quarta-feira, 12 de outubro de 2016

'A política ama a traição mas abomina o traidor'. O próximo da fila é o traidor Crivella


Dilma e o traidor Crivella

 A frase do ex-governador e grande líder trabalhista Leonel Brizola é implacável: "A política ama a traição mas abomina o traidor".

Os governos Lula e Dilma fizeram muito pelo Brasil e especialmente pelo Estado do Rio de Janeiro. No entanto, na hora agá, quando Dilma precisou dos aliados a quem tanto ajudou, a presidenta foi traída: Eduardo Paes, que deve sua eleição ao presidente Lula, mandou seu candidato do coração Pedro Paulo a Brasília votar pelo impeachment.

Crivella, que se elegeu senador graças a Lula e Dilma, e foi ministro da presidenta até 2014, também traiu Dilma e votou favoravelmente a seu impeachment.

A maldição da máxima de Brizola já atingiu dois: Eduardo Paes e seu pupilo Pedro Paulo foram defenestrados no primeiro turno. Agora é a vez do outro traidor, Crivella.

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