Jornal Nacional sabia desde o início que o relatório da ANP era ilegal

Eu já havia denunciado isso aqui, em 23 de abril. Releia e reveja:

Jornal Nacional faz reporcagens baseadas em relatório ilegal


Réu confesso, o JN em sua edição de ontem confirmou que todas as reportagens que vem fazendo a respeito de um suposto “escândalo dos royalties na Agência Nacional do Petróleo (ANP)” são reporcagens pois estão baseadas num relatório ilegal (veja imagem acima):

Repórter Délis Ortiz: “A reportagem foi ao ar no dia 9 de abril. Com base em informações de fontes que garantem que o relatório foi elaborado por agentes da Polícia Federal que trabalham na assessoria de inteligência da ANP. Hoje, as mesmas fontes voltaram a confirmar as informações e reafirmaram que o relatório foi feito de forma ilegal”.

Repare que o verbo usado é reafirmar, o que, evidentemente, significa que a ilegalidade do relatório já havia sido assumida anteriormente. Pelo menos para eles. Mas, se o relatório é ilegal e apócrifo, por que colocar a reporcagem no ar? Apenas testando hipóteses para ver se conseguem atingir o ministro da Comunicação do governo Lula, Franklin Martins, que é irmão do suposto (como se usa a palavra suposto hoje em dia nessas reporcagens) acusado?

Tão grave quanto isso é a edição maliciosa da reporcagem, que confunde a cabeça do telespectador. O texto diz “relatório foi elaborado por agentes da Polícia Federal que trabalham na assessoria de inteligência da ANP”, mas as imagens que o ilustram são da sede e do símbolo oficiais da Polícia Federal. Ao final do trecho reproduzido, o que ilustra a palavra “ilegal” é a placa do prédio da ANP . (Confira no vídeo acima).

Tudo isso para quê, se a reporcagem é um saco vazio que não para em pé, como demonstrou Victor Martins, que é o suposto acusado no relatório ilegal:

“Vi também, na imprensa, para ser mais exato no Jornal Nacional, que algumas das informações teriam vazado do setor de inteligência da própria ANP. O setor de inteligência é ligado ao diretor-geral, Haroldo Lima, que prontamente esclareceu que não houve nenhuma determinação nesse sentido. O responsável pelo setor também me disse que não fez nenhum trabalho nisso e me apresentou um documento de autoria do superintendente da Policia Federal do Rio de Janeiro em que ele negava que tivesse dado aquela declaração atribuindo a inteligência e dizia que estava em curso pra apurar autenticidade e veracidade daquela documentação.” [veja reporcagem completa do JN aqui]

Ou seja, a Polícia Federal passou a operar para ver há veracidade no que estava contido num relatório apócrifo realizado de forma ilegal...

Cuidado, Globo, porque a PF pode acabar chegando aí. Duvidam? Daniel Dantas também duvidava.

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Brasil é campeão mundial no consumo de venenos agrícolas

A afirmação é do economista e dirigente do MST João Pedro Stédile em artigo, estranhamente, publicado no Globo de ontem. São 713 milhões de toneladas, o que dá 3700 quilos para cada um de nós. Haja estômago...

Leia a íntegra do artigo, que copiei do site do MST.

Agrotóxicos no seu estômago

24 de setembro de 2009

Por João Pedro Stédile

Os porta-vozes da grande propriedade e das empresas transnacionais são muito bem pagos para todos os dias defender, falar e escrever de que no Brasil não há mais problema agrário. Afinal, a grande propriedade está produzindo muito mais e tendo muito lucro. Portanto, o latifúndio não é mais problema para a sociedade brasileira. Será? Nem vou abordar a injustiça social da concentração da propriedade da terra, que faz com que apenas 2%, ou seja, 50 mil fazendeiros, sejam donos de metade de toda nossa natureza, enquanto temos 4 milhões de famílias sem direito a ela.

Vou falar das consequências para você que mora na cidade, da adoção do modelo agrícola do agronegócio.

O agronegócio é a produção de larga escala, em monocultivo, empregando muito agrotóxicos e máquinas.

Usam venenos para eliminar as outras plantas e não contratar mão de obra. Com isso, destroem a biodiversidade, alteram o clima e expulsam cada vez mais famílias de trabalhadores do interior.

Na safra passada, as empresas transnacionais, e são poucas (Basf, Bayer, Monsanto, Du Pont, Sygenta, Bungue, Shell química...), comemoraram que o Brasil se transformou no maior consumidor mundial de venenos agrícolas. Foram despejados 713 milhões de toneladas! Média de 3.700 quilos por pessoa. Esses venenos são de origem química e permanecem na natureza. Degradam o solo. Contaminam a água. E, sobretudo, se acumulam nos alimentos.

As lavouras que mais usam venenos são: cana, soja, arroz, milho, fumo, tomate, batata, uva, moranguinho e hortaliças. Tudo isso deixará resíduos para seu estômago.

E no seu organismo afetam as células e algum dia podem se transformar em câncer.

Perguntem aos cientistas aí do Instituto Nacional do Câncer, referência de pesquisa nacional, qual é a principal origem do câncer, depois do tabaco? A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) denunciou que existem no mercado mais de vinte produtos agrícolas não recomendáveis para a saúde humana. Mas ninguém avisa no rótulo, nem retira da prateleira. Antigamente, era permitido ter na soja e no óleo de soja apenas 0,2 mg/kg de resíduo do veneno glifosato, para não afetar a saúde. De repente, a Anvisa autorizou os produtos derivados de soja terem até 10,0 mg/kg de glifosato, 50 vezes mais. Isso aconteceu certamente por pressão da Monsanto, pois o resíduo de glifosato aumentou com a soja transgênica, de sua propriedade.

Esse mesmo movimento estão fazendo agora com os derivados do milho.

Depois que foi aprovado o milho transgênico, que aumenta o uso de veneno, querem aumentar a possibilidade de resíduos de 0,1 mg/kg permitido para 1,0 mg/kg.

Há muitos outros exemplos de suas consequências. O doutor Vanderley Pignati, pesquisador da UFMT, revelou em suas pesquisas que nos municípios que têm grande produção de soja e uso intensivo de venenos os índices de abortos e má formação de fetos são quatro vezes maiores do que a média do estado.

Nós temos defendido que é preciso valorizar a agricultura familiar, camponesa, que é a única que pode produzir sem venenos e de maneira diversificada. O agronegócio, para ter escala e grandes lucros, só consegue produzir com venenos e expulsando os trabalhadores para a cidade.

E você paga a conta, com o aumento do êxodo rural, das favelas e com o aumento da incidência de venenos em seu alimento.

Por isso, defender a agricultura familiar e a reforma agrária, que é uma forma de produzir alimentos sadios, é uma questão nacional, de toda sociedade.

Não é mais um problema apenas dos sem-terra. E é por isso que cada vez que o MST e a Via Campesina se mobilizam contra o agronegócio, as empresas transnacionais, seus veículos de comunicação e seus parlamentares, nos atacam tanto.

Porque estão em disputa dois modelos de produção. Está em disputa a que interesses deve atender a produção agrícola: apenas o lucro ou a saúde e o bem-estar da população? Os ricos sabem disso e tratam de consumir apenas produtos orgânicos.

E você precisa se decidir. De que lado você está?

Ah, hoje estreia às 22 horas o Programa Nova África, na TV Brasil. Não podemos perder.

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Família de Biondi doa arquivo à Unicamp nesta sexta

Com alegria, recebi e-mail do filho do grande jornalista Aloysio Biondi - meu xará, Antonio - que divido com vocês. Biondi foi várias vezes citado aqui no blog (é só clicar na caixa de pesquisa) por ser, corajosa e pioneiramente, um dos maiores críticos da mídia e do governo FHC.

Olá, caro Mello, como vai? Espero que muito bem.

Queria compartilhar uma importante e feliz notícia com você. A doação do arquivo do jornalista Aloysio Biondi (meu pai) à Unicamp será oficializada nesta sexta-feira, em cerimônia envolvendo a família e algumas autoridades da universidade.

Se achar que vale divulgar, agradecemos. Aproveito para registrar que seu blog é uma das principais portas de entrada do site do Biondi, levando diversos leitores a conhecer o projeto e a obra dele.

Deixo um grande abraço para você.

Antonio

Arquivo do jornalista Aloysio Biondi será doado a centro de documentação da Unicamp nesta sexta

Material resulta de 44 anos de atividade de um dos mais destacados e combativos profissionais que a imprensa brasileira já teve

Quarenta e quatro anos de jornalismo, traduzidos em passagens por diversas redações, extensas jornadas de trabalho, incansável pesquisa e preocupação permanente com os rumos de nossa nação e as condições de vida da população brasileira. Essa é a substância do arquivo pessoal de Aloysio Biondi, que será doado nesta sexta (18) ao Centro de Documentação Cultural Alexandre Eulalio (Cedae). A doação faz parte do projeto O Brasil de Aloysio Biondi (www.aloysiobiondi.com.br), idealizado por sua família e por amigos e ex-alunos com o objetivo de manter vivos e de divulgar os ideais de um dos mais respeitados profissionais de imprensa que o país já teve.

O jornalista publicou mais de 2 mil artigos, editoriais, entrevistas e reportagens ao longo de suas quatro décadas de atividade profissional. Grande parte desse conjunto documental foi mantida por ele ou recuperada pelo projeto de memória, e será transferida ao Cedae, órgão vinculado ao Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O acervo compreende também livros, revistas, recortes de jornal, relatórios, censos e outras fontes de informação consultadas. Muitos itens contêm anotações de Biondi e dão precisas indicações sobre seu método de trabalho.

A cerimônia de doação do acervo ocorrerá às 10h, na sala de defesa de teses, no 2o. piso do bloco VII do Instituto de Estudos da Linguagem. Contará com a presença dos filhos de Aloysio Biondi, Pedro, Antonio e Beatriz; da ex-mulher, Angela Leite – mãe dos seus três filhos e sua companheira por cerca de 20 anos –; do secretário de Ensino Superior, Carlos Vogt; do reitor da Unicamp, Fernando Costa; do Diretor do IEL, Alcir Pécora; e do coordenador do Cedae, Jefferson Cano.

"A doação para a Unicamp cumpre exemplarmente com o objetivo de tornar público o acervo do jornalista", avalia Antonio Biondi, coordenador do projeto O Brasil de Aloysio Biondi. "A manutenção do arquivo na universidade consolida a contribuição de Aloysio e de sua obra para a memória e o futuro do jornalismo brasileiro e de nossa sociedade."

Ao longo de 25 anos, o IEL vem sediando pesquisas nas áreas de linguística e estudos literários. Em 2008, o instituto iniciou o programa de mestrado em divulgação científica e cultural, resultante de uma parceria com o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor). O curso, com sua proposta de formar especialistas capazes de abordar sob diversos enfoques o jornalismo de divulgação da ciência, tecnologia, arte e cultura em geral, integra diferentes áreas do conhecimento e reforça a tendência que norteou a criação do IEL: a promoção de uma reflexão crítica sobre todas as manifestações da linguagem. Em consonância com essa expansão da pós-graduação do IEL, o Cedae implementa uma nova diretriz à sua política de acervos, que se abre para a captação e guarda de conjuntos documentais de interesse para a história e a linguagem do jornalismo, de modo a acompanhar e subsidiar o desenvolvimento dessa nova área de pesquisa na Unicamp.

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Aloysio Biondi (1936-2000) é considerado uma referência no jornalismo, sobretudo na área econômica. Sua carreira começou em 1956, na então Folha da Manhã, hoje Folha de S. Paulo. Ele também trabalhou na Gazeta Mercantil, no Jornal do Commercio, no Diário do Comércio e Indústria-DCI, no Correio da Manhã, no Diário da Manhã, no Diário Popular, atual Diário de S.Paulo, e nas revistas Veja, Visão e Fator. Colaborou, ainda, com artigos em diversas publicações alternativas, com destaque para o jornal Opinião, um dos mais importantes espaços de debates durante o regime militar, e as revistas Bundas e Caros Amigos. Biondi ganhou dois Prêmios Esso, em 1967 e 1970. Publicou, em 1999, o livro O Brasil Privatizado – Um Balanço do Desmonte do Estado, pela Editora da Fundação Perseu Abramo. O estudo, que faz um balanço entre o que o governo auferiu e despendeu no processo de desestatização da economia, vendeu mais de 140 mil exemplares.

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O arquivo que será doado ao Cedae exigiu do projeto O Brasil de Aloysio Biondi nove anos de catalogação de material impresso, pesquisas em bibliotecas, visitas a jornais, discussões via e-mail e reuniões. Além do acervo em papel, o trabalho permitiu a postagem de mais de mil artigos e reportagens no site www.aloysiobiondi.com.br. Entre os temas abordados estão soberania nacional e dependência externa, privatizações e o papel do Estado, agricultura, emprego e renda, meio ambiente, direitos do consumidor e ética jornalística. Até o momento, o acervo online abrange a produção de Biondi nas décadas de 60, 70, 80 e 90, incluindo as matérias com que ele venceu o Prêmio Esso. A página, toda em em software livre, traz também depoimentos do jornalista em áudio e vídeo, fotos de momentos marcantes de sua carreira e de sua vida e fac-símiles de alguns de seus principais trabalhos. Estão ali, ainda, testemunhos sobre ele escritos por Washington Novaes, Luis Fernando Verissimo, Emir Sader, Janio de Freitas e Ziraldo, entre outros.

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O projeto de memória de Aloysio Biondi foi iniciado em 2000, ano de sua morte. Trata-se de um projeto coletivo, que reúne mais de 50 pessoas em participação voluntária. São parentes, amigos, ex-alunos e leitores do jornalista. Contabilizando os que ofereceram colaborações mais esporádicas – revisar um texto, por exemplo –, o número de participantes passa de 200. A equipe e os colaboradores também podem ser conhecidos na página da internet.

CONTATOS PARA ENTREVISTAS

Pelo projeto O Brasil de Aloysio Biondi

Antonio Biondi – antonio_biondi@yahoo.com.br

Pela Unicamp

Carlos Vogt – secretária Magali – mmoraes@unicamp.br

Alcir Pécora – alcirpecora@yahoo.com.br

Jefferson Cano – jeffersoncano@hotmail.com

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O Brasil tem que assistir Nova África na TV Brasil


Não só porque será exibida na nossa emissora, a TV Brasil, mas por ser um projeto de duas pessoas a quem todos admiramos na blogosfera: o jornalista Luiz Carlos Azenha e a historiadora Conceição Oliveira, nossa querida Maria Frô.

A série Nova África terá ao todo 26 programas jornalísticos, com a duração de 26 minutos cada, para veiculação na TV Brasil e na Rede Pública de Televisão. O programa irá ao ar às sextas-feiras, às 22 hs, a partir de 25/09/2009.

Inteiramente gravada em países africanos a série prioriza aqueles com os quais o Brasil - pelas relações históricas estabelecidas ao longo de séculos - tem maiores afinidades culturais e econômicas, além dos acordos de cooperação firmados na atualidade, com destaque para os países de língua portuguesa.

A série Nova África tem como objetivo retratar o continente africano da perspectiva dos africanos. Como escreveu o autor Mia Couto, a África vive uma tripla condição restritiva: prisioneira de um passado inventado por outros, amarrada a um presente imposto pelo exterior e, ainda, refém de metas que lhe foram construídas por instituições internacionais que comandam a economia.

Ao longo dos 26 programas da série o público brasileiro conhecerá diferentes países africanos onde protagonistas africanos narram seus problemas e soluções: trabalhadores, políticos, assim como intelectuais, artistas e ativistas sociais, cujas vozes e idéias estão quase ausentes no cotidiano dos brasileiros são nossos entrevistados.

Assista, divulgue!

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11/09: Professor encara PIG americano e denuncia mídia manipuladora e golpista

Já postei este vídeo aqui, mas de vez em quando o exibo novamente. Porque é sensacional. Imperdível. E oportuno, já que hoje estamos num novo 11 de setembro.
Você sabe que depois do 11 de setembro a mídia americana ficou absurdamente governista e patriótica. O espetacular desmoronamento das Torres Gêmeas é uma imagem difícil de apagar da memória.
Mas aí alguns malucos, desses caras que gostam de remar contra a maré, começaram a perceber que a história toda tinha um lado B que estava escondido e – pior – que não devia ser mostrado e – pior ainda – que as pessoas não estavam querendo ver nem saber.
Entre esses malucos, o professor Barret, da Universidade de Winsconsin. O professor simplesmente tentava fazer com que seus alunos pensassem, refletissem, investigassem. Isso nos EUA de Bush. Achava que assim chegariam à mesma conclusão que ele: o 11 de setembro foi um autogolpe.
Aí a Fox – a mais bushista das emissoras – convidou o professor Barret para uma entrevista, pensando em estraçalhá-lo ao vivo e em cores.
Repare no vídeo, de aproximadamente três minutos, e veja o que aconteceu.
O trecho foi retirado do filme Loose Change.
Leia também:

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Pré-Sal e Confecom: as duas e duras batalhas

Recebi do Peter Cordenonsi a informação de um link para baixar um filme importantíssimo sobre o Pré-Sal, que você deveria ver.

A CONFECOM e a discussão sobre o Pré-Sal são as duas grandes batalhas que temos que travar este ano. Travemo-las.

O link é o seguinte: http://filmescomlegenda. blogspot.com/2009/09/o- petroleo-tem-que-ser-nosso- ultima.html e o link para o blog do Peter é: http://primeirofilme. googlepages.com/

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Senado quer censurar internet; STF diz não

Ultimamente, quando o Senado resolve se reunir, não sai boa coisa. Ontem não foi diferente. Juntaram-se as comissões de Constituição e Justiça e de Ciência e Tecnologia e decidiram que valeria para a internet as mesmas regras que valem para rádios e TVs na cobertura das campanhas eleitorais.

Esquecem-se os nobres senadores que rádios e TVs são concessões do Estado. A internet, não. Além do mais, o STF, em abril deste ano, já decidiu que a internet é livre. Registro o que ficou decidido, para que os senadores arrumem coisa melhor para fazer.

Decisão do Supremo Tribunal Federal:

"... Silenciando a Constituição quanto ao regime jurídico da internet, não há como se lhe recusar a qualificação de território virtual livremente veiculador de ideias, debate, notícia e tudo o mais que se contenha no conceito essencial da plenitude de informação jornalística no nosso país.”

Em resumo, senadores: Censura não!

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