quinta-feira, 5 de outubro de 2017

União Europeia ameaça Facebook e Google com sanções se não punirem grupos de ódio. No Brasil, Bolsonaro e intolerância crescem


Não é a primeira vez e certamente não vai ser a última. Mas pelo menos chamar atenção dos gigantes Facebook, Google, Twitter, YouTube e Microsoft a União Europeia está chamando.

Reclamam - e com razão - que os grupos de ódio campeiam na rede e os gigantes pouco têm feito - ou o trabalho tem sido bem ruinzinho - para proibi-lo.

Ainda outro dia Zuckerberg teve de vir a público pedir desculpas, pois seus robôs de vendas criaram com seus algoritmos grupo de pessoas com ódio aos judeus para oferecer produtos e propaganda. Não me pergunte que produtos eram oferecidos, porque não opertenço a nenhum dos grupos - não odeio judeus nem sou robô.



Mas o fato é que o ódio parece crescer exponencialmente na rede e trazendo frutos e benefícios eleitorais à direita e aos propagandistas da xenofobia, da homofobia e de todo tipo de preconceito.

No Brasil, temos a subida nas pesquisas de Bolsonaro e pessoas que defendem que a terra é plana e o nu é pecado. Censuram de exposições a peças de teatro.

Na Europa, os dirigentes estão reagindo. No Brasil sob golpe, a preocupação de Temer e sua quadrilha é escapar da cadeia.

"Com a ascensão de conteúdos ilegais na Internet (incluindo relacionadas ao terrorismo e racistas que incitam o ódio), as plataformas que operam na Web têm a responsabilidade de proteger os usuários e a sociedade, evitando que os criminosos explorem o espaço online
Desta forma, eles devem implementar formas de acabar com conteúdos ilegais e que promovam o terrorismo. Para isso, foi dado um prazo específico,  até maio de 2018 para implementar medidas nesse sentido.
Durante esse período, a UE compromete-se a dialogar com essas plataformas para avaliar o andamento dessas iniciativas, monitorando seu progresso e sucesso. Eles também receberam uma série de diretrizes "simples e claras" para poder identificar e remover esse tipo de conteúdo o mais rápido possível.
Andrus Ansip, vice-presidente da Comissão Europeia, deixou claro que "haverá uma mudança de posição se essas plataformas não cooperarem". Se não o fizerem, a resposta da UE será puni-los.
"Em 40% dos casos, essas plataformas não eliminam conteúdo ilegal". [Fonte: Genbeta]


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