Quem banca a blogueira cubana Yoani Sánchez, queridinha da América?

A chamada “grande imprensa” que se apequena cada vez mais, e agora também em vendagem (embora continue muito vendida em outro sentido) adoooora a Yoani Sánchez, a blogueira cubana favorita entre os anticastristas, anticomunistas, antiCuba. Para eles, ela é uma vítima da ditadura cubana, e luta de forma independente e a duras penas para colocar em seu blog Generación Y o que seria a realidade de Cuba.
Porém, como diz o samba, ai, porém, algumas questões sobre Yoani não são esclarecidas ao público leitor, que só tem a versão da ex-grande mídia.
Por exemplo. Ela afirma que sofre muito para publicar os textos em seu blog, porque a conexão em Cuba é lentíssima, menos para estrangeiros que podem pagá-la a peso de ouro.
É verdade? Sim. No que se refere à baixa velocidade das conexões em Cuba.
“...el común de los mortales en la isla sufre la deficiente conectividad de satélites caros y de baja calidad por no tener acceso al cable submarino de fibra óptica. El bloqueo a Cuba también se extiende al ciberespacio y a los servicios tecnológicos de grandes compañías como Microsoft, dando como resultado una conectividad a Internet tan precaria y lenta como la de sus orígenes analógicos vía línea telefónica. Con frecuencia, tanta lentitud distrae al usuario y le hace olvidar, momentáneamente, qué página está esperando abrir…”
Mas a blogueira, ao contrário do que afirma, não tem esses problemas.
Pero Sánchez no tiene problemas. Aunque esté en Cuba puede utilizar tecnologías estadounidenses cuyo acceso esta imposibilitado por el bloqueo de EEUU. Su sitio madre se llama www.desdecuba.com, una “denominación de origen” o marca registrada que podría hacer creer a algún incauto que su conexión a la red y todo el esfuerzo de mantenimiento “on line” radica en la isla, pero la verdad es que el servidor está alojado en Alemania, registrado a nombre de un viejo amigo, Josef Biechele, y atendido por los servidores de la compañía Cronos AR Regensburg, sucursal germana de la empresa Strato. Una simple visita a http//www.cronon-isp.net/index.html indica que esta empresa no presta servicios a usuarios comunes, como -por ejemplo- a blogueros.
¿Por qué en Alemania? Probablemente porque allí Sánchez dejó buenas conexiones cuando regreso a Cuba después de vivir más de 11 meses, con permiso de residencia en el exterior, radicada en Suiza y Alemania. Esta filóloga, formada en la gratuita Universidad de La Habana, emigró a Europa en busca de mejores horizontes pero súbitamente regresó a la isla para convertirse en bloguera, probablemente con una oferta mejor remunerada que lo ya conseguido fuera de su país.
La compañía Cronos AR Regensburg no promociona sus prestaciones. Tampoco publicita precios, ni características de los servicios que otorga por contratación directa. El soporte técnico de su sitio atiende casi en exclusiva a la bloguera Yoani, bajo el tipo de “herramienta diseñada a mano”, cuyo precio de mercado asciende a varios cientos de miles de dólares, a los que deben sumarse los costos de las versiones en 18 idiomas, los recursos de publicidad en Internet y la capacidad de memoria del sitio para el almacenaje de contenidos por largo tiempo.
El registro del dominio del blog lo mantiene la empresa Godaddy, que es una de las compañías contratistas que utiliza el Pentágono en la cyber-guerra propagandística de estos tiempos. Así, Yoani tiene acceso preferencial a las tecnologías norteamericanas que el bloqueo prohíbe para Cuba.
A cada dia a blogueira está deixando cair sua máscara e se revelando tão blogueira independente quanto Armando Valladares foi um poeta paralítico. Valladares foi protagonista de um escândalo mundial, quando se revelou que não era nem poeta nem paralítico e só conseguiu sair de Cuba porque se submeteu à exigência de Fidel de que subisse andando no avião em Cuba e descesse do mesmo modo em Paris. E ele assim o fez, porque nunca fora paralítico.
Yoani segue pelo mesmo caminho. Outro dia se disse vítima de agressão, por “homens ligados ao governo”, que lhe teriam aplicado uma surra que a fez passar a usar muletas. No entanto, médicos que a atenderam negam suas afirmações, em reportagem ao jornal espanhol La Republica.
Saiba mais sobre como se fabricou o sucesso dessa "blogueira independente", clicando a seguir e lendo a reportagem completa, em espanhol, da CubaInformación (original aqui)

A Veja está em crise existencial e se pergunta: 'Somos mesmo PORCOS?'


Esta é a capa da Veja-Rio desta semana, estampada nas bancas do Rio de Janeiro.
Os amigos podem ajudar o hebdomadário suíno em crise? Eles são ou não são porcos?

‘O meu carro, se me permite a expressão, não há cu de peruano que aguente’, diz Gabeira

Quando se junta cu e peru, o pau come (epa!) ou então é ai, ui, ai, ui, aaai, uma loucura!... Mas isso é coisa da vida particular de cada um.
Menos quando entra na reta dinheiro público. Menos ainda quando quem usa dinheiro público de forma irregular é ninguém menos do que o Indiana Jones da moral e dos bons costumes, o Super-Ético Fernando Gabeira, aquele deputado do PV que disse que o ex-deputado Severino Cavalcanti era uma vergonha para a Câmara dos Deputados, exatamente por causa de sua política de merrequinhas. (Clique aqui e ouça a entrevista exclusiva que fiz com Severino Cavalcanti quando Gabeira foi flagrado em outro “desvio ético”).
Explico: A Folha (aquele jornal que publica fichas policiais falsas, que diz que a ditadura foi branda, e que emprestou carros para torturadores passearem com torturados até a “solução final”) publicou ontem uma reportagem (aqui, para assinantes) mostrando que teve acesso a “dados sigilosos” (como? Com que intenções? Eles procuraram os quebradores de sigilo ou foram por eles procurados?) que mostram que deputados usaram ilegalmente verbas indenizatórias da Câmara em suas campanhas políticas de 2008. Entre eles, Gabeira:
Um dos expoentes da Câmara, o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) utilizou parte da verba indenizatória na disputa à Prefeitura do Rio em 2008: usou R$ 6.600 para alugar o carro que o transportou durante a campanha. Gabeira disse não considerar incorreta a atitude, porque a Câmara permite o aluguel de carros e porque ele repassou um carro seu (um Gol) para uso do gabinete.
"O meu carro, se me permite a expressão, não há cu de peruano que aguente. Os caras andavam comigo em um Gol, não dava para colocar quatro pessoas", disse ele -que, após as eleições, não cobrou mais da Câmara gastos com aluguel de carro. Gabeira disse que isso ocorreu porque ele comprou um carro para uso do gabinete.
Ao ver a cara de pau dessas éticas figuras, me recordo de um filme de Godard (não me perguntem qual, porque aí já seria muito para minha memória de pouquíssimos RAMs) em que o sujeito diz que quando ouve falar em ética (ou moral, sei lá, não recordo), “tenho vontade de puxar meu talão de cheques”. É isso.
Vomitar também vale, e além do mais é menos dispendioso (OK, menos chique também...)...
(Só pra não encerrar assim no ar: Alguém sabe a origem dessa expressão "asssim não há cu de peruano que aguente"?)

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Trem desgovernado de Serra parte montanha abaixo

Atenção direitistas raivosos, doutos preconceituosos, porcalistas e seu porcalismo, blogueiros de esgoto, colunistas de aluguel, viúvas de FHC, o trem desgovernado da candidatura Serra vai partir.
Primeiro apito: - Siiiii...
Segundo apito: - Fu....
Terceiro apito: - Siiifuuuu...
(sai o trem)
Sifu, Sifu
Sifu, Sifuuuu
Sifu, Sifu
Sifuuuuuu, Sifuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu...
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PIG faz mal à saúde das empresas, descobrem Samsung e LG

A imagem aí de cima é uma reprodução de um box publicado no Globo de sábado. Mostra o tremendo prejuízo que grandes empresas estão amargando por apostarem na crise propagada pelo PIG e seus colunistas (todos eles ainda recebendo milhares de reais para darem palestras para executivos país afora).

O box foi encaixado numa reporcagem sobre a movimento recorde de venda de televisores de LCD no país. A Samsung já se conforma: não vai conseguir atender de 30% a 35% das encomendas. A LG, de 20% a 25%. Imagine o quanto isso representa de prejuízo.

Já a Philips afirma que está tudo OK. Porque “houve prioridade para os mercados emergentes”. Ou seja, eles acreditaram no país, e que a crise seria uma marolinha, como afirmou o presidente, ridicularizado pelo PIG.

No entanto, reparem que o título de O Globo ainda continua brigando com a matéria: Modelos em falta por causa da crise. Errado. O correto é: Modelos em falta porque não houve crise.

Como a Carolina da canção de Chico, o PIG continua mirando um público cada vez menor e um mundo cada vez mais ultrapassado pela realidade, enquanto o tempo passa na janela e só Carolina não vê.

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