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Bernie Sanders: 'Devemos nos unir para derrotar esses demagogos de direita'

Tweet d Bernie Sanders

Queimadas na Amazônia provocam indignação mundial contra Bolsonaro


Em seu perfil no Twitter, o senador Bernie Sanders, candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, protesta contra as queimadas na Amazônia, denuncia o perigo para o futuro do planeta e propõe a união de nossos povos para afastar os demagogos direitistas Trump e Bolsonaro.  
The inaction and denialism of Trump and Bolsonaro are threatening not just our lives, but also future generations. 
Americans and Brazilians must come together to defeat these rightwing demagogues and act immediately to save the planet—our only home—from climate catastrophe.
O próprio Twitter traduziu:
A inação e negação de Trump e Bolsonaro estão ameaçando não apenas nossas vidas, mas também as gerações futuras. Americanos e brasileiros devem se unir para derrotar esses demagogos de direita e agir imediatamente para salvar o planeta - nosso único lar - da catástrofe climática.
A pátria dos sonhos dos Bolsonaro, de muitos de nossos generais e de boa parte dos paneleiros também está apavorada com o estrago que a dupla Bolsonaro-Trump está causando ao mundo.

É bem verdade que, pela ótica da cavalgadura que nos governa (eleito mediante fraude), basta uma ordem de Trump em sentido contrário às queimadas para que ele comande um meia volta, volver.

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Sob Bolsonaro, queimadas aumentam 83% e multas do Ibama caem 39%

Tocha Humana, Bolsonaro

Queimadas na Amazônia não são acaso mas política do governo Bolsonaro


Quando, entre suas primeiras decisões como presidente (eleito mediante fraude), Bolsonaro mandou demitir o fiscal do Ibama que o multara em 2012 por pescar em local em que até a presença humana é proibida, ele mandou um recado ao órgão, que cuida do meio ambiente, e ao agronegócio: queimem que o Ibama não vem aí.

Não adianta querer tapar o sol com a peneira nem acusar o equívoco de fotos de queimadas antigas como responsáveis pelo que seria uma criação artificial do aumento do número de queimadas.

Não é artificial. É real.
Até 19 de agosto deste ano, o Brasil registrou 72,8 mil focos de incêndio, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número representa um aumento de 83% em relação ao mesmo período do ano passado.
No momento há 2500 focos ativos de queimadas na Amazônia brasileira. [Folha]
Ao mesmo tempo, as multas aplicadas por um Ibama desmobilizado por ordem presidencial caíram 39% sob Bolsonaro.

Basta ligar os pontos para ver que as queimadas não são frutos do acaso, da época seca ou de protestos de ONGs. As queimadas são política de governo de Bolsonaro.

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Rios Voadores. Entenda a importância da Amazônia e por que seu futuro não diz respeito apenas aos habitantes da região

Rios Voadores

O que são os Rios Voadores e sua importância para a vida do planeta


A Amazônia não é apenas a maior floresta tropical que restou no mundo. Esse sem-fim de verde entrecortado por rios serpenteantes de tamanhos e cores variados também não se limita a ser a morada de uma incrível diversidade de animais e plantas. A floresta amazônica é também um motor capaz de alterar o sentido dos ventos e uma bomba que suga água do ar sobre o oceano Atlântico e do solo e a faz circular pela América do Sul, causando em regiões distantes as chuvas pelas quais os paulistas hoje anseiam. Mas o funcionamento dessa bomba depende da manutenção da floresta, cuja porção brasileira, até 2013, perdeu 763 mil quilômetros quadrados (km2) de sua área original, o equivalente a três estados de São Paulo. Antonio Donato Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), não aponta o dedo para culpados. O que importa para ele é reverter esse processo e não apenas zerar o desmatamento, mas recuperar a floresta. No relatório O futuro climático da Amazônia, divulgado no fim de outubro [de 2014], ele deixa claro que o único motivo para não se tomarem providências imediatas para reduzir o desmatamento é desconhecer o que a ciência sabe. Para ele, o caminho é conscientizar a população. “Agora é um bom momento porque as torneiras estão secando”, afirma.

Leia a matéria completa com muitos dados aqui e assista ao esclarecedor vídeo a seguir com Antonio Donato Nobre.






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Jornais da Alemanha falam em boicote às exportações brasileiras em resposta às políticas de Bolsonaro na Amazônia

Spiegel: É hora de sanções contra o Brasil

Declarações de Bolsonaro em relação à Amazônia preocupam o mundo e prenunciam retaliações ao país


Os prejuízos ao país que a política arrasa quarteirão de Bolsonaro em relação à Amazônia podem não ficar apenas nos 300 milhões de dólares que Alemanha e Holanda não vão enviar mais para o Brasil.

Alguns dos principais jornais alemães apontam o boicote às exportações brasileiras, principalmente de gado e soja, como arma a ser utilizada pelo governo alemão contra a política de Bolsonaro para a Amazônia.
Dois dos principais veículos alemães, a revista Der Spiegel e o jornal semanal Die Zeit, publicam que “É hora de sanções contra o Brasil”, no título da primeira.

“A Europa não deve ficar de braços cruzados enquanto um preconceituoso cético da ciência, movido pelo ódio, sacrifica vastas áreas de floresta para pecuaristas e plantações de soja”, diz a revista.

Sob o título “Comece onde dói”, o jornal se pergunta: “Que diferença faz cortar o dinheiro para conservar florestas de um governo que não tem mesmo qualquer interesse em conservar florestas?”.

E responde que “seria mais promissor começar num ponto que fere mais: os interesses econômicos de seus exportadores, por exemplo, os fazendeiros que vendem carne e soja em larga escala para metade do mundo”. [Folha, Nelson de Sá]
Quando começar a doer no bolso dos exportadores brasileiros a diarreia verbal de Bolsonaro, o presidente vai voltar atrás, como faz costumeiramente.





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Presidente do Equador inicia campanha 'Mão suja da Chevron' denunciando o que parece ser o maior crime ambiental da história


Presidente Rafael Correa mostra mão suja com óleo que a Chevron nega


São mil piscinas olímpicas de resíduos da prospecção de pretróleo, abandonadas pela Texaco, hoje Chevron-Texaco, na selva amazônica. A multinacional foi condenada ao pagamento de US$ 19 bilhões, como forma de reparação ao Equador. Mas briga na justiça para não pagar nada, alegando que não teria deixado poluição alguima, o que as imagens do vídeo e o presidente do Equador, Rafael Correa, desmentem.

Segundo o presidente Rafael Correa no vídeo, o desastre ambiental provocado pela Chevron-Texaco na Amazônia Equatoriana é 35 vezes mais grave que o derrame da British Petroleum no Golfo do México e 18 vezes mais grave que o derrame de Exxon Valdez na costa do Alasca.




Madame Flaubert, de Antonio Mello