quarta-feira, 16 de março de 2022

Justiça britânica nega apelação de Assange. Agora, Biden vai decidir se ele morre em Londres ou nos EUA por denunciar crimes de guerra

A justiça britânica negou recurso da defesa de Assange e agora a extradição do fundador do WikiLeaks está, ao menos em tese, nas mãos da secretária de Estado Priti Patel.

É em tese porque seja qual for a decisão dela, cabe recurso e o padecimento de Assange por haver denunciado crimes de guerra dos EUA e aliados (Reino Unido à frente) vai prosseguir.

Na realidade, os Estados Unidos têm o controle da situação. Poderiam libertar Assange, se quisessem. Mas não querem. Pelo contrário, querem que Assange sirva de exemplo do que pode acontecer a todos aqueles que denunciem crimes de guerra dos Estados Unidos.

Está nas mãos de Biden (atual presidente) o destino de Assange: ou ele apodrece na cadeia de Belmarsh, em Londres, ou em uma dos Estados Unidos. 

Se for interessante mantê-lo sofrendo longe das vistas do povo dos EUA, ele ficará mofando na cadeia de Londres, vítima de recursos e mais recursos.

Caso contrário, Assange será extraditado e exibido como troféu de guerra nos EUA. 

É bom lembrar que tudo isso acontece sem que Assange tenha cometido crime algum, a não ser denunciar os crimes de guerra, através do WikiLeaks. Graças a isso, está sem liberdade, de um modo ou de outro, há mais de dez anos.

Assista agora a um dos crimes denunciados por Assange:


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