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E se Facebook e Instagram permitissem postagens pregando violência contra jornalistas da Globo e a morte da família Marinho?

Vale também para a família Frias e o grupo Folha: E se Facebook e Instagram permitissem postagens pregando violência contra jornalistas da Folha e a morte da família Frias, o tratamento de nossa mídia corporativa, qual seria?

Porque não vemos essa indignação com a atitude "terrorista" (é o termo que usariam se fosse contra eles a medida da empresa de Zuckerberg e sócios) do grupo Meta, que engloba Facebook, Instagram, WhatsApp e outros, de liberar postagens pregando a violência contra soldados russos e até o magnicídio, a morte dos presidentes da Rússia, Putin, e da Bielorrússia, Lukashenko.

Quem reportou a notícia foi a agência Reuters, insuspeita de ser a favor dos russos, que eu divulguei aqui. No entanto, a notícia, que deveria provocar repúdio mundial contra o grupo Meta e suas redes, foi apenas anunciada, como uma mudança de tempo, vai chover, não vai, sem a dimensão de sua violência, que procurei denunciar trocando os sujeitos das ações no título e no primeiro parágrafo desta postagem.

É crime e o grupo Meta deveria estar sendo processado pelo mundo, como já o fez o governo russo, segundo a própria Reuters, acusando o grupo de "organização extremista".

Enquanto não enxergarmos a violência cometida contra os outros como possibilidade de vir a ser cometida contra nós, vamos continuar nessa polarização idiota, que pode nos levar a uma guerra nuclear de final catastrófico. 

Infelizmente, no momento, vivemos a tempestade perfeita, porque os principais países do Ocidente são liderados por homens medíocres, de que Bolsonaro é o supra sumo. Só com muita sorte escaparemos dessa.

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Marinkovic e ex-ministro da ditadura implicados nos planos para assassinar Evo

O promotor Marcelo Soza, responsável pelas investigações sobre o grupo terrorista desbaratado na Bolívia, que pretendia assassinar o presidente Evo Morales, denunciou ontem o líder do Comitê Pro Santa Cruz, Branco Marinkovic, o governador Rubén Costas e um ex-ministro ultraconservador, Guido Náyar (do governo ditatorial de Hugo Banzer, 1971-76), de financiarem o grupo de mercenários.

As informações do promotor se baseiam em depoimentos de Ignacio Villa Vargas, conhecido como “Viejo”, e do paraguaio Mendoza Malavi, que fornecia armas ao grupo de mercenários comandado por Rózsa Flores, que morreu em confronto com a polícia, e de. [leia mais aqui]

Não é surpresa o envolvimento de Marinkovic no atentado. De origem sérvia, Marinkovic é o principal líder da oposição na Bolívia.

Desde a vitória de Evo Morales no referendo revocatório de agosto, a direita racista boliviana tenta manobras para derrubá-lo. Greves, boicotes, ataques rebeldes a instalações militares. Em setembro, chegaram a ameaçar uma divisão inteira (a VI Divisão do exército boliviano).

Eles caminham na contramão do povo boliviano, que confirma nas urnas, eleição a eleição, seu apoio ao presidente. Parece até o comportamento da imprensa de um certo país vizinho...

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Vídeo mostra que intenção dos terroristas mortos era assassinar Evo


O promotor Marcelo Sosa, que investiga as ações do grupo terrorista que foi desbaratado na semana passada em Santa Cruz, na Bolívia, apresentou no sábado este vídeo aí em cima, que confirmaria as denúncias de tentativa de magnicídio.

Nele, os três terroristas (que foram mortos na ação da semana passada) lamentam-se por não haverem colocado uma bomba num barco militar em que estava o presidente Evo Morales e seus ministros, no princípio de abril. [Leia mais aqui]

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