"Incontrolável e desgovernada". Jurista analisa segurança Pública de Tarcísio em SP

O jurista Wálter Maierovitch deu uma declaração bem contundente e preocupante sobre a Segurança Pública de São Paulo sob comando do governador Tarcísio de Freitas. Contrariando a visão edulcorada da mídia corporativa, que passa pano para o governador, que era seu candidato de coração à presidência da República, o jurista vê problemas gravíssimos na Segurança Pública de São Paulo, a seu ver dominada pelo PCC.

O caso recente da perseguição policial ao carro onde se encontrava o candidato do PT ao governo do estado, ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, mostra, na visão de Maierovitch um retrato preocupante da situação no estado.

O carro do candidato Fernando Haddad foi seguido por uma viatura da PM por mais de 40 minutos num claro sinal de intimidação, mandando um recado intimidatório ao candidato do PT.

 

"Precisa ser feita uma apuração, evidentemente, minuciosa. Mas eu quero colocar uma coisa que me parece fundamental. Nós estamos conversando sobre o fato, mas nós não estamos enxergando o pano de fundo. Vamos olhar, por favor, o pano de fundo. E o que o pano de fundo mostra? Uma polícia militar contaminada pelo PCC. Uma série enorme de reportagens, e até isso levou a um editorial do jornal O Estado de São Paulo, que tem o seguinte título, e eu coloco entre aspas, 'PCC está dentro da Polícia Militar de São Paulo'". 


Para o jurista, "o PCC está dentro da Polícia Militar de São Paulo. Esse é o ponto central do pano de fundo".

"O que uma organização mafiosa faz? Se a PM, por oficiais coronéis, se ela está contaminada, qual é o método? O método é o da intimidação. É a da difusão do medo, é de mandar avisos, é de mandar recados. Este é o pano de fundo. Portanto, não dá para pegar um fato desse, onde uma ousadia chega a um candidato ao governo de São Paulo."


Para Wálter Maierovitch a situação é gravíssima:


"A Polícia Militar de São Paulo é incontrolável e está desgovernada."
 


 

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Aroeira e a diplomacia Caracu dos Estados Unidos



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Aroeira e mais um ministro no rol dos corações bolsonaristas



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Quinho e o modo made in USA que querem nos empurrar para as urnas



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Aroeira e os corações bolsonaristas do presidente e do vice do TSE batendo contra Lula



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Eduardo Bolsonaro tira certidão de imbecil nos EUA e põe vida da filha em risco

A família Bolsonaro é a prova vida da máxima  "De onde menos se espera, daí é que não sai nada",  jornalista, escritor e humorista brasileiro Apparício Torelly, autoproclamado Barão de Itararé. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, foragido da Justiça brasileira, onde foi por coação e obstrução da justiça, é um exemplo vivo.

Em seu perfil no X, Eduardo se jacta de ter conseguido um papel numa agência "como se fosse os Correios no Brasil, e imprimi esse papel em casa aqui, do governo do Texas, assinei, trouxe aqui uma espécie de cartório, só que sem fila, paguei 10 dólares e está feita a declaração juramentada onde eu fico responsável pela minha filha não tomar vacinas e ela pode se matricular em qualquer escola aqui do Texas".


Todo feliz com o certificado de imbecil, Eduardo põe a vida da filha em risco. Sorte é que a pequena Georgia, que não tem culpa de estupidez paterna, viveu no Brasil seus primeiros anos de vida e certamente tomou toda aquela série de vacinas, ou já estaria se arriscando a ser uma próxima vítima do surto de sarampo em vários estados daquele país.

Curioso é que o valentão, em plena Covid se vacinou contra com o coronavírus, mesmo contra a vontade do pai, e até postou em suas redes. 

Na hora de defender a própria pele, Eduardo se vacinou. Proteção que agora nega à filha.



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Protegido por Mendonça, Flávio Bolsonaro parte para ataque à alta cúpula do Judiciário

Seguindo os passos do pai, que acusava a cúpula do Judiciário de persegui-lo, o candidato da extrema direita Flávio Bolsonaro, em discurso num almoço com líderes empresariais amigos foi além e disse textualmente que é perseguido, embora na verdade venha sendo protegido por André Mendonça desde 2020, "porque está divulgando a roubalheira que acontece na mais alta cúpula do Judiciário brasileiro".

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Provavelmente, mais adiante, quando vier a julgamento pelos incontáveis crimes de que já é acusado, dirá como o pai que não tinha como provar a tal "roubalheira", que era figura de linguagem ou ainda "você sabe como eu sou"... Está arriscado a ainda chamar o ministro relator de seu caso para vice, já que teve tanta dificuldade para encontrar um, a ponto de ter de aceitar um deputado acusado de corrupção e estupro de vulnerável...

O homem que acusa o Judiciário de roubalheira ainda não conseguiu explicar por que funcionários de seu gabinete tinham que entregar 90% dos salários que recebiam. 

Não conseguiu explicar como sua loja de chocolates chegava a faturar mais em meses comuns do que na Páscoa, como é usual em todas as lojas de chocolates. 

Não conseguiu explicar como conseguiu comprar uma mansão declaradamente por R$6 milhões, mas que vale o dobro pelo menos em avaliação do mercado, com o salário de deputado e senador.

Não conseguiu explicar por que mantinha em seu gabinete a mãe e a mulher do maior matador do Escritório do Crime, gangue miliciana de matadores no Rio de Janeiro.

Não conseguiu explicar o destino dos R$61 milhões de Vorcaro, pretensamente para um filme sobre a vida de seu criminoso pai, condenado a 27 anos e três meses de prisão.

Não conseguiu explicar o que foi fazer na casa de Vorcaro um dia após ele ser liberto provisoriamente da cadeia, com tornozeleira eletrônica. Por que um senador se arriscaria tanto numa visita comprometedora dessas se não fosse por dinheiro — como afirmou o presidente de seu partido, Valdemar Costa Neto — ou por, talvez, ameaçar Vorcaro para que não abrisse o bico sobre o dinheiro que acabou vindo à tona pela apreensão dos celulares do dono do banco Master?

Não conseguiu explicar a nota emitida e depois cancelada de R$500 mil para uma empresa chamada Copenhage. A alegação de que não aceitara a proposta de trabalho não se sustenta. Ninguém emite nota por um trabalho que não vai realizar.

Não explicou ainda qual tipo de trabalho exerceu como advogado para receber os R$500 mil da outra nota. Nem para quem foram emitidas e com que finalidades as demais 38, das 41 notas emitidas por seu escritório de advocacia.

Não explicou ainda por que contratou como sua administradora a irmã do sócio e contador do Careca do INSS, acusado de ser o cabeça do sistema de corrupção no Instituto.

Flávio parece seguir à risca a orientação de Steve Bannon: "acuse-os do que você faz, chame-os do que você é".

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