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Mais um processo em que Lula é inocentado por falta de provas, 'nem sequer minimamente aptas '


Uma a uma vão caindo por terra as acusações contra Lula, o maior caso de lawfare mundial contra uma pessoa, com o objetivo claro de impedir sua candidatura, no sentido restrito, e inviabilizá-lo politicamente e ao PT, no sentido amplo. Na manhã de hoje, Lula foi absolvido de mais um processo.

O juiz Frederico Botelho de Barros Viana, da 10ª Vara Federal de Brasília, absolveu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Gilberto Carvalho e mais quatro pessoas por suposta corrupção para aprovação da MP 471 que prorrogou os incentivos fiscais de montadoras instaladas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O magistrado considerou que a acusação apresentada no âmbito da Operação Zelotes não demonstrou ‘de maneira convincente’ a forma pela qual o petista teria participado no ‘contexto supostamente criminoso’ – fato exposto inclusive pelo Ministério Público Federal em suas alegações finais.

“Muito embora existam elementos que demonstrem a atuação por parte da empresa de Maro Marcondes – Marcondes e Mautoni – no que se refere à prorrogação de benefícios fiscais às empresas CAOA e MMC, não há evidências apropriadas e nem sequer minimamente aptas a demonstrar a existência de ajuste ilícito entre os réus para fins de repasse de valores em favor de Luiz Inácio Lula da Silva ou de Gilberto Carvalho. É segura, portanto, a conclusão de que que a acusação carece de elementos, ainda que indiciários, que possam fundamentar, além de qualquer dúvida razoável, eventual juízo condenatório em desfavor dos réus”, ponderou o juiz em decisão proferida na manhã desta segunda, 21. [Estadão]

Investigado com lupa, no Brasil e no exterior, pela Operação Lava Jato e sua força tarefa, auxiliada pelo FBI e a CIA, como já ficou comprovado, não se encontrou até hoje, no Brasil ou no exterior, qualquer prova de corrupção contra o ex-presidente, que segue sendo absolvido em todos os processos de que foi vítima, enquanto seus detratores estão sendo investigados e mesmo escorraçados, como Moro, que teve que fugir do país.





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Ex-cônsul do Equador diz que testemunhas confirmam que Assange foi espionado pelos EUA dentro da embaixada do Equador em Londres


O ex-cônsul do Equador Fidel Narváez fez uma denúncia gravíssima, que se não fossem esses tempos de lawfare causariam a anulação do pedido de extradição de Julian Assange feito pelo governo dos Estados Unidos ao Reino Unido.

Narváez afirmou que a empresa contratada pelo governo do Equador para tratar da segurança cibernética e local da Embaixada do país em Londres teria sido subornada pelo governo dos Estados Unidos e passou a espionar Assange durante o período em que ele esteve exilado por lá.

Mais uma vez, fica provado que os Estados Unidos não vêm limites quando se trata de cuidar de seus interesses. Desrespeitar uma embaixada é como invadir o território do próprio país.

Assista ao vídeo abaixo com a denúncia do ex-cônsul.




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Lula, Chávez, Evo, Corrêa. A ação dos EUA na América Latina



Quando presidente da Venezuela, Hugo Chávez sofreu bloqueio e intensa perseguição dos Estados Unidos. Morreu de um câncer misterioso que atingiu quase ao mesmo tempo várias lideranças da América Latina: Lugo, Evo, Cristina Kirchner, Lula e Dilma, no Brasil.

Quando tem muita coincidência assim em favor dos Estados Unidos, geralmente não é coincidência.

Na Venezuela, as pressões migraram de Chávez para Maduro, e os EUA querem matar o país de fome ou tirar Maduro, o que vier primeiro - assim como sempre aconteceu com a brava Cuba,

Em 2018, Lula foi proibido de concorrer numa eleição em que todas as pesquisas o apontavam como favorito destacado, por uma condenação num processo sem provas e objeto determinado.

É o chamado lawfare, uso da Justiça para interferir na política de um país.

O mesmo acontece agora com as outras duas lideranças desta foto: Evo Morales, da Bolívia, e Rafael Corrêa, do Equador. Ambos condenados recentemente em seus países para impedi-los de participar das eleições.

Repito: muita coincidência assim em favor dos Estados Unidos, geralmente não é coincidência.



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