segunda-feira, 15 de junho de 2020

Principal autoridade militar dos EUA pede desculpas por participar de ato com Trump: 'Forças Armadas não são políticas'


Nossos militares, que assim como Bolsonaro, têm uma, digamos, paixão desmesurada pelos Estados Unidos, ao ponto do presidente babar explicitamente os ovos de Trump, deveriam ouvir o pedido de desculpas da principal autoridade militar dos Estados Unidos, o chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general Mark Milley.

O general deixou-se usar por Trump (como generais daqui deixam-se usar por Bolsonaro), que, após as primeiras manifestações em protesto pelo assassinato do negro George Floyd por um policial branco, ameaçou usar as Forças Armadas contra os manifestantes, ao lado de Milley.
“Errei e aprendi com o meu erro, Eu não deveria estar lá. Minha presença criou a impressão de que os militares estão envolvidos em política doméstica", disse Milley. E completou: “precisamos honrar um princípio essencial da República: o de que as Forças Armadas não são políticas” [G1] 
No Brasil, Bolsonaro ameaça usar as Forças Armadas contra o STF, que pode tirá-lo do cargo por irregularidades nas eleições e no comando da nação.

Será que depois da manifestação do chefe do Estado Maior das Forças Armadas dos Estados Unidos (do Brasil, como disse certa vez Serra) nossos generais vão botar a viola no saco e tocar retirada de volta aos quartéis?







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