“O povo boliviano não consegue mais suportar nenhuma impunidade ou pactos de silêncio”, advertiu o presidente em cerimônia no Grande Quartel General das Forças Armadas.No Brasil, assistimos fato semelhante, com a impunidade da ditadura de 1964-1985 servindo de combustível para nova tentativa de golpe, comandado por um presidente e um vice que têm como herói um coronel (promovido ilegalmente a marechal nos vencimentos) torturador: Brilhante Ustra.
“Os últimos acontecimentos lançam luz sobre o que deve ser feito: a forma correta, real e concreta de pacificar que temos é a aplicação da justiça o mais breve possível, a pedido das famílias das pessoas que perderam vidas” no massacres, afirmou.
Arce lembrou o golpe que a ditadura militar de Hugo Banzer instalou há meio século como um exemplo que não deve se repetir na Bolívia.
“Nesse caminho de reconstrução, de pacificação, a justiça deve necessariamente se fazer presente (...). No golpe de estado de 1971, também houve mortes e 50 anos depois ainda há impunidade para os que estiveram naquele golpe; o povo boliviano já não aguenta mais qualquer impunidade ”, afirmou. [Sputniknews]
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