Ahmed: Você nunca viu nada igual ao depoimento desse menino palestino
Toda a dignidade e a indignação na voz que vem do fundo da alma de Ahmed, que mostra porque o palestino não se rende nunca
Não há identificação dele. Apenas alguém que fala seu nome a certa altura de seu desabafo: Ahmed.
Ahmed seria apenas mais um entre os milhões de palestinos massacrados por Israel desde 1948 e mais agudamente desde o 7 de outubro de 2023, quando um ataque do grupo Hamas a um acampamento de Israel dentro daquele país serviu de sinal para o início do genocídio palestino, que Israel executa impiedosamente, dia após dia.
Já são 55.493 os palestinos assassinados por Israel, 40% deles mulheres e crianças, como a mãe e o irmão de Ahmed, mortos no dia desse seu depoimento.
Efeito Tarcísio: Bolsa Família paulista é fake, finge que dá, mas tira
Bem de acordo com seu ídolo, o ex-presidente Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas não gosta do Bolsa Família.
Mas, ano que vem tem eleição, e, também como seu ídolo, Tarcísio resolveu fazer um "agrado" na área social e criou seu Bolsa Família, o SuperAção. Só que o Bolsa Família do Tarcísio finge que dá, mas tira dinheiro da área social. É o que se deduz a partir de dados de uma reportagem da Folha.
A Secretaria de Desenvolvimento Social de Tarcísio de Freitas deixou de usar milhões de reais que estariam na rubrica da Secretaria nos dois primeiros anos de governo.
"Do R$ 1,8 bilhão previsto para 2023, R$ 1,04 bilhão foi gasto. As sobras daquele ano, de R$ 779 milhões, já representam valor superior ao anunciado por Tarcísio para o SuperAção". [R$ 500 milhões]
"Somando os dois primeiros anos de governo Tarcísio, 2023 e 2024, as reduções na assistência social foram de R$ 817 milhões".
"Foi criado o programa Superação da Vulnerabilidade Social, que em 2024 contava com um orçamento de R$ 32,2 milhões, embora 21% (R$ 6,9 milhões) tenham sido efetivamente gastos. Já dos R$ 16,9 milhões previstos para 2025, até o início de junho, apenas R$ 18,7 mil (0,15%) foram empenhados, ou seja, reservados no orçamento para uso".
Resumindo: Tarcísio deixou de gastar R$ 817 milhões nos anos de 2023 e 2024 para fazer caixa e lançar o SuperAção em 2025, com um valor menor ainda do que economizou nos dois anos: o orçamento do programa é R$ 500 milhões.
R$ 817 milhões que deveriam ter sido utilizados na área social não o foram e agora o governo anuncia que vai gastar R$ 500 milhões desses R$ 817 milhões, como se fosse dinheiro novo, quando, na verdade, são parte do dinheiro que não usou em 2023 e 2024 e ainda está embolsando R$ 317 milhões.
Na mesma reportagem, o deputado estadual petista Paulo Fiorilo"questiona o fato de o SuperAção ter como promessa atender 105 mil famílias inscritas no Cadastro Único, utilizado para identificar famílias de baixa renda, sendo que há 3,7 milhões de famílias paulistas inscritas na ferramenta".
O SuperAção vai atender apenas 3,5% das pessoas necessitadas. É como anunciar um condomínio e entregar apenas a maquete.
Mas assim que ceder à pressão do mercado financeiro e da mídia e assumir a candidatura, Tarcísio pode contar que o SuperAção vai ser vendido como um aprimoramento do Bolsa Família, o "olhar social" de Tarcísio de Freitas, o Bolsonaro de coturno de verniz.
E ainda vai ter economizado (isto é, deixado de investir na área social) R$ 317 milhões, cortando verba social antes mesmo de virar presidente... É mesmo o candidato dos sonhos da Faria Lima.
Bolsonaro ameaça, na véspera de depor a Moraes no STF: "Mais cedo ou mais tarde!"
Num encontro com correligionários, o ex-presidente Jair Bolsonaro mostra que, pelo menos sem estar frente a frente com o ministro Alexandre de Moraes, não perde a bazófia e o tom intimidador de um personagem autoritário.
Falando sobre a expectativa do depoimento que terá de prestar no STF, a partir de amanhã, como réu em vários crimes, o principal deles o de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Bolsonaro começou em tom messiânico e cheio de elipses para terminar em ameaça, inicialmente apenas no tom do discurso, mas potencializada no vídeo na rede X, que termina com música ameaçadora, daquelas que antecedem uma cena de violência no cinema.
É hora da verdade. E ela se fará presente, no meu entender, para o bem dessa grande nação, que é a terra prometida do Ocidente. Não faltarão (sic) entendimento entre nós. Não faltará a responsabilidade para cada um de como importante é a política. Agora nós ficamos muito tempo afastados da política. O mal cresceu. As cadeiras vazias foram ocupadas por pessoas más. Tentaram de tudo, sobrou a fumaça do golpe.
Vocês daqui nos fazem recarregar as baterias, nos faz (sic) sentirmos que estamos no caminho certo. Segunda, terça e quarta estarei no Supremo, ao vivo para as televisões, para responder, para falar o que aconteceu ao longo de meu mandato e do oito de janeiro
Temos um objetivo: liberdade aos presos políticos. E isso acontecerá mais cedo ou mais tarde![música ameaçadora]
Confira no vídeo publicado na rede X, de Elon Musk:
Vamos ver se Bolsonaro mantém toda essa valentia diante do ministro relator Alexandre de Moraes.
Ou será que Bolsonaro vai provocar o ministro para que Moraes acabe determinando sua prisão preventiva para que o filho fugitivo, deputado Eduardo Bolsonaro, tente incendiar a extrema direita dos Estados Unidos e conseguir alguma declaração de Trump?
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Aroeira e a valentia de Bolsonaro diante de Moraes
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Eleições 2026 à vista, mídia esquenta novo 'mensalão' para atacar Lula e o PT
Outro dia, a jornalista Julia Duailibi deixou escapar a palavra "mensalão" num comentário na Globonews sobre o roubo bilionário de dinheiro dos aposentados no INSS. Deputados estariam recebendo alguns milhares de reais por mês para acobertarem a roubalheira, durante todo esse período em que ela ocorre, de 2017 até ser barrado este ano pelo governo Lula.
A Band foi mais direta e publicou reportagem com o título "Exclusivo: Investigação aponta 'Mensalão do INSS', com mesadas de associações pagas para políticos".
Segundo a Band, o esquema abarcaria políticos à esquerda e à direita, como nos mensalões anteriores, mas que trouxeram consequências jurídicas e principalmente políticas apenas para os partidos de esquerda, em especial o PT.
- Fraudes no INSS: Uma investigação revelou um esquema que já está sendo chamado de "Mensalão do INSS", onde políticos de diferentes espectros recebiam mesadas de cerca de R$ 50 mil de associações.
- Políticos envolvidos: Cerca de 15 políticos, incluindo senadores e deputados, facilitavam o acesso dessas associações à cúpula do INSS e à informações confidenciais para a realização de golpes.
- Revelações futuras: Membros das associações envolvidas devem revelar nomes dos políticos implicados quando convocados a depor pela Polícia Federal.
Não por acaso a Folha de S. Paulo lançou ontem uma série de reportagens, que inclui um podcast, sob pretexto de "comemorar" os 20 anos do primeiro "mensalão", 6 de junho, aquele criado por Roberto Jefferson, réu confesso de embolsar R$ 5 milhões, que manteve em segredo sem revelar jamais onde foram parar.
Embora todas (é bom frisar esse "todas") as associações que roubaram dinheiro dos aposentados tenham sido criadas em anos anteriores ao governo do presidente Lula, e a imensa maioria delas no governo Bolsonaro, a mídia ensaia um novo mensalão para atacar Lula e seu governo, que bloqueou e está investigando o crime.
Confira abaixo as entidades que foram alvo de medidas judiciais, segundo
a CGU e o Ministério da Justiça, e os anos em que convênios com o INSS
foram firmados:
- Ambec (2017)
- Sindnapi/FS (2014)
- AAPB (2021)
- AAPEN (anteriormente denominada ABSP) (2023)
- Contag (1994)
- AAPPS Universo (2022)
- Unaspub (2022)
- Conafer (2017)
- APDAP Prev (anteriormente denominada Acolher) (2022)
- ABCB/Amar Brasil (2022)
- CAAP (2022)
Uma nova saída de esgoto deve estar sendo criada no departamento de artes da Rede Globo e a qualquer momento deve começar a jorrar dinheiro no Jornal Nacional, com pompa e circunstância, anunciando o tonitruante "mensalão do INSS", a que todos vão se referir como "o novo mensalão do Lula (ou do PT)".
O objetivo é o mesmo do mensalão de 2005 (visando as eleições de 2006), a Erenice e os Correios, em 2010, a Lava Jato, em 2014 e 2018, sendo que nesse 2018 gerou a prisão de Lula, que o impediu de vencer uma eleição que ganhava no primeiro turno, segundo todas as pesquisas, e depois impedir a virada de Haddad, com a divulgação por Sérgio Moro às vésperas das eleições da delação fraudada do ministro Palocci com acusações falsas contra Lula.
O "novo mensalão" faz parte do velho jogo sujo da mídia e já está de roupa nova, com seu fedor característico, pronto para entrar em cena e ser usado.
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A inacreditável aposta do mercado para o ajuste das contas do Brasil
É aposta e não proposta porque, de tão inacreditável, só mesmo o mercado para ter coragem de apresentar uma série de medidas que só obedecem a uma lógica: a lógica do próprio mercado financeiro.
Primeiro, veio o ex-ministro e ex-presidente do Banco Central de Fernando Henrique Cardoso Armínio Fraga que propôs como solução para o problema das contas brasileiras que os trabalhadores ficassem sem aumento real do salário mínimo pelo prazo de seis anos, colocando mais uma vez em cima do trabalhador o "esforço patriótico para salvar o país".
O salário mínimo hoje está em R$ 1.518,00. Para o Dieese deveria ser R$ 7.156,15 para sustentar uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças), o equivalente a 4,71 vezes mais que o mínimo atual de R$ 1.518. Pelo menos essa é a determinação constitucional, que diz que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas do trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.
Mesmo recebendo quase cinco vezes meinos do que deveria, o assalariado deveria se contentar em abrir mão de aumentos reais do salário por seis anos.
Mas não apenas isso. Na lista dos absurdos exigidos pelo mercado financeiro e vocalizados pela mídia corporativa, que age como house organ das aspirações do mercado, estão simplesmente:
- a desvinculação do salário mínimo das aposentadorias, programas sociais e benefícios;
- a quebra da regra constitucional que estabelece um piso mínimo de investimentos nas áreas de Saúde e Educação
Aposentados não teriam mais a correção do salário aplicado aos trabalhadores ativos, o mesmo acontecendo com os programas sociais e o BPC, Benefício de Prestação Continuada.
É bom lembrar que o BPC, segundo o site do governo, "é a garantia de um salário mínimo por mês ao idoso com idade igual ou
superior a 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade. No
caso da pessoa com deficiência, esta condição tem de ser capaz de lhe
causar impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial
de longo prazo (com efeitos por pelo menos 2 anos), que a impossibilite
de participar de forma plena e efetiva na sociedade, em igualdade de
condições com as demais pessoas".
O BPC não é aposentadoria. Para ter direito a ele, não é preciso ter contribuído para o INSS. Diferente dos benefícios previdenciários, o BPC não paga 13º salário e não deixa pensão por morte. Para ter direito ao BPC, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja igual ou menor que 1/4 do salário-mínimo.
É em cima deles que o mercado financeiro quer cortar para ajustar as contas. Nem pensar em mexer nos benefícios aos empresários nem nos juros, que estão hoje entre os maiores do mundo, com uma remuneração líquida do capital em torno de 9%.
Coletiva do Lula
Em uma coletiva de imprensa ontem, o presidente Lula tratou da questão do IOF, Imposto sobre Operações Financeiras, que está gerando muita polêmica e causando novos desgastes ao governo.
O presidente lembrou que a sugestão do aumento do IOF pela equipe econômica veio em obediência a uma determinação constitucional.
Eu acho que o Ministério da Fazenda está tentando fazer um reparo ao não cumprimento de uma decisão da Suprema Corte pelos companheiros senadores, que quando aprovaram a desoneração, sabiam que tinha uma decisão da Suprema Corte que era obrigatório haver a compensação e ficaram de apresentar a compensação. O [Fernando] Haddad, no afã de dar uma resposta logo à sociedade, apresentou uma proposta que ele elaborou na Fazenda", observou o presidente.
Lula também disse que o governo deixa de arrecadar por conta de benefício aos empresários R$ 800 bilhões! Mas também não querem que Lula mexa em nenhum desses benefícios.
Desoneração da mídia
A desoneração da folha de pagamento para o setor de comunicação, incluindo rádios, televisões e editoras, somou um total de R$ 462.131.652,31 de janeiro até agosto de 2024, segundo o Dieese. Foi uma medida tomada pela presidenta Dilma em 2012, que era para ser provisória e tinha como objetivo gerar empregos. Mas vem sendo prorrogada desde lá por pressão dos órgãos de comunicação que não aceitam abrir mão desse benefício.
No entanto, a contrapartida na geração de empregos não vem sendo cumprida, segundo a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).
Estudos da entidade, elaborados pelo Dieese, indicam uma queda contínua no número de jornalistas empregados com carteira assinada, mesmo em anos com desonerações vultosas.Não geram empregos, não aceitam abrir mão dos benefícios, e querem que o trabalhador pague a conta. É a cara da classe dominante brasileira com sua herança escravista.
Dados recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que, desde 2013, o emprego formal no jornalismo encolheu em mais de 20%, o equivalente à perda de quase 13 mil vagas, refletindo demissões e precarização.
Lindbergh vai pedir prisão preventiva ou tornozeleira para Jair Bolsonaro: 'Pode fugir'
Na esteira do filho Eduardo, que já se encontra em auto exílio nos Estados Unidos e da deputada bolsonarista Carla Zambelli, que deu um adios a la española após ser condenada a dez anos de prisão, o ex-presidente Jair Bolsonaro pode seguir pelo mesmo caminho. É o que pensa o líder do PT na Câmara dos Deputados deputado Lindbergh Farias, que estuda pedir a prisão preventiva do inelegível, ou ao menos que seja grampeado com uma tornozeleira para evitar que se aproxime de embaixadas ou rotas de fuga.
Lindbergh afirma que a possível fuga de Jair Bolsonaro faz parte de um plano da extrema direita de desmoralizar o Judiciário brasileiro.
"Depois da fuga de Eduardo e Zambelli, a preocupação passa a ser o próprio Bolsonaro", diz o petista.
"Posso fugir agora"
Mais de uma vez Bolsonaro fez pouco caso de nossa Justiça e da capacidade da Polícia Federal de prendê-lo. No seu jeito brancaleone de ser afirmou desafiadoramente a uma rádio: "Posso fugir agora".
Ao dar entrevista em 20 de janeiro a uma rádio de extrema
direita que mantém um canal no YouTube, a Auriverde, o ex-presidente
falou abertamente e sem qualquer rodeio que, se decidir por uma fuga,
fará isso. Ele se mostrou particularmente irritado e “emotivo” por não
ter recebido autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para
ir aos EUA acompanhar a posse do presidente Donald Trump.
“Um juiz que é o dono de tudo aqui no Brasil. É o dono da sua liberdade. Ele abre inquérito, ele te ouve, ouve o delator. Ele é o promotor, ele é o julgador, ele encaminha o seu juiz para fazer parte de audiência de custódia, tudo ele! Tira teu passaporte. Ele pode fugir. Eu posso fugir agora. Qualquer um pode fugir”, disse o antigo ocupante do Palácio do Planalto, desafiando de forma aberta a Justiça brasileira.
Fuga para embaixada
Quem não se recorda do ensaio de fuga na embaixada da Hungria no Carnaval do ano passado?
Com a desculpa esfarrapada de que teria ido à embaixada do país presidido por um dos líderes da extrema direita mundial, Viktor Orbán, "discutir problemas comuns", coisa que nunca se interessou em fazer durante seus quatro anos à frente do governo do Brasil, Bolsonaro passou dois dias do Carnaval de 2024 hospedado na embaixada da Hungria.
“Não vou negar que estive na embaixada sim. Não vou falar onde mais estive. Mantenho um círculo de amizade com alguns chefes de estado pelo mundo. Estão preocupados. Eu converso com eles assuntos do interesse do nosso país. E ponto final. O resto é especulação”, disse Jair Bolsonaro à coluna do jornalista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
Já naquela oportunidade Lindbergh julgava necessária a prisão de Bolsonaro, que pretende pedir agora.
“Bolsonaro covarde se escondeu dois dias na embaixada da Hungria após a mega operação contra os golpistas em fevereiro deste ano. Tem que ser preso imediatamente. Está planejando uma fuga”, se manifestou o deputado federal Lindbergh Faria (PT-RJ).
Prisão de Carla Zambelli
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), responsável pela ação que culminou na abertura de inquérito contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por conspiração contra o judiciário brasileiro nos Estados Unidos, anunciou que vai pedir alerta vermelho da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) para localizar, prender e extraditar a deputada bolsonarista Carla Zambelli (PL-SP).
Nesta terça-feira (2), Carla Zambelli, recentemente condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou que fugiu do Brasil para a Europa e que pretende fazer o mesmo que Eduardo Bolsonaro: "denunciar" ministros do Supremo no exterior, em uma tentativa de escapar da cadeia.
Ao anunciar que acionará a Interpol contra Zambelli, Lindbergh alertou que o ex-presidente Jair Bolsonaro, réu por tentativa de golpe do Estado no STF, pode fazer o mesmo que a deputada e fugir.
"Zambelli fugiu. Vamo pedir alerta vermelho pra Interpol para localizar, prender e extraditar.Essa turma é um leão pra atacar a democracia e covarde na hora de responder por seus crimes! Não tenho dúvida que Bolsonaro pode ir pelo mesmo caminho. Não podemos permitir uma fuga de uma eventual condenação por golpe de Estado. A PGR tem todos os instrumentos pra impedir isso: Cassar passaporte, tornozeleira eletrônica ou pedir uma prisão preventiva!", escreveu o petista.
https://x.com/lindberghfarias/status/1929905952183988363
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