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VIDEO: Damares questiona Nísia sobre vacinas e leva invertida histórica

A senadora Damares resolveu questionar a ministra da Saúde Nísia Trindade sobre um assunto que teria sido melhor se ela nem tivesse tocado: vacinas.

A senadora Damares foi uma das mais destacadas figuras do governo negacionista do ex-presidente Bolsonaro, que pregava contra as vacinas, dizia que podia transformar as pessoas em jacaré, e defendeu o uso de substâncias que nada tinham a ver com o tratamento recomendado para a Covid-19, como Cloroquina e Ivermectina, as irmãs gêmeas do negacionismo.

Graças a isso, centenas de milhares de pessoas que ainda poderiam estar vivas, morreram.

A ex-ministra, em vez de ficar quieta no seu canto, resolveu questionar a ministra Nísia sobre um número de vacinas contra a dengue que ainda não foram aplicadas e podem vencer até o dia 30 deste mês. 

Sem histrionismo, com educação e firmeza, a ministra Nísia deu uma invertida histórica, que deve ter levado a senadora a procurar uma goiabeira para recuperação.

 

 

A ministra Nísia não disse, porque não quis humilhar, sobre a herança maldita deixada pelo governo de que a senhora Damares foi uma das mais destacadas representante:

39 milhões de doses de vacinas antiCovid foram incineradas porque tiveram a data de validade vencida sem serem aplicadas na população durante o governo Bolsonaro.

Como Damares vai perguntar de 145 mil doses de vacinas contra dengue que ainda nem venceram?

É pedir para apanhar. Mas parece que gostam.




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No Chile, Braga Netto seria enquadrado na nova lei que pune negacionismo dos crimes da ditadura

Ontem, em depoimento na Câmara, o ministro da Defesa Braga Neto minimizou crimes e negou que tenha havido uma ditadura no Brasil. No Chile, seria enquadrado na nova lei que pune os negacionistas.
"Não considero que tenha havido uma ditadura. Houve um regime forte. Eu concordo, cometeram excessos dos dois lados, mas isso tem que ser analisado na época da história, com guerra fria e tudo mais, e não pegar uma coisa do passado e trazer para os dias de hoje. Se houvesse ditadura, talvez muitas pessoas não estariam aqui, (por causa das) execuções", disse Braga Netto.

Já no Chile, a Comissão de Ética da Convenção Constitucional do Chile estabeleceu que serão aplicadas sanções àqueles que negarem a existência de violações de direitos humanos por parte do Estado nos períodos em que for comprovado que foram cometidos crimes contra a humanidade.
A definição adotada pela Comissão sustenta que “negacionismo é entendido como toda ação ou omissão que justifique, negue ou minimize, peça desculpas ou glorifique os crimes contra a humanidade ocorridos no Chile entre 11 de setembro de 1973 e 10 de março de 1990”. [Pagina 12]
Ou seja, se negasse a ditadura no Chile Braga Netto seria enquadrado na lei. Na Argentina e no Uruguai, nenhum militar teria a coragem de negar a ditadura naqueles países, com vários de seus comandantes apodrecendo na cadeia. Na Argentina, o ditador Vilela morreu preso.
 
Aqui no Brasil, generais como Braga Netto desfilam sua arrogância como se não tivessem de prestar contas a nós que lhes pagamos os soldos, as mordomias, as picanhas, os leite Moça, além da farda, casa, comida, pensão para filhas, e ainda se acham no direito de nos ameaçar com as armas que pagamos com nossos impostos. 
 
Por último, e não menos importante, Braga Netto está recebendo, como general e ministro, mais de R$100 mil por mês, enquanto o governo de que faz parte colocou 25 milhões de brasileiros na linha da pobreza, deixou morrer quase 600 mil por COVID e desempregou 15 milhões.
 
De que se jactam?






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