terça-feira, 21 de novembro de 2017

Pezão é o Temer do Rio. Multidelatado, com impeachment pedido, continua no poder para servir ao golpe com as privatizações

Pezão e Temer trocando sorrisos, com Temer abrindo o paletó

Está lá manchete da Folha: "Delator afirma que Pezão recebeu R$ 4,8 milhões de propina". Não é a primeira acusação. Nem é possível acreditar (talvez nem o Papa acreditasse) que Pezão, que foi vice-governador e Secretário de Obras (de obras da Delta, Odebrecht!), não soubesse da corrupção que correu frouxa nos dois governos de Cabral e que o colocaram na cadeia.

Se não fosse o bastante, Pezão foi acusado várias vezes por delatores como tendo recebido propina. A última agora, por um funcionário do doleiro Álvaro José Novis, de que teria recebido R$ 4,8 milhões.

Ele, assim como Temer, são do PMDB, e estão no poder para aplicarem no Brasil e no Rio a agenda do mercado financeiro, da mídia corporativa e do golpe: privatizações, quebra de direitos trabalhistas e desmonte de programas sociais.

No Rio, além de todo o descalabro administrativo, com graves problemas de atraso de pagamento (ou mesmo de não pagamento) de funcionários públicos, insegurança, hospitais e UPAs ao deus-dará, o plano é quebrar a UERJ e privatizar a CEDAE, companhia de água e esgoto do estado.

Enquanto isso não acontece, ele se mantém. Como Temer, mesmo com todas as acusações contra ambos.


O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), teria recebido R$ 4,8 milhões de um dos operadores do esquema de propina de Sérgio Cabral, ex-governador do Rio.
A informação consta da deleção premiada de um funcionário do doleiro Álvaro José Novis.
Segundo o delator Edimar Moreira Dantas, o governador era identificado como "Pé Grande" nas planilhas entregues aos procuradores. 
De acordo com Dantas, ele gerenciava uma conta criada exclusivamente para o pagamento de propinas. Na delação, o funcionário do doleiro informou que o dinheiro era enviado pela Fetranspor, a Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro.
O governador disse que não conhece e nunca esteve com Dantas e garantiu que jamais tratou de pagamento ou recebimento de recursos ilícitos.
Ao Ministério Público, o funcionário de Novis afirmou que o dinheiro era entregue a um intermediário identificado como Luís.
Para os procuradores, o intermediário seria Luís Carlos Vidal Barroso, assessor do governador ainda contratado do governo do Estado.
Nas planilhas do doleiro aparecem cinco pagamentos a Pé Grande, num total de R$ 4,8 milhões. Os pagamentos foram feitos de 22 de julho de 2014 a 8 de maio de 2015.
Nessas datas, Pezão já tinha assumido o cargo de governador do Rio.[Fonte: Folha]


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