SPiA: Rafael Fonteles apresenta o sistema com IA que está revolucionando a segurança públca

O Brasil tem uma nova estrela do PT, o governador do Piauí, reeleito com mais de 70% dos votos, Rafael Fonteles, que participou ativamente da campanha vitoriosa da reeleição do presidente Lula e vem sendo citado até como próximo ministro da Economia de seu governo. 

Em sua rede social, Fonteles mostra o funcionamento do sistema SPiA, implantado no Piauí, que vem revolucionando a segurança pública do estado.

O SPiA (Sistema de Policiamento por Inteligência Artificial) é uma plataforma tecnológica de videomonitoramento e segurança pública que tem como objetivo encurtar o tempo entre a ocorrência de um crime e a ação policial.

"Através da tecnologia do SPIA, o nosso estado segue avançando na Segurança Pública e a nossa gente já colhe os resultados!

São centenas de câmeras com monitoramento 24 horas, que ajudam a prevenir crimes, identificar ocorrências e dar mais agilidade ao trabalho das forças de segurança na investigação e solução dos casos.

O SPIA já está presente em Teresina e Parnaíba e seguirá em expansão para outras grandes regiões do Piauí."


Este vídeo mostra o Sistema em ação. Um jovem teve sua moto roubada às duas da madrugada, acionou o SPia e teve a moto recuperada em cerca de 30 minutos e os ladrões presos pouco depois.

O próprio governador Rafael Fonteles conversa com o jovem.


 



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Kleber Mendonça Filho, do Agente Secreto, revela ficha de Flávio Bolsonaro aos EUA

Kevin Payravi/WikiPortraits

 

O cineasta brasileiro Kleber Mendonça Filho, conhecido internacionalmente por filmes como O Agente Secreto, concorrente ao Oscar no ano passado, Bacurau, entre outros, é também ativo nas redes sociais e participou da campanha em defesa da reeleição do presidente Lula.

Aproveitando seu prestígio internacional, afinal, além de participar do Oscar, venceu o Festival de Cannes, um dos mais importantes do mundo, Kleber resolveu publicar uma imagem em inglês denunciando ao mundo quem é o miliciano fujão, que chegou a se intitular em carta logo corrigida "Presidente eleito do Brasil", mais uma da série de suas mentiras compulsivas.

Na imagem, Kleber aponta algumas das acusações que pesam sobre Flávio Bolsonaro para que o público internacional saiba na verdade quem é o candidato derrotado, que agora quer se vender no exterior como perseguido político, quando na verdade é investigado pela Polícia Federal brasileira por inúmeros crimes, como a imagem publicada pelo cineasta aponta.

 


 

FLÁVIO BOLSONARO NÃO É UMA FIGURA POLITICAMENTE PERSEGUIDA

Ele está sendo investigado por alegações de:

LAVAGEM DE DINHEIRO

Operações financeiras envolvendo Willer Tomaz e empresas ligadas a apostas online.

CORRUPÇÃO E LAVAGEM DE DINHEIRO

Alegações relacionadas ao financiamento do filme Dark Horse, envolvendo fundos do Banco Master, de propriedade de Daniel Vorcaro.

SONEGAÇÃO FISCAL

Também sob investigação no contexto do financiamento do filme.

OPERAÇÕES FINANCEIRAS SUSPEITAS

Incluindo possível acesso a contas de uma empresa offshore ligada a Willer Tomaz.

HÁ TAMBÉM O HISTÓRICO DO ESQUEMA "RACHADINHAS".

Neste caso, Flávio foi formalmente acusado de peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A investigação foi encerrada após a anulação de provas, sem julgamento de mérito.

Perder uma eleição não garante imunidade. Ter o sobrenome Bolsonaro também não.

Flávio deve responder ao sistema judiciário, não se esconder atrás do discurso de perseguição política


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Aloizio Mercadante e BNDES: A estratégia do governo para nossas terras raras

Os que apostam que o Brasil vai ser mero exportador de nossas terras raras vão quebrar a cara. Segundo o presidente do BNDES Aloizio Mercadante, o projeto do governo do presidente Lula é outro:

"[O desafio] é não exportar matéria-prima. Não é tirar o minério e dar para os outros. É agregar valor. É fazer pesquisa. É ter conhecimento. É ter produtos que valem muito mais.

Se eu transformo, por exemplo, esse minério em super ímã, isso hoje tem um valor extraordinário no mercado, porque o mundo depende dele. Então o esforço nosso é essa visão. E para fazer isso, precisa de Estado, precisa do Banco Público, precisa de uma empresa estatal como a Petrobras".

Numa entrevista à TV Brasil, Mercadante, que é fundador e um dos líderes do PT, reafirma a independência do Brasil e, ao mesmo tempo, defende a cooperação para desenvolvermos a tecnologia na exploração das terras raras:

"Nós precisamos construir essas alianças para o Brasil entrar com força e ofertar o mundo sem nenhuma subordinação.

Não temos que subordinar os interesses americanos, nem da União Europeia, que tem muito interesse dessa vez. Eu já recebi várias lideranças europeias, empresas que estão interessadas, o governo tem procurado o Brasil, que querem fazer parceria, que precisam de minerais críticos. E a própria China, que é um grande parceiro, o maior parceiro comercial do Brasil.

Nós temos que ter independência e os nossos interesses. Nós não podemos fazer de minerais críticos o que foi o minério de ferro, ou o que foi o Pau Brasil lá atrás, ou o que foi a nossa história de exportar commodities."



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Folha aponta culpado pela fuga de Flávio Bolsonaro. O de sempre

Num editorial centrado no ódio em sua edição dessa quarta, 28, a Folha de São Paulo encontrou u culpado para a fuga do senador Flávio Bolsonaro, inconformado com a derrota. A Folha acena com o culpado de sempre, adversário número um do bolsonarismo: o ministro Alexandre de Moraes. 

Sem cerimônia, a Folha coloca nas costas do ministro do STF e não no medo de Flávio de ir para a cadeia, a culpa da fuga do candidato derrotado Flávio Bolsonaro. O senador tem vários BOs à sua espera, assim que perder a prerrogativa de foro em fevereiro do ano que vem, e pode ir para a cadeia, como o pai, pelos crimes cometidos, inclusive o mais recente de que é acusado, de lavagem de dinheiro com seu amigo advogado Willer Tomaz.

O título do editorial da Folha diz tudo:

"Revanche de Moraes e fuga de Flávio maculam a política"

Além de igualar a decisão de Moraes de pedir os passaportes de Flávio Bolsonaro à fuga do candidato derrotado para os Estados Unidos, a Folha fala em revanche de Moraes. Revanche em relação a quê? Quem busca revanche são exatamente os bolsonaristas, não apenas a família, mas todos os simpatizantes da "seita", pelo fato de Alexandre de Moraes ter sido o relator do caso que colocou na cadeia, condenado a 27 anos e três meses de prisão, o líder do clã, criminoso golpista Jair Bolsonaro.

No editorial, a Folha acusa Moraes de "agir com voluntarismo incompatível com a prudência e o equilíbrio exigidos de um magistrado", quando o ministro solicitou apenas a apreensão dos passaportes de Flávio, por solicitação da Polícia Federal, que temia pela fuga do senador, o que acabou acontecendo.

A Folha prossegue:

"Tomada no dia seguinte à derrota eleitoral por um ministro notoriamente antagonista da família Bolsonaro, a decisão agrava a percepção de parcialidade". 

Só que a escolha do ministro se deu por sorteio. Moraes, segundo a Folha, deveria se declarar impedido de pedir os passaportes porque a família e os bolsonaristas não gostam dele? A Folha quer até escolher juízes para a seita extremista?

O tom é sempre o mesmo, acusatório contra Moraes, como a Folha vem mantendo há anos, desde a famosa parceria com Glenn Greenwald, quando produziram um pastel de vento e acusaram o ministro de agir contra o rito, simplesmente porque Moraes não seguiu o "rito" e protocolou uma petição ao ministro presidente do TSE da época solicitando um material. Detalhe: o presidente do TSE era o próprio Moraes!

Mas um parágrafo no miolo do editorial trai e tira a máscara da Folha:

"É inadmissível, ademais, a falta de transparência sobre seus fundamentos. Teria Moraes tomado a mesma medida se Flávio tivesse saído vitorioso do pleito?"

Além de tomar como seu o mesmo raciocínio e a mesma pergunta de Flávio do momento do pedido de apreensão dos passaportes, a Folha omite do leitor que o ministro não tomaria a mesma atitude porque, por óbvio, Flávio eleito presidente a Polícia Federal não pediria ao Supremo a apreensão de seus passaportes por receio de fuga. Vitorioso, fugiria por quê? Eleito, todos os processos ficam suspensos. O presidente só pode se julgado por crimes cometidos durante o exercício do mandato.

De tanto defender o doisladismo, o "Brasil polarizado", chegando a abrir sua página de Opinião para o ex-presidente que seguidamente a chamou de lixo e ofendeu seus repórteres, especialmente as mulheres, a Folha parece que aderiu e virou bolsonarista com síndrome de Estocolmo.


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"Você é brasileira? Então vamos lá xingar Dilma Rousseff", conta Djamila Ribeiro

 

A frase do título a escritora Djamila Ribeiro ouviu de uma outra brasileira no Aeroporto de Madri, em 2019.

Djamila, escritora premiada e reconhecida aqui e internacionalmente, conta que se dirigiu ao local onde havia um pequeno tumulto no aeroporto e o que presenciou naquele instante:

"Eu estava no check-in da Econômica em 2019. Olhei para o check-in da executiva e vi Dilma Rousseff. Me aproximei dela e disse — Dilma, Dilma. O povo achando que eu ia me juntar a eles.

Quando ela se vira, eu digo — Dilma, eu queria dizer que eu te respeito muito, que seu governo foi muito importante e que eu sinto muito por todos os ataques que você vem sofrendo nesse país. 

Me aproximei dela, fiquei com ela no check-in e a acompanhei até o embarque. Enquanto a gente caminhava, essas pessoas ficaram ali nos hostilizando.

Um homem veio gritar comigo, que dava dois de mim. Eu xinguei ele de volta, gritei com ele de volta. A polícia nos escoltou, dizendo — Senhora, não brigue, não necessita.

E eu — Necessita sim."

A triste memória daquele ano veio à cabeça de Djamila agora, quando ela vê parte da esquerda normalizando o candidato do Missão Renan Santos, um dos principais líderes do MBL da época, que agrediam e incentivavam agressões a petistas e pessoas de esquerda no país:

"Todo o ódio que existia ao Partido dos Trabalhadores, toda a criminalização que foi feita por parte da mídia, o MBL estava na base disso, fomentando isso.

Então agora é fácil o senhor Renan Santos posar de bom moço, é fácil criticar o bolsonarismo sem reconhecer que ele fez parte da ascensão do bolsonarismo."

Confira o depoimento de Djamila Ribeiro em seu perfil no Instagram.



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Jornal Nacional quer impor ao país agenda que Lula e o povo derrotaram nas urnas

 

Edição de ontem do Jornal Nacional mostra mais uma vez que a Globo quer impor ao país a agenda do candidato derrotado, Flávio Bolsonaro, que é a do mercado financeiro. A campanha de Flávio prometia corte de R$ 250 bilhões no orçamento público para 2027. 

De onde tiraria esse dinheiro, ele nunca disse, mas todos sabemos e o povo negou nas urnas: dos cortes em programas sociais, do reajuste do salário mínimo acima da inflação, das aposentadorias, das verbas com saúde e educação. 

E é exatamente essa agenda derrotada que o Jornal Nacional defende numa matéria de quase 4 minutos, com vários especialistas, todos batendo na mesma tecla: ajuste fiscal, corta, corta, corta. 

Nenhum fala claramente em corte em programas sociais e nas áreas de educação e saúde, garantidos pela Constituição. Mas isso fica claro nas entrelinhas:

[imagem]

"Ano que vem [a dívida pública] tende, se nada for mudado, tende a chegar a 86% e aponta, lá em 2032, para mais de 100% do PIB, que é gravíssimo para um país emergente", diz Marcus Pestana, diretor-executivo Instituição Fiscal Independente. 

"Equações variadas, como uma reforma administrativa, revisitar o problema da Previdência, uma série de revisões, mudar as regras de indexação e vinculações no orçamento público, para que a gente saia dessa armadilha. Isso é vital para o país porque, sem equilíbrio fiscal, não há dinheiro para financiar políticas públicas de saúde, segurança e educação, não há investimento em infraestrutura e em ciência e tecnologia", afirma Marcus Pestana.

Traduzindo:

"Equações variadas, como uma reforma administrativa, revisitar o problema da Previdência [desindexar correção do salário mínimo das aposentadorias], uma série de revisões, mudar as regras de indexação e vinculações no orçamento público [retirar mínimo garantido de educação e saúde], para que a gente saia dessa armadilha. Isso é vital para o país porque, sem equilíbrio fiscal, não há dinheiro para financiar políticas públicas de saúde, segurança e educação, não há investimento em infraestrutura e em ciência e tecnologia", afirma Marcus Pestana. 

Brasil e outros países, relação dívida/PIB

Pintam a situação do país como se estivéssemos à beira do precipício, mas essa é a situação do Brasil comparada à de outros países, segundo o Ranking  Mundial da Dívida Pública, que é atualizado semanalmente:

 



Alguém precisa avisar à Rede Globo que o presidente Lula venceu as eleições e a agenda do mercado, o corte de R$ 250 bilhões e a "Paulo Guedes de saias" foram derrotados. 

Inclusive, o candidato deles, Flavio Bolsonaro, fugiu do país para não responder aos crimes cometidos, alguns esquecidos e outros relativizados durante a campanha. 

Parece que ainda não caiu a ficha na emissora do Jardim Botânico.



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Se Flávio Bolsonaro não pode livrar Daniel Vorcaro de um jeito, pode livrar de outro

As celas da Papudinha estão cansadas de saber que o banqueiro dono do banco Master, Daniel Vorcaro, não aguenta mais a vida na prisão. Acostumado às viagens, às mulheres, ao charuto e ao uísque, Vorcaro não aguenta a pobreza da vida monástica de presidiário na Papudinha, onde vive cercado por homens.

Já tentou fazer delação premiada algumas vezes, mas nunca entregou ninguém de peso que interessasse à Polícia Federal, ao PGR Gonet, menos ainda ao antigo ministro do STF relator do caso, André Mendonça, que temia uma citação de seu protegido, o agora valente fujão Fábio Bolsonaro. 

A esperança de Daniel Vorcaro era a vitória de Flávio Bolsonaro na eleição presidencial, que poderia livrá-lo da cadeia e deixá-lo partir ao encontro dos bilhões que tem separado em algum lugar no exterior.

Agora, já era. Flávio Bolsonaro não apenas perdeu a eleição como fugiu para a Miami, largando o "irmãozão" de quem jamais largaria a mão,em mais uma das milhares de mentiras do senador.

 

Flavio Bolsonaro: Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!

Sem alternativa, Vorcaro deve partir para o plano B para tentar se livrar da Papudinha: fazer a delação premiada contando tudo o que tem para dizer de seu relacionamento com Flávio Bolsonaro. Abrir o jogo, todos os encontros que tiveram e quanto de dinheiro o senador fujão pegou do banqueiro. Pode explicar inclusive como o Flávio "comprou" a mansão em Brasília. 

O jornalismo das fontes abundantes está à espera de sinais para começarem os vazamentos.

 

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