Esqueci de um detalhe fundamental na postagem "Alckmin não é o único culpado" (aqui): além de ser ruinzinho de voto, o vice da chapa de Alckmin - senador José Jorge (PFL-PB) - era ministro de Minas e Energia do governo FHC, na época do apagão...
Já imaginaram se a campanha endurecesse e o programa de Lula tivesse que mostrar na TV José Jorge e as imagens do apagão, e perguntar ao povo se é isso o que ele quer de volta?
(Atenção: se você não quer eleger um parlamentar corrupto, clique aqui, e não deixe de ler esta postagem.)
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Os jornalistas sérios devem pesquisar esse escandalo: um terrorista italiano, condenado a 18 anos de prisão pelo assassinato de dois filhos menores de um político de direita daquele país, é o principal assessor político da Senadora Heloísa Helena. Seu nome é Achille Lollo.Em 1987 ele foi condenado a 18 anos. Porém “fugiu” da Itália para, reaparecer no Brasil. O governo brasileiro se negou a extraditá-lo e ele vive até hoje no país. Em 2004, Achille participou, junto de Heloísa Helena, da fundação do PSOL, partido do qual é um dos principais ideólogos.É muito estranho como num momento onde alianças são tão questionadas, nenhum jornalista se interesse por essa aliança que liga o PSOL a uma organização terrorista. Você não acha estranho? Então leia em http://cacom.blogspot.com/2006/03/helosa-helena-meu-amigo-terrorista.html Os meninos, que morreram queimados, se chamavam Virgilio e Stefano Mattei. E seu pai era Mario Mattei, lixeiro em Roma e membro do diretório local do MSI.
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