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Já postei este vídeo aqui, mas de vez em quando o exibo novamente. Porque é sensacional. Imperdível.
Você sabe que depois do 11 de setembro a mídia americana ficou absurdamente governista e patriótica. O espetacular desmoronamento das Torres Gêmeas é uma imagem difícil de apagar da memória.
Mas aí alguns malucos, desses caras que gostam de remar contra a maré, começaram a perceber que a história toda tinha um lado B que estava escondido e – pior – que não devia ser mostrado e – pior ainda – que as pessoas não estavam querendo ver nem saber.
Entre esses malucos, o professor Barret, da Universidade de Winsconsin. O professor simplesmente tentava fazer com que seus alunos pensassem, refletissem, investigassem. Isso nos EUA de Bush. Achava que assim chegariam à mesma conclusão que ele: o 11 de setembro foi um autogolpe.
Aí a Fox – a mais bushista das emissoras – convidou o professor Barret para uma entrevista, pensando em estraçalhá-lo ao vivo e em cores.
Repare no vídeo, de aproximadamente três minutos, e veja o que aconteceu.
O trecho foi retirado do filme Loose Change.
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Muita gente não acredita. Quando eu toco no assunto com alguém que nunca leu, ouviu ou viu nada a respeito, a reação é de incredulidade total: - Tá ficando louco? Mas a história dos acontecimentos de 11 de setembro de 2001 nos EUA, conhecido como o atentado às Torres Gêmeas, é cheia de furos, tramas e subtramas, que fazem ao menos pensar: o que vimos e o que nos contaram foi verdadeiramente o que aconteceu?
Quem assistir com atenção a este vídeo postado aqui, chamado Loose Change, com certeza vai ficar com uma pulga atrás da orelha.
Para quem gosta de estar sempre à procura de ver o mundo com novos olhos, sob novos pontos de vista, é um prato cheio.
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» Loose Change 2: O lado B (de Bush) do 11/09 Atentado ou manipulação?
» 11/9: Foi mesmo um Boeing que atingiu o Pentágono?
Esta é de deixar espantados até aqueles que acham que o ex-deputado José Dirceu é o homem mais maquiavélico e diabólico do planeta. O jornalista Robert Fisk (saiba mais sobre quem é Robert Fisk, na Wikipedia, ou numa recente entrevista com Marcelo Tas na última Flip), em artigo publicado no The Independent no último dia 25, coloca dúvidas sobre a verdadeira autoria dos ataques às Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001.
Pelas teorias conspiratórias que Fisk traz à tona, Bin Laden seria um mero fantoche de ninguém menos que George W. Bush. Ou então nem isso. Osama Bin Laden seria apenas uma lenda.
Fisk não compartilha dessas teorias, mas tem lá suas dúvidas sobre o que realmente aconteceu naquele dia que marcou para sempre a humanidade.
(...) Eu estou cada vez mais encafifado com as inconsistências da narrativa oficial do 11 de setembro. Não apenas pelo óbvio ''non sequiturs'': onde estão as partes da aeronave (motores, etc) que atacou o Pentágono? Por que as autoridades envolvidas com o vôo 93 da United (que caiu na Pensilvânia) foram obrigadas a fechar o bico? Por que os restos do vôo 93 se espalham por quilômetros quando supostamente o avião chocou-se contra o solo ainda inteiro? Novamente, não estou falando sobre a ''pesquisa'' maluca de David Icke (Alice no País das Maravilhas e o Desastre do World Trade Center), que poderia fazer qualquer homem são tentar decorar a lista telefônica.
Eu estou me referindo a questões científicas. Se é verdade, por exemplo, que o querosene queima a 820º Celsius sob ótimas condições, como é que o aço das duas torres, cujo ponto de fusão está supostamente acima de 1.480ºC, poderiam ter entrado em colapso na mesma velocidade? Elas cairam em 8,1 segundos e 10 segundos. E a terceira torre, o World Trade Centre Building 7, ou edifício Salmon Brothers, que desmoronou em 6,6 segundos até seus alicerces às 17h20 do dia 11 de setembro? Por que ela desmoronou daquele jeito se nenhuma aeronave a atingiu? O Instituto Americano de Padrões e Tecnologia analisou a causa da destruição dos três edifícios. Eles ainda não relataram nada sobre o WTC 7. Dois proeminentes professores americanos de engenharia mecânica — com toda a certeza fora da categoria dos ''raivosos'' — processam o Instituto na Justiça contra o que vaticina o relatório final, argumentando que ele pode ser ''fraudulento ou enganador''.
Jornalisticamente, existem muitas coisas ímpares sobre o 11 de setembro. Relatórios iniciais de repórteres que afirmam terem ouvido explosões nas torres — que bem poderiam ser as estruturas se rompendo — são fáceis de desmentir. Menos o de que o relato de que o corpo de uma comissária da tripulação de um dos vôos foi descoberto nas ruas de Manhattan com suas mãos atadas. OK, então vamos assumir que isso foi só boataria de momento, assim como a lista da CIA de seqüestradores-suicidas, que incluiam três homens que estavam — e ainda estão — vivos da silva e vivendo no Oriente Médio, foi um erro inicial da inteligência americana.
Mas e o que dizer da esquisita carta supostamente escrita por Mohamed Atta, o assassino-seqüestrador egípcio de cara assustada, cujo conselho ''islâmico'' a seus cruéis camaradas — revelado pela CIA — mistificou cada amigo muçulmano que eu conheço no Oriente Médio? Atta mencionou sua família — o que nenhum muçulmano, mesmo mal-intencionado, gostaria de incluir em tal oração final. Ele lembra seus companheiros-de-morte para fazerem a primeira oração muçulmana do dia e então continua a citá-la Mas nenhum muçulmano precisa de tal lembrança — para não dizer nada do texto da oração do ''Fajr'' que foi incluído na carta de Atta. (...)
Para ler o artigo completo de Robert Fisk em português, clique aqui.
E aqui para ler a versão original em inglês, acrescida de quase 200 comentários, que botam ainda mais lenha na fogueira.
Particularmente, acho a história inverossímil. Serve mais para mostrar que a especulação é livre, e o papel aceita quase tudo.
Pode-se, por exemplo, especular que Chávez seria uma invenção de Bush e da CIA, que querem radicalizar a questão ideológica na América Latina com o intuito de abrir as portas para uma invasão americana à Venezuela, que se estenderia à Amazônia, sob pretexto de garantir o pulmão verde do mundo... Há até no mercado um game sobre essa invasão.
O que você acha?
Atualização: O comentário da Rosana (a quem agradeço) e sua indicação para o vídeo a seguir acrescentaram ainda mais tempero às especulações sobre o 11 de setembro.
Versão reeditada da 2a Edição de Loose Change. Essa versão contém correções de erros factuais e novas cenas. Documentário fantástico,mostrando evidências de que os eventos de 11 de Setembro nos EUA, podem ter sido uma obra interna do próprio governo. Apesar de muitas evidências poderem ser refutadas, ao final desde documentário você perceberá que algo não está correto na história oficial. Pesquisem por si mesmos e verão que há muito mais a se questionar. (informação do post do vídeo. Filme em inglês com legendas em "português")
Assista ao trecho final do último documentário de Michael Moore, Sicko, ainda inédito no Brasil, e que estreou muito recentemente nos EUA.
Com aproximadamente 30 minutos, o trecho conta a história de quatro voluntários, que ajudaram nos resgates de 11 de setembro de 2001, quando dos ataques às Torres Gêmeas.
Hoje, por causa da poeira e das condições de trabalho no local, todos desenvolveram doenças graves. Como eram voluntários – e não bombeiros oficiais – têm que pagar pelos tratamentos. Mas não têm dinheiro. Moore os leva à base americana de Guantánamo. Em Cuba, eles recebem atendimento médico. Absolutamente gratuito.
A diferença entre os dois sistemas. Mais do que isso: os diferentes modos de ver o mundo são mostrados no documentário. Vale a pena assistir. E refletir.
Especialmente indicado para os que só abrem a boca para criticar Cuba e louvar o livre mercado.
Atualização (09/07): Como era esperado, não durou muito a possibilidade de assistir ao trecho de Sicko. Ele foi postado seguidamente em vários distribuidores de conteúdo, inclusive o Google vídeo. Mas foi retirado de todos, com a alegação de violação de copyright, embora Moore e sua produtora tenham declarado que não se importavam com sua distribuição via internet.
Mas se você quiser assistir a este trecho que recomendei, baixe-o para seu computador. Clique aqui e, na página que vai abrir, escolha a opção Free, lá embaixo. Isto abre uma nova página com o arquivo http://rapidshare.com/files/41838413/saude.flv (93630 KB) para o download. Vale a pena.
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