sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Nassif denuncia farsa da Lava Jato, que agora 'tenta esconder rinoceronte debaixo do tapete'

Ilustração de um Rinoceronte arrebentando a parede e invadindo a sala


O jornalista Luís Nassif denuncia a Lava Jato, que anuncia somente agora, após denúncias de Tacla Durán na CPI da JBS, uma perícia nos documentos da Odebrecht.

Durán disse que dados foram manipulados, e não apenas disse, como apresentou provas, que foram periciadas na Espanha.

A verdade aos poucos vem à tona, e quem não acreditava no potencial demolidor das declarações de Tacla Durán vai ter que se render a elas.

Ou alguém pensa que quando a Odebrecht reuniu seus 70 executivos e combinou com eles como fariam a delação coletiva (o que já é um absurdo - ilegal, inclusive), a ordem unida foi: "Olha, senhores, a partir de hoje só dizemos a verdade, somente a verdade"?

Nassif mostra que a farsa começa a cair, embora os procuradores (ou prestidigitadores?) pensem que podem mantê-la de pé apenas com novos truques e arranjos.

Ao Nassif:


A informação de que o Ministério Público Federal (MPF) pediu, finalmente, a perícia no sistema Drousys da Odebrecht (que registrava todas as operações do Departamento de Operações Estruturadas) contém duas inverdades:
1. O pedido só foi feito depois que a CPI da JBS deu todas as informações relevantes sobre o sistema.
2. A perícia será feita em cima de dois HDs e um pen drive, que seriam os equipamentos enviados pela Justiça Suíça.
Só um completo jejuno em informática imaginaria que um sistema complexo como o Drousys, que registrou milhares de transações, movimentou bilhões de dólares, caberia em dois HDs e um pen drive.
O sistema completo tinha vários servidores. É impossível que o conteúdo coubesse em dois HDs e um pen drive.
No fundo, a Lava Jato sabe que caiu em uma esparrela.
Primeiro, obrigou os delatores da Odebrecht a delatar Lula. Era a condição essencial para a delação ser aceita.
Como delação tem que apresentar provas, e como não existiam as provas do que diziam, recorreram à falsificação dos extratos do Banco Meinl e do sistema de transações do Drousys.
O livro de Tacla Duran escancarou a armação. Em vez de considerar as novas provas, os bravos procuradores tratam, agora, de esconder o rinoceronte debaixo do tapete, e disfarçar que o rabo que ficou de fora é contracheque para Lula. [Fonte: GGN]

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