segunda-feira, 17 de julho de 2006

Bolsa-Família não é esmola

Na Folha de São Paulo hoje, reportagem de Marta Salomon:
A crítica dirigida ao Bolsa-Família de que o programa é "esmola" que acomoda famílias beneficiárias na situação de pobreza é contestada por pesquisadores do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), com base em dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
Fábio Veras e Sergei Soares investigaram o programa mexicano Oportunidades, similar ao Bolsa-Família, e notaram a redução do número de trabalhadores crianças e adolescentes como o principal impacto -e positivo- no mercado de trabalho.
Em trabalho publicado pelo IPC (Centro Internacional de Pobreza) com outros dois pesquisadores, Veras e Soares defenderam que o aumento da renda via trabalho não deveria determinar a exclusão automática do Bolsa-Família, como prevê o programa. Para eles, a dependência pode ser incentivada nesse caso, pois a elevação da renda pode ser apenas passageira.

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Um comentário:

  1. Anônimo17.7.06

    Para mim é populismo mesmo.
    Como diz o ditado é melhor ensinar a pescar do que der o peixe.

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