sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Bolsonaro é mingau que tem que ser comido pelas beiradas: Filhos, Michele, Queiroz, Adriano, Marielle


Não há possibilidade de impeachment sem o apoio das ruas


Embora motivos não faltem para o impeachment de Bolsonaro, que já pedalou à vontade, desrespeitou orçamento e feriu a dignidade do cargo inúmeras vezes, não há horizonte para seu impeachment, enquanto o povo não sair às ruas para isso.

O Congresso só se move, quando cobrado pelo povo com a faca nos dentes. Mesmo assim, nem sempre, como no caso das Diretas Já.

A sorte de Bolsonaro é que a credibilidade das instituições está lá embaixo, um dos piores Congressos da história, com evangélicos picaretas, milicianos, PMs do baixo clero e defensores de pena de morte em sua maioria. Desse caldo veio Bolsonaro, e muitos se elegeram graças a ele.

E a desgraça de Bolsonaro, que começa a ser cobrado até pela mídia corporativa, com ameaça de impeachment, é a oportunidade que o Congresso tem de pressioná-lo para aprovar suas emendas.

Quanto mais fraco Bolsonaro, maior o poder do Congresso. Daí o convite da ultradireita ao protesto do dia 15 contra os presidentes da Câmara e do Senado, contra o Congresso e em favor de uma intervenção militar, endossado criminosamente por Bolsonaro, via WhatsApp.

Portanto, não adianta contar com impeachment, pelo menos por agora. O caso é derrotar Bolsonaro pelas beiradas, como se come mingau quente.


Botar pressão no filho Flávio e suas rachadinhas com salários de seus gabinetes, ligação com milicianos e exposição de cadáver do suposto Adriano.

Eduardo pelos ataques à Constituição, por ameaça velada de bomba no Congresso.

Carlos Bolsonaro pelo mistério do morador da casa 58 e do terceiro homem do carro dos assassinos de Marielle e Anderson.

Da primeira-dama Michele, que teria de explicar os depósitos em sua conta corrente feitos por Queiroz.

Pela prisão de Queiroz e investigação aprofundada de suas relações com milícias, rachadinhas e até o assassinato de Marielle. Oferecimento de uma delação premiada a ele, em troca de diminuição de suas penas e de sua família, mulher e filhas, também envolvidas no esquema.

A morte de Adriano, o PM herói dos Bolsonaro, assassinado com todas as características de queima de arquivo na Bahia. Por que queimaram o arquivo? Chamar sua viúva para depor. O que Adriano sabia de tão grave que não podíamos saber?

O assassinato de Marielle Franco e a proximidade dos envolvidos no crime com a família Bolsonaro, no famoso caso da casa 58.

É pelas beiradas que Bolsonaro deve ser atacado, porque ele não tem estofo psicológico para aguentar pressão.

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