quinta-feira, 23 de julho de 2020

Sob Bolsonaro e Pazuello Brasil bate recorde de novos casos de COVID-19. Quantos terão que morrer para se considerar genocídio?


Cloroquina e abertura da atividade econômica em meio à pandemia: essa é a política de Bolsonaro e de seu general interino na Saúde para combater o vírus.

Não está dando certo e bastou a abertura das atividades econômicas em alguns estados para o Brasil bater ontem o recorde de novos casos de infectados pelo COVID-19 em um só dia: 65339. O total de novos casos é de 2.231.871.

Tudo o que o vírus precisa é de gente nas ruas para se multiplicar. O coronavírus precisa de gente como precisamos de ar. Sem ter onde se multiplicar, ele morre.

No entanto, o incentivo à abertura e ao consumo de cloroquina e vermífugos por Bolsonaro (que mostra o que ele tem na cabeça) seguem como estratégia do governo.

Depois protestam quando o ministro Gilmar Mendes afirma que as Forças Armadas estão associando sua imagem a um genocídio.

Quantas mortes de brasileiros serão necessárias para que se considere genocídio o que acontece no Brasil?

Ou, traduzindo na linguagem militar, que eles entendem: quantas baixas na tropa serão necessárias para termos um genocídio? Ou a morte de civis não são baixas, mas "efeitos colaterais indesejáveis", como escrito nas bulas de remédios?




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