nas ações contra a quadrilha Bolsonaro, teria usado em seu benefício o expediente que garante aos acusados ou suspeitos o direito de não produzirem provas contra si.

A esperar.




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Aroeira e o duelo de Moraes e Mendonça



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