segunda-feira, 20 de abril de 2020

Juiz vê 'Fortes indícios de materialidade e autoria de crimes' de Flávio Bolsonaro e manda seguir processo de corrupção


Flávio, Jair Bolsonaro e Queiroz

 

Ministro do STJ rejeita novo pedido de anulação do processo das rachadinhas de Flávio Bolsonaro


Há mais de um ano, o senador Flávio Bolsonaro, que se diz inocente, foge como o diabo da cruz do processo no Rio de Janeiro, que o acusa de enriquecimento ilícito por meio de rachadinhas — divisão do dinheiro de funcionários de seu gabinete, que lhe devolviam a maior parte do salário todo mês.

Flávio já tentou anular o processo. Transferi-lo pra Brasília. Tudo isso embora diga que não tem nada a perder, que todos os seus negócios são legais e a inacreditável evolução de seu patrimônio é apenas fruto de bons negócios realizados, inclusive com sua loja de chocolates num shopping da Barra.

Seu chefe de gabinete, o ex-PM Fabrício Queiroz, amigão do peito de Jair Mentira Bolsonaro, até hoje não apareceu para prestar depoimento sobre as rachadinhas, inclusive já virou meme com a frase "Cadê Queiroz?".

Outro que também esteve envolvido no processo, o miliciano e ex-capitão do Bope,
Adriano da Nóbrega, foi assassinado na Bahia num típico caso de queima de arquivo, antes que pudesse dar alguma informação sobre o caso.

Flávio só ainda não conseguiu bloquear de vez o processo, sendo que dessa feita seu desejo foi contrariado pelo ministro do STJ Félix Fischer:
“Ao contrário do que o recorrente informa, que a investigação tenha acontecido em face de pessoa politicamente exposta, com vazamento de seus dados fiscais e bancários por cerca de 10 anos, fato é que, conforme consignado nos presentes autos, a quebra de sigilo foi autorizada em duas decisões judiciais devidamente fundamentadas (no amparo em fortes indícios de materialidade e autoria de crimes; na suposta formação de grande associação criminosa, com alto grau de permanência e estabilidade na Alerj; e, como se não bastasse, na imprescindibilidade da medida)”, escreveu o ministro, relator do caso no STJ. [O Globo]
Essa foi a 9ª vez que a defesa de Flávio tentou melar o processo.




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