A ação foi movida pela família do jornalista contra o coronel reformado do Exército Brasileiro, Carlos Alberto Brilhante Ustra, já reconhecido como torturador em outro julgamento.
Ustra, que recentemente teve artigo seu publicado na Folha, era comandante do centro de tortura do Doi-Codi (de 1969 a 1973), onde Merlino foi barbaramente torturado e assassinado em julho de 1971.
Curiosamente, a Folha não publica uma linha sequer sobre o julgamento. Será que está à espera de um novo artigo de Ustra para sua página?
Para saber um pouco mais sobre o julgamento, Merlino, Ustra e o que acontecia no Doi-Codi àquela época, leia Merlino X Ustra: Memória de um tempo não vivido, da sobrinha de Merlino, a também jornalista Tatiana Merlino, na Pública.
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