domingo, 13 de fevereiro de 2022

Quem diria que Bolsonaro e Moro ainda vão acabar juntinhos


Talvez só a conja de Moro, Rosângela Moro, que disse certa vez que via "Bolsonaro e Moro como uma coisa só", aguarde o desfecho que deve ter a tragicomédia das candidaturas Bolsonaro e Moro.
 
Abertas as urnas, ambos não eleitos, o que os aguarda é o sereno, onde serão abandonados por todos os que hoje ainda os bajulam.
 
Bolsonaro é o bode expiatório perfeito para políticos e militares, seus parceiros na destruição do país, mas que vão tirar o corpo fora e deixar nas costas de Bolsonaro a culpa de tudo de ruim que aconteceu e ainda acontece no país.
 
Já o ex-juiz vai ser o bode expiatório perfeito para todos os membros do Judiciário, cúmplices alegres nas maracutaias da Lava Jato, no golpe de 2016, na prisão de Lula, que lançarão na conta de Moro todos os problemas do Judiciário brasileiro.
 
Aí haverá, enfim, o reencontro da dupla Bolsonaro-Moro. No banco dos réus. E talvez dividindo uma cela na Papuda.





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