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Michael Moore quer ver imagens do atentado ao Pentágono em 11/09

Moore realizou Fahrenheit 911, em que aborda a paranóia que tomou conta dos Estados Unidos depois dos ataques de 11 de setembro de 2001.

Não percebeu que, de tanto olhar para o que acontecia, deixou passar em branco o que realmente aconteceu naquele 11 de setembro.

Isso mudou, depois do filme:

“Depois de Fahrenheit 911, conversei com bom número de bombeiros que me confirmaram que ouviram explosões antes da queda das torres e que pensam que há muito que investigar nessa história.”

O foco de Moore, agora, é a suposta colisão de um Boeing, que terroristas teriam lançado sobre o Pentágono, ao mesmo tempo em que outros dois aviões atingiam as Torres Gêmeas.

“Deixe-me dizer-lhe uma só coisa que venho me perguntando há um tempo. Eu filmei o Pentágono antes do 11 de setembro. Há centenas de câmeras instaladas nos edifícios, até nas árvores. Tinham a possibilidade de filmar a chegada daquele avião de cem ângulos diferentes. Como é que não se pode ver o impacto do princípio ao fim? Eu quero ver as centenas de vídeos que existem desse fato. Por que não se pode ver aquele avião precipitando-se sobre os edifícios do Pentágono?”

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11/9: Foi mesmo um Boeing que atingiu o Pentágono?



A “grande imprensa” americana comprou a versão oficial do governo Bush de que um Boeing seqüestrado foi arremessado contra o Pentágono em 9 de setembro, ao mesmo tempo em que outros dois aviões eram lançados sobre as Torres Gêmeas. A versão se espalhou pelo mundo. Mas será que foi isso mesmo o que aconteceu?

Dê uma olhada nesse vídeo, que é uma parte editada por mim do documentário de longa-metragem Loose Change, e tire suas próprias conclusões.

(Nesse momento em que se inicia a implantação de uma Rede Pública de Televisão aqui no Brasil; nesse momento em que a “grande imprensa” se posiciona de modo francamente hostil ao governo democraticamente eleito (mais ainda, eleito apesar dela), é importante destacarmos que esse não é um comportamento exótico da imprensa brasileira, mas, ao contrário, ele se encaixa num movimento maior, a partir dos EUA, e que se irradia e reflete não apenas aqui, mas, em maior ou menor grau, pela imprensa de todo o mundo, e tem um de seus casos mais grotescos na imprensa venezuelana.
Por isso estou realizando esta série de postagens mostrando pontos de vista diferentes sobre o atentado de 11/9 nos Estados Unidos. Esta foi mais uma. Outras virão)

Dificuldades para assistir o vídeo? Clique aqui

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