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O 11/09 foi uma grande armação do governo Bush?


Muita gente não acredita. Quando eu toco no assunto com alguém que nunca leu, ouviu ou viu nada a respeito, a reação é de incredulidade total: - Tá ficando louco? Mas a história dos acontecimentos de 11 de setembro de 2001 nos EUA, conhecido como o atentado às Torres Gêmeas, é cheia de furos, tramas e subtramas, que fazem ao menos pensar: o que vimos e o que nos contaram foi verdadeiramente o que aconteceu?

Quem assistir com atenção a este vídeo postado aqui, chamado Loose Change, com certeza vai ficar com uma pulga atrás da orelha.

Para quem gosta de estar sempre à procura de ver o mundo com novos olhos, sob novos pontos de vista, é um prato cheio.

Leia também:

» Loose Change 2: O lado B (de Bush) do 11/09 Atentado ou manipulação?

» 11/9: Foi mesmo um Boeing que atingiu o Pentágono?

» ‘EUA financiaram Bin Laden e a criação da Al Qaeda’

11/9: Foi mesmo um Boeing que atingiu o Pentágono?



A “grande imprensa” americana comprou a versão oficial do governo Bush de que um Boeing seqüestrado foi arremessado contra o Pentágono em 9 de setembro, ao mesmo tempo em que outros dois aviões eram lançados sobre as Torres Gêmeas. A versão se espalhou pelo mundo. Mas será que foi isso mesmo o que aconteceu?

Dê uma olhada nesse vídeo, que é uma parte editada por mim do documentário de longa-metragem Loose Change, e tire suas próprias conclusões.

(Nesse momento em que se inicia a implantação de uma Rede Pública de Televisão aqui no Brasil; nesse momento em que a “grande imprensa” se posiciona de modo francamente hostil ao governo democraticamente eleito (mais ainda, eleito apesar dela), é importante destacarmos que esse não é um comportamento exótico da imprensa brasileira, mas, ao contrário, ele se encaixa num movimento maior, a partir dos EUA, e que se irradia e reflete não apenas aqui, mas, em maior ou menor grau, pela imprensa de todo o mundo, e tem um de seus casos mais grotescos na imprensa venezuelana.
Por isso estou realizando esta série de postagens mostrando pontos de vista diferentes sobre o atentado de 11/9 nos Estados Unidos. Esta foi mais uma. Outras virão)

Dificuldades para assistir o vídeo? Clique aqui

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Professor que enfrentou jornalistas da Fox afirma que Bin Laden está morto e denuncia pacto entre governo Bush e a mídia

O professor Kevin Barret não tem medo de remar contra a maré. Outro dia mostrei aqui um vídeo em que ele enfrentava dois jornalistas da Fox, que tentavam encurralá-lo – inclusive com ofensas. Barret deu uma verdadeira aula de como um entrevistado deve se comportar diante de jornalistas que se achem donos da verdade. Se não viu o vídeo, clique aqui, vá lá e assista a essa aula do professor.

Para o professor Barret existe um complô entre a mídia e o governo Bush para manipular o povo americano (e, por extensão, o do planeta) com notícias falsas, muitas fabricadas pelo que ele chama de Al-CIA-Qaeda.

Uma das maiores mistificações, segundo Barret, ocorre com Bin Laden. Para o professor de Islã na Universidade de Winsconsin, Bin Laden foi morto muito provavelmente no final de 2001 ou início de 2002. O que significa que todas as gravações atribuídas a ele desde então são falsas. A única entrevista verdadeira de Bin Laden teria sido aquela, logo após o atentado de 11 de setembro, concedida a jornalistas paquistaneses. Nela, Bin Laden informava que não tinha nada a ver com o atentado.

"...Eu faço questão de dizer que eu não perpetrei tal ato, que parece ter sido perpetrado por indivíduos com motivações próprias...Eu já disse que eu não estou implicado nos ataques do 11/9 contra os Estados Unidos...Eu não tive nenhum conhecimento desses ataques..."

Barret afirma que estudou e conhece a “retórica religiosa” de Bin Laden e que os seus supostos depoimentos não têm nada a ver com ela. Nisto, Barret não está sozinho. O maior especialista americano sobre Bin Laden – o Professor Bruce Laurent - está de acordo. Laurent, que é chefe do departamento de estudos religiosos da Duke University, publicou um livro com as traduções dos discursos de Laden. Ele também afirma que as gravações são falsas e que é bem possível que Bin Laden esteja morto.

Barret:

Foto que dizem ser de Bin Laden

Em 13 de dezembro de 2001, quando Bush se lamentava falsamente a propósito de "teorias conspiratórias indignas" que se propagavam como fogo em folhas secas, apareceu o primeiro e o mais medíocre dos vídeos com “Bin Laden”. A qualidade do som e da imagem de vídeo era horrorosa. O vídeo mostrava um sujeito grande com uma barba negra, fazendo uma pálida imitação da voz de Bin Laden, reivindicando um conhecimento prévio, senão uma responsabilidade nos ataques do 11/9 e regozijando-se de seu sucesso. O problema era que o tipo grande claramente não era Bin Laden. O da gravação pesava ao menos 20 ou 25 k mais e as linhas de seu rosto eram manifestamente diferentes (veja foto do Bin Laden gordo, de reportagem da CNN retirada do filme Loose Change. Parece-se com Bin Laden?).

O "gordo Bin Laden" era completamente ridículo, e eu continuo à procura de um observador idôneo que o considere autêntico. No entanto, a imprensa, a mídia em geral deixou passar a fraude sem realizar as verdadeiras perguntas: por que o governo de Estados Unidos agita frente a nossos olhos esta confissão manifestamente falsa?

O próprio professor Barret responde:

"Os meios" fazem parte da grande conspiração de 11/9, contribuindo com a necessária manipulação da opinião pública. O terrorismo (qualquer terrorismo) não existe sem a difusão de suas ações. Este peculiar "terrorismo", que se passou a chamar (eufemísticamente) "internacional", sempre contou com a cumplicidade da mídia para instalar-se como "terrorismo de origem muçulmana" na sociedade.

O ataque às imagens do vídeo do “Bin Laden gordo” foi tão forte, que a nova “mensagem de Bin Laden” veio apenas em cassete de áudio, sem imagens. Coincidência? A CIA afirmou que o áudio era de Bin Laden.

- Como não iria "autenticá-lo", se foram eles que o fizeram? – ironiza o professor Barret.

No entanto, especialistas reunidos na Suíça anunciaram que “a mensagem foi gravada por um impostor". Novamente, a mídia teria se calado sobre o assunto.

Depois disso, cada mensagem de Bin Laden foi igualmente falsa. Foram publicadas nos momentos em que o regime de Bush tinha necessidade, e a mídia se acomodou bem à fraude. Se lembram da gravação de “Bin Laden” que provocou grandes manchetes, pouco antes da eleição presidencial de 2004? Walter Cronkite (jornalista norte-americano muito respeitado) achava que Karl Rove [o marqueteiro de Bush, que se demitiu recentemente] estava por trás desse bando.

O verdadeiro Bin Laden, que insistiu que não tinha nada a ver com o 11/9, morreu em 2001 ou no começo do 2002 no mais tardar. As falsas mensagens foram fabricadas pela "Ao-CIA-Qaeda" para sustentar o regime de Bush e sua pretendida "guerra contra o terrorismo".

(Nesse momento em que se inicia a implantação de uma Rede Pública de Televisão aqui no Brasil; nesse momento em que a “grande imprensa” se posiciona de modo francamente hostil ao governo democraticamente eleito (mais ainda, eleito apesar dela), é importante destacarmos que esse não é um comportamento exótico da imprensa brasileira, mas, ao contrário, ele se encaixa num movimento maior, a partir dos EUA, e que se irradia e reflete não apenas aqui, mas, em maior ou menor grau, pela imprensa de todo o mundo, e tem um de seus casos mais grotescos na imprensa venezuelana.
Por isso estou realizando esta série de postagens mostrando pontos de vista diferentes sobre o atentado de 11/9 nos Estados Unidos. Esta foi mais uma.)

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Nos EUA, 'grande imprensa' agride entrevistado. Ao contrário do que acontece no Brasil, o entrevistado reage



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Reparem neste trecho, de aproximadamente três minutos, de um programa de entrevistas da Fox. Foi retirado do filme Loose Change, que mostra o lado B (de Bush) dos atentados de 11 de setembro de 2001.
Os entrevistadores tentam encurralar o entrevistado, um professor que em suas aulas mostra aos alunos uma outra visão sobre o 11/9.
Reparem na agressividade, nas ofensas, na tentativa constante de desqualificação do entrevistado. Que, no entanto, não se intimida e os enfrenta.
Quanta diferença em relação a nossos políticos, que muitas vezes são desrespeitados e não reagem.
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Bin Laden e Chávez seriam criaturas de Bush e da CIA

Esta é de deixar espantados até aqueles que acham que o ex-deputado José Dirceu é o homem mais maquiavélico e diabólico do planeta. O jornalista Robert Fisk (saiba mais sobre quem é Robert Fisk, na Wikipedia, ou numa recente entrevista com Marcelo Tas na última Flip), em artigo publicado no The Independent no último dia 25, coloca dúvidas sobre a verdadeira autoria dos ataques às Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001.

Pelas teorias conspiratórias que Fisk traz à tona, Bin Laden seria um mero fantoche de ninguém menos que George W. Bush. Ou então nem isso. Osama Bin Laden seria apenas uma lenda.

Fisk não compartilha dessas teorias, mas tem lá suas dúvidas sobre o que realmente aconteceu naquele dia que marcou para sempre a humanidade.

(...) Eu estou cada vez mais encafifado com as inconsistências da narrativa oficial do 11 de setembro. Não apenas pelo óbvio ''non sequiturs'': onde estão as partes da aeronave (motores, etc) que atacou o Pentágono? Por que as autoridades envolvidas com o vôo 93 da United (que caiu na Pensilvânia) foram obrigadas a fechar o bico? Por que os restos do vôo 93 se espalham por quilômetros quando supostamente o avião chocou-se contra o solo ainda inteiro? Novamente, não estou falando sobre a ''pesquisa'' maluca de David Icke (Alice no País das Maravilhas e o Desastre do World Trade Center), que poderia fazer qualquer homem são tentar decorar a lista telefônica.

Eu estou me referindo a questões científicas. Se é verdade, por exemplo, que o querosene queima a 820º Celsius sob ótimas condições, como é que o aço das duas torres, cujo ponto de fusão está supostamente acima de 1.480ºC, poderiam ter entrado em colapso na mesma velocidade? Elas cairam em 8,1 segundos e 10 segundos. E a terceira torre, o World Trade Centre Building 7, ou edifício Salmon Brothers, que desmoronou em 6,6 segundos até seus alicerces às 17h20 do dia 11 de setembro? Por que ela desmoronou daquele jeito se nenhuma aeronave a atingiu? O Instituto Americano de Padrões e Tecnologia analisou a causa da destruição dos três edifícios. Eles ainda não relataram nada sobre o WTC 7. Dois proeminentes professores americanos de engenharia mecânica — com toda a certeza fora da categoria dos ''raivosos'' — processam o Instituto na Justiça contra o que vaticina o relatório final, argumentando que ele pode ser ''fraudulento ou enganador''.

Jornalisticamente, existem muitas coisas ímpares sobre o 11 de setembro. Relatórios iniciais de repórteres que afirmam terem ouvido explosões nas torres — que bem poderiam ser as estruturas se rompendo — são fáceis de desmentir. Menos o de que o relato de que o corpo de uma comissária da tripulação de um dos vôos foi descoberto nas ruas de Manhattan com suas mãos atadas. OK, então vamos assumir que isso foi só boataria de momento, assim como a lista da CIA de seqüestradores-suicidas, que incluiam três homens que estavam — e ainda estão — vivos da silva e vivendo no Oriente Médio, foi um erro inicial da inteligência americana.

Mas e o que dizer da esquisita carta supostamente escrita por Mohamed Atta, o assassino-seqüestrador egípcio de cara assustada, cujo conselho ''islâmico'' a seus cruéis camaradas — revelado pela CIA — mistificou cada amigo muçulmano que eu conheço no Oriente Médio? Atta mencionou sua família — o que nenhum muçulmano, mesmo mal-intencionado, gostaria de incluir em tal oração final. Ele lembra seus companheiros-de-morte para fazerem a primeira oração muçulmana do dia e então continua a citá-la Mas nenhum muçulmano precisa de tal lembrança — para não dizer nada do texto da oração do ''Fajr'' que foi incluído na carta de Atta. (...)

Para ler o artigo completo de Robert Fisk em português, clique aqui.

E aqui para ler a versão original em inglês, acrescida de quase 200 comentários, que botam ainda mais lenha na fogueira.

Particularmente, acho a história inverossímil. Serve mais para mostrar que a especulação é livre, e o papel aceita quase tudo.

Pode-se, por exemplo, especular que Chávez seria uma invenção de Bush e da CIA, que querem radicalizar a questão ideológica na América Latina com o intuito de abrir as portas para uma invasão americana à Venezuela, que se estenderia à Amazônia, sob pretexto de garantir o pulmão verde do mundo... Há até no mercado um game sobre essa invasão.

O que você acha?

Atualização: O comentário da Rosana (a quem agradeço) e sua indicação para o vídeo a seguir acrescentaram ainda mais tempero às especulações sobre o 11 de setembro.

Versão reeditada da 2a Edição de Loose Change. Essa versão contém correções de erros factuais e novas cenas. Documentário fantástico,mostrando evidências de que os eventos de 11 de Setembro nos EUA, podem ter sido uma obra interna do próprio governo. Apesar de muitas evidências poderem ser refutadas, ao final desde documentário você perceberá que algo não está correto na história oficial. Pesquisem por si mesmos e verão que há muito mais a se questionar. (informação do post do vídeo. Filme em inglês com legendas em "português")



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