terça-feira, 14 de setembro de 2021

Temer e 'elite', que golpearam Dilma e elegeram Bolsonaro, riem muito. De que riem? De mim, de você, do Brasil

Uns dias após ter um jatinho da FAB à disposição para apanhá-lo em São Paulo, levá-lo a Brasília para livrar a cara de Bolsonaro e depois voltar a São Paulo, Temer marcou um "convescote" com a nata da "elite" que golpeou Dilma e o colocou na presidência, para confraternizar e comemorar a volta do traíra ao cenário político.
 
Porque agora Temer já se alvoroça para ser a Terceira Via, um governante que chegou a ter 82% de ruim e péssimo como avaliação, ameaça voltar, como nos filmes de vampiro.
 
Temer está em campanha, com filme nas redes e plaquinhas nas mãos de populares na fracassada manifestação branquinha e cheirosa do MBL e Vem pra Rua do dia 12, a R$50 por cabeça.
 
O prato principal do jantar foi zombar de Jair Bolsonaro, a quem Temer socorreu na hora em que poderia vir a ser impichado ou ter algum dos filhos preso. 
 
O filho do empresário Paulo Marinho, que imitava Bolsonaro na campanha, a ponto de fazer promessas eleitorais por ele, brindou os presentes com imitações ridicularizando Bolsonaro.
 
Mas o destaque no vídeo é que todos riem fartamente, mesmo sabendo que estão sendo gravados e as imagens acabariam na internet.
 
Segundo o Poder 360, estavam presentes:
    Paulo Marinho, empresário, 1º suplente do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) e hoje em SP engajado na pré-campanha a Presidência de João Doria (PSDB-SP);
    Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD;
    Johnny Saad, presidente do Grupo Bandeirantes;
    Roberto D’Ávila, o jornalista, apresentador e diretor da GloboNews;
    Antonio Carlos Pereira, o Tonico Pereira, ex-editorialista do jornal O Estado de S.Paulo, está à esquerda de Temer;
    Naji Nahas, empresário e investidor, está à direita de Temer;
    Raul Cutait, cirurgião do hospital Sírio-Libanês;
    José Yunes; advogado e amigo pessoal de Temer.
A cena me trouxe à memória uma outra, a da farra dos guardanapos, quando o ex-governador do Rio Sergio Cabral, atualmente preso e condenado por enquanto a 300 anos de cadeia, e vários membros de seu governo, dançaram com guardanapos na cabeça no principado de Mônaco, às gargalhadas.
 
A pergunta que me fiz na época refiz agora: De que riem?
 
A resposta é uma só e mesma: de você, de mim, de nós, do Brasil. 
 
Veja o vídeo.





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