quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Mãe de Marielle diz que filha não relatou ameaças, e anuncia que vai estar presente na homenagem em Paris dia 21

O cineasta Roberto Mader ("Condor"), a cantora Malu Rocha e a mãe de Marielle, Marinete da Silva

Estive ontem com a mãe de Marielle Franco, Marinete da Silva, no lançamento de dois livros de Frei Betto num café no Leblon.

Livros de Frei Betto


Numa conversa informal, ela confirmou que Marielle nunca relatou ameaças e que a família recebeu com surpresa seu assassinato.

Marinete disse que a família quer a verdade e vai lutar até o fim para descobrir quem mandou matar sua filha. Disse também que estará em Paris no dia 21 de setembro para inauguração do Jardim Marielle Franco, no centro de Paris.


Quase um ano e meio após o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), no Rio de Janeiro (RJ), um jardim suspenso ganhará seu nome em Paris, na França. Está prevista para 21 de setembro a inauguração do primeiro espaço permanente com o nome da defensora dos direitos humanos. A Red-Br (Rede Europeia pela Democracia do Brasil), associação que liderou o projeto de construção do espaço, criou campanha de financiamento coletivo para garantir que a família de Marielle esteja no evento.
O projeto do jardim suspenso foi aprovado pela prefeitura de Paris em abril deste ano. À época, a prefeita Anne Hidalgo anunciou a criação do espaço em sua rede social, após a votação do conselho. “Foi votado! Os representantes parisienses aprovaram nesta manhã a proposta que apresentei a eles com minha equipe: um lugar em Paris levará o nome de Marielle Franco, ativista de direitos humanos, eleita do Rio de Janeiro, assassinada em março de 2018”, tuitou a gestora.
O local escolhido foi o 10º distrito da cidade, sobre as plataformas da Gare de L’Est, uma das principais estações de trem da capital francesa. A associação Red-Br liderou o pleito da homenagem com o apoio de coletivos como Autres Brésils, France Amérique Latine, Amnesty International France, Coletiva Marielles, Ligue des Droits de l’Homme, Inter LGBT e Amis des Sans Terre. O grupo fez “o pedido para que um local público da cidade recebesse o nome de Marielle Franco, correspondendo à expectativa lançada pelas homenagens internacionais expressas nas placas ‘Rua Marielle Franco’”.  [Fonte: Vermelho]
 
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