Flávio Dino mostra que é botafoguense raiz e desabafa nas redes


Ministro da Justiça e nome indicado por Lula para a vaga da ex-ministra Rosa Weber no STF, Flávio Dino é torcedor do Botafogo, como mostra esta foto em que ele está ao lado de Túlio Maravilha, autor do gol do título do Campeonato Brasileiro de 1995, que o Botafogo está tentando vencer novamente, após longos 28 anos.

E ser torcedor do Botafogo é saber conviver com o contraditório do preto e branco, como o ministro mostrou várias vezes em depoimentos no Congresso, onde deu show. E saber que há o lado da alegria e da tristeza, da derrota e da vitória.

Por isso, embora todos já estejam dando o Botafogo como carta fora do baralho, principalmente pelas atuações pífias do time entregando jogos nos minutos finais, Flávio Dino fez questão de cravar em seu perfil no X, ex-Twitter, que o Botafogo ainda tem chances, o campeonato não acabou.
Ser botafoguense é uma emoção única. Depois dos últimos inacreditáveis jogos, resta sorrir e seguir. Penso nas dissertações e teses acadêmicas que o nosso Glorioso, em sua campanha de 2023, propiciará. E ainda temos duas partidas em que, realmente, tudo pode acontecer.
Como há coisas que só acontecem com o Botafogo, por que não imaginar novo plot twist em que as coisas voltem a ser como no primeiro turno, onde tudo dava certo para o Botafogo e errado para os rivais?

Nos filmes românticos, há sempre uma quebra de expectativa perto do fim, como, por exemplo, em "Um Lugar Chamado Notting Hill". Na cena em que o personagem de Hugh Grant diz à estrela de Hollywood, interpretada por Julia Roberts, que não vai aceitar o pedido dela de que fiquem juntos, pois vivem em mundos diferentes, parece que tudo acaba para eles ali. Mas há uma reviravolta, eles se reconectam e ficam juntos com um final feliz.

Quem sabe não acontece assim com o Botafogo? Como diz o ministro Dino, "ainda temos duas partidas em que, realmente, tudo pode acontecer". 

E, quando é o Botafogo que está em jogo, tudo quer dizer tudo mesmo, porque há coisas que só acontecem com o Botafogo, como escreveu o poeta e cronista botafoguense Paulo Mendes Campos.



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