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Palestina grávida no centro da mira. Legenda: 1 shot 2 kills

Camiseta de soldado israelense: 1 shot 2 kill
Esta é uma das camisetas usadas por jovens soldados da IDF (Israel Defense Forces). Há outros modelitos, que você pode conferir na reportagem Dead Palestinian babies and bombed mosques - IDF fashion 2009.
A denúncia não é de nenhuma publicação antissionista, antissemita ou anti-Israel. Está no Haaretz, principal jornal de Israel.
Não é de causar espanto, portanto, que ainda outro dia o mesmo Haaretz (aqui, via BBC) tenha informado que soldados israelenses confirmaram que assassinaram civis em Gaza, obedecendo a ordens superiores:
"Entrávamos em um prédio e recebíamos ordens de subir de andar em andar e atirar em qualquer pessoa que víssemos... chamo isso de assassinato".
"Superiores nos disseram que podemos atirar nas pessoas que não fugiram, pois são terroristas, mas eles não tinham para onde fugir... isso me amedrontou, tentei fazer alguma coisa, da minha posição inferior, para mudar a situação".
Eles assassinam e ainda se divertem.
Como contraponto, publico novamente aqui o vídeo a seguir, para que você sinta a revolta, o sofrimento e o orgulho de um povo na voz de uma menina palestina. Não deixe de assistir.

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Jovem israelense se disfarça de palestina e sente na pele o preconceito

Foto da jovem israelense com suas roupas normais e como palestina

Reportagem da BBC informa que a jovem Liad Kantorowicz resolveu fazer uma experiência: vestir-se de palestina e sentir a reação das pessoas, nos lugares em que ela sempre freqüentou normalmente, em Jerusalém.

Segundo relatou à reportagem, Liad esperava encontrar problemas, mas nunca pensou que fossem tantos.

Durante todo o tempo, ela era a mesma pessoa, freqüentava os mesmos lugares, comportava-se do mesmo modo. Apenas uma coisa era diferente nela: usava roupas bastante conservadoras e o hijab – um lenço que cobre os cabelos e o pescoço, usado freqüentemente por palestinas muçulmanas.

Liad foi discriminada nas ruas, sofreu olhares hostis, agressões verbais, até em locais considerados liberais, como uma boate gay:

“Com o hijab e as roupas que vesti, estava coberta da cabeça aos pés, mas me senti mais exposta do que nunca a todos os tipos de violência” disse Liad. [clique aqui para ler a reportagem completa]

Seria diferente se ocorresse o oposto do lado palestino? O que você acha?

ATENÇÃO: Se você ler esta postagem em outro local que não este blog, sem o crédito para o Blog do Mello, é ROUBO.

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