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Humorista brasileiro chega à Turquia para a final da Champions League e tem incrível surpresa

Uns chamam coincidência, outros dizem que é destino, que estava escrito nas estrelas... Seja como for é simplesmente surpreendente o que aconteceu ao comentarista esportivo e humorista Pedro Certezas, quando chegou à Turquia para cobrir a final da Champions League entre o atual campeão, PSG, e o Arsenal da Inglaterra neste sábado, dia 30, às 13h.

Ao pegar um táxi para se dirigir ao hotel, ao saber que Certezas é brasileiro, o motorista perguntou a ele se conhecia o compositor Cartola.

Não só Pedro Certezas conhecia nosso genial compositor, como é um fã tão fanático por ele que tem seu rosto tatuado na batata da perna.

Foram conversando e comemorando a incrível coincidência, enquanto ouviam o samba Deixe-me ir, que foi a porta de entrada do motorista no universo de Cartola, a partir do filme Cidade de Deus, como ele explica no vídeo que Certezas publicou no Instagram.

 



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Racista confessa (´sou racista mesmo') pode ser solta com fiança de R$ 10 mil. Mudou a Constituição?

Advogada Natália Burza Gomes Dupin

Racista confessa pode estar livre amanhã


A advogada Natália Burza Gomes Dupin, 36, presa na quinta-feira (5) acusada de ofensas racistas contra um taxista em Belo Horizonte, poderá ser solta após pagar fiança de R$ 10 mil, conforme decisão da Justiça deste sábado (7). [Folha]
A advogada se negou a entrar em táxi dirigido por negro ("não ando com negro, eu sou racista") e se negou a dar informações a policial negro na delegacia pelo mesmo motivo.

Mas poderá ser solta, com pagamento da fiança. E se livrar de dividir a cela com um negro, já que, segundo dados do Sistema Carcerário Brasileiro, 61,7% dos presos são pretos ou pardos.

Fica uma dúvida: caiu aquele artigo da Constituição que dizia que racismo é crime inafiançável e imprescritível ou a regra não vale para advogadas BRANCAS?
Artigo 5°, incisos XLI e XLII
  • XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;
  • XLII - a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei;

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Empregada doméstica e motorista de táxi dão aula de cidadania

A empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho Pinto tem aplicado a seus agressores uma lição de moral, de que dificilmente irão se esquecer. Lúcida, magoada e ofendida, mas sem rancor, a superioridade moral de Sirlei esmaga ainda mais o quinteto sádico que a agrediu brutal e covardemente no final de semana passado, aqui no Rio.

Ela deu nova prova disso em suas declarações de ontem, quando retirou os holofotes de sua cabeça e os colocou no motorista de táxi que, com sua atitude, tornou possível a identificação e a prisão dos jovens. Sirlei fez o que a mídia (com a honrosa exceção deste blog) não havia feito até ali: manifestou seu reconhecimento e gratidão ao taxista:

"Queria agradecer o taxista, ele foi um herói, naquele momento. Eu não estou vendo ele, mas ele está me vendo e quero agradecer. Ele me tratou como se trata de uma filha. Ele já é como se fosse da minha família. ele foi um pai para mim, um herói. Se não fosse ele, eu não estaria aqui. Depois que isso tudo passar, quero conhecê-lo", disse Sirlei.

Como se não bastasse, Sirlei ainda lançou um olhar generoso sobre os pais de seus agressores:

"Ainda sinto medo, muito medo. Sei que eles estão presos, mas sinto como se eles ainda estivessem na rua. Quero que os jovens olhem isso, parem e pensem para que a gente tenha uma sociedade mais tranqüila para que os pais não sofram tanto quanto os pais desses jovens estão sofrendo."

A empregada doméstica e o motorista de táxi são duas pessoas que entraram em nossas vidas numa circunstância trágica para mostrar como pode ser melhor nosso estado, nosso país, se seguirmos as lições de cidadania que eles estão nos dando.

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