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Novamente Bolsonaro diz que houve fraude na eleição de 2018. Houve mesmo. Quem cometeu foi a campanha dele. Aqui a prova

Print do tuíte de Bolsonaro com vídeo de empresários

Em março deste ano completou um ano que Bolsonaro disse que tinha provas de que a eleição de 2018 foi fraudada. Nunca apresentou. Eu publiquei a fraude aqui e repito a postagem agora, quando ele repetiu a mentira de que teria sido eleito no primeiro turno.
 
Nesta terça, dia 9 [de março], completou-se um ano desde que Bolsonaro disse que tinha prova de que houve fraude na eleição de 2018, que ele teria vencido no primeiro turno. Mentiroso compulsivo, ele não mostrou prova alguma. Nem vai, porque fraude houve, sim, mas em favor dele. E aqui está a prova.
 
Está aqui abaixo [e na imagem acima] o tuíte do candidato Jair Bolsonaro do dia 28 de agosto do ano da eleição, 2018, que mostra que ele sabia que empresários estavam botando dinheiro em sua campanha, o que é ilegal e justifica sua impugnação e inelegibilidade.

No tuíte, ele apresenta os empresários e diz que estão juntos com ele. No vídeo, Gazin fala que estão botando dinheiro na campanha e a eleição tem que terminar no primeiro turno para que eles não tenham que gastar mais.




O TSE não tem nem trabalho de investigar. É réu confesso. É só fazer cumprir a lei.
 
Houve outras fraudes, também comprovadas. A sentença de Moro condenando Lula e tirando-o da eleição, que liderava com folga. A ameaça do comandante do Exército à época general Villas Boas em cima do STF, que amarelou e não deixou que Lula respondesse ao processo em liberdade, como tinha direito. 
 
O TSE tem uma chance de ouro de desafiar Bolsonaro a apresentar prova da fraude que diz existir e, ao mesmo tempo, se defender desse apoio criminoso de empresários à sua campanha, endossado por ele.






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Com UTIs de hospital de luxo lotadas, banqueiros, empresários e outros milionários escrevem manifesto, mas não coçam os próprios bolsos


Antes eles estavam tranquilos, porque havia sempre aquele hospital de luxo com UTI de primeiro mundo à disposição. Mas a pandemia chegou ao andar de cima e a possibilidade de ter que disputar não mais os aeroportos, mas as emergências e UTIs de hospitais com o povão, finalmente parece ter despertado os bilionários.
Economistas, banqueiros e empresários cobram medidas efetivas contra a pandemia. Mais de 500 economistas, banqueiros e empresários do país assinaram e divulgaram, neste domingo (21), uma carta aberta em que pedem medidas mais eficazes para o combate à pandemia do novo coronavírus. Em um texto com vários dados, o grupo chama a atenção para o atual momento crítico da pandemia e de seus riscos para o país, e também detalha medidas que podem contribuir para aliviar o que consideram um grave cenário. [Folha]
Novidade nenhuma nas medidas que sugerem: vacinação em massa, máscara, distanciamento social e uma organização central para o comando de ações da pandemia. Mas isso não seria exatamente o que deveria estar fazendo o Ministério da Saúde?
 
Mas aí eles teriam que criticar diretamente Bolsonaro e, talvez, até, sugerir que a saída do genocida da presidência é a única maneira de controlar a expansão da pandemia no país.
 
Mas eles não se atrevem a tanto. Por enquanto. Ainda estão lucrando muito com a crise. Só no ano passado, em meio às mortes, milhões de desempregados, fome e volta da miséria ao país, Itaú, Bradesco e Santander lucraram juntos R$ 52,15 bilhões.
 
Falar em coçar seus bolsos e dividir um pouco dos lucros nababescos com o país, oferecendo-se para comprar vacinas imediatamente e máscaras de qualidade para proteger toda a população, eles não chegam a tanto.
 
Topam qualquer esforço, menos mexer em seus lucros e bolsos.
 
Mas isso é por enquanto. Porque com Bolsonaro na presidência não há chance de a pandemia ser contida. É daqui para pior. Três mil mortos por dia . Logo, quatro, cinco mil. Meio milhão de brasileiros mortos. 
 
Mas quando morrer o primeiro banqueiro, aí eles vão subir o tom. Dependendo do tamanho do banco.
 
A única saída para a crise da pandemia é a saída do presidente Bolsonaro. E o psiquiatra forense Guido Palomba já deu o caminho: Bolsonaro é um perigo para o país, ele escreveu aqui e declarou aqui no Jornal da Cultura.
 
Interdição, internação e remedinho. Depois uma ala na Papuda para pagar pelos crimes.
 


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Alexandre de Moraes assume no TSE na terça, 2, e deve reabrir produção de provas de fake news da campanha de Bolsonaro em 2018

Alexandre de Moraes

Na próxima terça, dia 2, o ministro Alexandre de Moraes assume uma cadeira no Tribunal Superior Eleitoral, em lugar de Rosa Weber.

O ministro vai levar para lá as provas que está colhendo agora contra os disseminadores de ódio e fake news com ataques ao STF. Moraes ampliou o prazo de investigação sobre os empresários apoiadores, que agora é de agosto de 2018 até abril de 2020.

Provas não faltam desse desrespeito à legislação eleitoral, que deve levar à cassação da chapa Bolsonaro-Mourão.

Veja por exemplo o vídeo abaixo, onde Luciano Hang e outro empresário convocam apoiadores a ajudarem na produção de vídeos em favor de Bolsonaro:
- Esqueça um pouco a empresa e vamos trabalhar pelo Brasil, diz o "Véio da Havan".
Quem está ao lado deles no vídeo, sorrindo e consentindo com a infração? O próprio Jair Bolsonaro.

O ministro Alexandre de Moraes já mostrou que não tem medo de cara feia (bom, ele tem espelho em casa...) e está indignado com a postura e radicalização dos apoiadores de Bolsonaro, insuflados pelo Jair e seus zeros.

Daí o desespero de Jair Bolsonaro, que busca criar um ambiente de confrontação geral no país, gerando caos, para tentar uma radicalização, escancarando o golpe que, na verdade, ele já deu no primeiro mês de seu governo, quando entregou a administração nas mãos dos militares.

Para ficar claro o tamanho da tomada de poder pelos militares: em fevereiro de 2019, havia em torno de 100 militares em áreas estratégicas (um até tutelando o presidente do STF, Dias Toffoli).

Hoje, são 2,8 mil integrantes das Forças Armadas em funções administrativas do governo federal. Desse total, cerca de 1,5 mil são do Exército, 680 da Marinha e 622 da Aeronáutica. [Fonte: Poder 360].

Nas mãos dos ministros do STF e do TSE estão o destino de Bolsonaro e do Brasil. Eles têm que agir, e rápido, ou o país vai entrar numa guerra civil, que já está sendo comandada desde fora, aproveitando os conflitos nos EUA de Trump.

A turma de Bannon deve star esfregando as mãos para incendiar também o Brasil. Pelo mesmo motivo de lá: salvar os presidentes incompetentes, que não souberam enfrentar a pandemia (EUA e Brasil estão à frente do número diário de morte e novos infectados), e ainda incentivam o ódio, o racismo e a misoginia em seus países.






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WhatsApp confirma envio massivo de mensagens nas eleições por empresas. Havan é uma delas. Falta mais o quê, TSE?

aRTE COM DIRETOR DO dATAFOLHA E wHATSaPP

Confirmação do envio massivo de mensagens por executivo do WhatsApp pode anular eleições no Brasil


Todo mundo sabe quem Luciano Hang, o Véio da Havan, apoia e apoiou nas eleições presidenciais do ano passado. Ele foi multado pelo TSE por impulsionar postagem em favor de Bolsonaro no Facebook. Ameaçou de demissão funcionários que não votassem em Bolsonaro. Apareceu em vídeo com outro empresário dizendo para que houvesse um esforço dos demais empresários para que Bolsonaro fosse eleito em primeiro turno, "pra economizar nosso dinheirinho" (prática que é ilegal).

Agora, o WhatsApp confirma o envio de milhões de mensagens ilegalmente pelo aplicativo nas eleições do ano passado. Entre as empresas envolvidas, a Havan.

O que falta mais ao TSE para juntar lé com cré e anular as eleições, cassar a chapa do presidente (eleito mediante fraude) Jair Bolsonaro e convocar novas eleições?

Abaixo, trecho do vídeo com executivo do WhatsApp.





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Enquanto investigação sobre hackers teve reforço de equipe, a das fake news que elegeram Bolsonaro estão na estaca zero

A tartaruga e a lebre

Soltaram a lebre atrás dos hackers e a tartaruga para investigar as fake news que elegeram Bolsonaro presidente do Brasil


Quando a Justiça e a PF querem, a solução costuma ser rápida. Quando não, o caso dorme o sono dos injustos nos corredores da burocracia e nas mãos de uma pequena equipe que não dá conta de investigar o caso.

Não seria um problema, se o caso não fosse o disparo de milhões de fake news pelo WhatsApp, bancado por empresários, em favor da campanha que elegeu Bolsonaro.

Não se discute a existência dos disparos. São fato. Dezenas de milhões de pessoas receberam mensagens com conteúdo mentiroso (as fake news) associando o candidato do PT, Fernando Haddad, a pedofilia, mamadeira de piroca, kit gay.

Esses milhões de mensagens não foram disparadas por milhões de indivíduos que, de repente e ao mesmo tempo, descobriram essas fake news sobre Haddad.

Elas foram impulsionadas por empresários, o que é duplamente ilegal: a legislação proíbe a participação de empresários no financiamento de campanhas e também proíbe a divulgação de material sabidamente falso.

Mas, ao contrário da investigação sobre os tais hackers, que andou rapidamente e aparentemente chegou a bom termo, a mais importante, aquela que resultou na eleição do presidente do Brasil está parada.
Fontes da Polícia Federal ouvidas pelo UOL dizem que maioria das investigações criminais sobre fake news nas eleições está arquivada ou prestes a ser jogada na lixeira. [UOL]
Bom, as investigações podem estar prestes a ir para a lixeira, mas o Brasil já está sendo jogado nela pelo presidente eleito com as fake news. Impunemente.




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