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Abaixo-assinado a favor da instalação da CPI da TVA

O Intervozes lançou um abaixo-assinado pela instalação da CPI TVA/Telefônica e investigação de todas as irregularidades do setor. Nele, fica-se sabendo também qual é a analogia (denunciada pela própria Veja) que existe entre a transação TVA (Abril)-Telefônica e Net (Globo)-Embratel (Telmex).

Eis a íntegra do abaixo-assinado e o link, ao final, para que você possa assiná-lo. Quando assinei, fui o número 259. É muito pouco. Temos que divulgá-lo e aumentar o número de assinaturas:

Pela instalação da CPI TVA/Telefônica e investigação de todas as irregularidades do setor

Estamos diante de mais um caso de “faroeste” no campo das comunicações no Brasil. Agora, o Grupo Abril deflagrou uma campanha para desarticular a CPI que irá investigar a compra da TVA pela Telefônica. Utilizando seu principal veículo de informação, a revista Veja, a empresa joga pesado contra os parlamentares que assinaram o requerimento. Achando pouco, a Abril colocou lobistas e funcionários próprios para percorrer os gabinetes pressionando os deputados a retirar suas assinaturas.

Essa campanha só reforça a necessidade de instalação da CPI, além dar mais motivos para enterrar o mito da imparcialidade no jornalismo brasileiro.

O que teme a Abril? Provavelmente, a empresa não quer que venham à tona as irregularidades da operação que, na prática, entregou o controle da ComercialCabo para uma empresa estrangeira, o que é proibido pela lei 8.977/95.

No momento em que uma empresa de mídia utiliza seu poder político para tentar proteger seus interesses, o Congresso brasileiro tem de afirmar sua independência e não pode se dobrar ao poder dessa grande corporação. É verdade que a denúncia das irregularidades feita por Renan Calheiros é uma retaliação à campanha da Abril pela sua cassação. O senador nada tem de inocente e reagiu à denúncia – aparentemente verdadeira – de que ele faz uso de laranjas para manter uma rádio em Alagoas. Mas é verdade também que isso não interfere nada nos fatos. O que interessa é saber se houve ou não irregularidades na operação de compra da TVA pela Telefônica. E há indícios de que houve irregularidades não consideradas pela Anatel ao aprovar a operação.

Pela legislação atual, o limite de capital estrangeiro em uma empresa de TV a cabo é 49%. Embora a venda da TVA respeite esse limite, ela estabelece uma cláusula no contrato apontando a necessidade de uma 'reunião prévia' dos acionistas preferenciais, que deve ter seu resultado seguido pela reunião de acionistas com direito a voto. Na prática, vincula as decisões da empresa às decisões da Telefônica, passando o controle à empresa espanhola.

A prática não é nova nem exclusiva do Grupo Abril. A primeira empresa a usar brechas legais para vender sua operadora de cabo para o capital estrangeiro foi a Globo, que vendeu a quase totalidade das ações preferenciais (sem direito a voto) e cerca de 38% das ações ordinárias (com direito a voto) da NET Serviços para a Embratel (leia-se Telmex). Mas a Globo usou uma empresa chamada GB (que era usada anteriormente pela Globo e o Bradesco - daí o nome) e lhe "entregou" 51% das ações da NET Serviços. O problema é que o capital da GB agora está dividido em 49% para a Telmex e 51% para a Globo. Assim, na prática, a Telmex é a acionista majoritária da NET Serviços, a despeito da proibição da Lei da TV a cabo (8.977/95). A transação da Globo foi aprovada pela Anatel. A Abril fez a mesma coisa, mas foi menos sutil; mesmo assim, também teve sua operação aprovada.

No caso da Telefônica, há ainda um outro problema. Em São Paulo, além da proibição prevista na Lei do Cabo, existe outra, que está na Lei Geral de Telecomunicações (LGT) e que diz que uma empresa concessionária de telefonia fixa não pode estar no bloco de controle de uma operadora de TV a cabo, o que se configura com a posse de 20% das ações ordinárias. Então, especificamente no estado de São Paulo, a Telefônica só pode ter 19,99% das ações ordinárias da TVA.

A resolução 101 da Anatel, que baliza a análise sobre esse tipo de operação, tem elementos para que se impeça esse tipo de transação. Com todos esses indícios, a investigação sobre essas operações se torna inadiável. Mesmo frente a esse quadro, a soberba do Grupo Abril é tamanha que eles alegam que a CPI ameaça a liberdade de imprensa. Ora, uma empresa de mídia não pode ser investigada? Em nome dessa “liberdade de imprensa” (na realidade, liberdade de empresa) deve-se abafar todos os indícios de irregularidades em meios de comunicação? Só a reação da Abril já justifica a instalação da CPI. Quem teme, provavelmente deve.

O episódio é revelador da dimensão do poder dos grandes grupos de mídia enquanto atores políticos e de como a lógica econômica predomina em detrimento do interesse público no campo das comunicações. Evidencia também a leniência do poder público para lidar com as burlas legais encontradas pelas grandes empresas. Resta saber se o Congresso brasileiro se dobrará diante dessa chantagem. Os abaixo assinados esperam que não.

Para assinar é só clicar aqui.

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Empurram a criação da CPI da TVA com a barriga para que ela caia no esquecimento

O tempo conspira contra a criação da CPI da TVA. Ainda não foi dessa vez que tivemos a definição do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), favorável à sua criação. Segundo a própria Veja (que trabalha desesperadamente nos bastidores para que não haja a CPI) Chinaglia iria se pronunciar na terça passada. Uma semana depois, e nada. Por quê?

O pedido de instalação teve o número de assinaturas exigido (181, quando são necessárias apenas 171) e objeto determinado, baseado no voto contrário à venda do ex-presidente da Anatel e atual conselheiro Plínio de Aguiar Júnior:

"O artigo 7º da Lei nº 8.977, de 6 e janeiro de 1995 (Lei do Serviço de TV a cabo) não estaria sendo observado, uma vez que o seu objeto é assegurar que as decisões em concessionárias de TV a Cabo sejam tomadas exclusivamente por brasileiros, o que não ocorrerá no presente caso”.

A hora, agora, é da CPI da TVA. Se, como eu disse aqui, durante os trabalhos da CPI da TVA for confirmada a irregularidade, deve-se partir para uma outra CPI. Esta para investigar a transação da Net - leia-se Organizações Globo – com a Telmex. A própria Veja da outra semana diz o porquê:

A associação da TVA com a Telefônica é análoga àquela entre NET e Telmex.

Sendo análogas, se surgirem problemas numa, investigue-se também a outra. Por isso a criação dessa CPI da TVA-Abril-Veja passou a ser necessária, fundamental. E urgente.

A Abril aposta que, com a passagem do tempo, a criação da CPI possa cair no esquecimento. Não podemos deixar que isso aconteça.

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Por que a Cpi da TVA-Abril-Veja passou a ser necessária

A Veja que foi para as bancas neste final de semana volta à carga contra a criação da CPI da TVA, que vai investigar a venda da TVA (Grupo Abril, que edita a Veja) para a Telefônica. A Anatel, num primeiro momento, aprovou o negócio, mas impôs condições.

A suspeita que originou a criação da CPI é a de que o negócio daria a uma empresa estrangeira o controle sobre um meio de comunicação, o que é proibido no Brasil. Segundo se suspeita, haveria um contrato de gaveta, onde o controle da TVA ficaria nas mãos da Telefônica (espanhola).

O desespero da Veja decorre de alguns fatores. Em primeiro lugar, os que defendem a criação da CPI conseguiram juntar assinaturas suficientes para protocolar o pedido. 181 assinaturas de deputados. Isso foi um duro golpe para a Abril, porque inesperado.

Por causa disso a Veja da semana passada partiu para o ataque, afirmando que a tentativa de instalação da CPI é uma vingança pessoal do senador Renan Calheiros, contrariado com as reportagens da revista, que o colocaram com a corda no pescoço.

Ilegal, e daí?
Lobistas da Abril tentam convencer deputados a retirar assinatura

Segundo o Portal Vermelho, a editora Abril espalhou lobistas pela Câmara na tentativa de virar os votos dos signatários da proposta da CPI. Isso é ilegal - repito, ilegal -, mas, no entanto, foi confirmado pelo assessor de imprensa do Grupo Abril:

A Editora Abril está em plena atividade para abortar a CPI da Abril-Telefônica. Nesta quarta-feira (5) - dia de maior movimentação de parlamentares na Câmara Federal -, um grupo percorria as dependências da Casa, pedindo aos 182 deputados que assinaram o pedido da CPI que assinem outro documento, com um contra-pedido. O jornalista Gustavo José Batista do Amaral, assessor de imprensa do Grupo Abril, que participava da ação, admitiu a coleta, mas disse que não sabia dizer quantas assinaturas tinham conseguido porque havia várias pessoas abordando os parlamentares. Amaral também reconheceu que o Grupo Abril não podia realizar a operação.

21 deputados já tentaram retirar suas assinaturas. São eles: Arnon Bezerra, Gilmar Machado, Lincoln Portela, Marcelo Itagiba, Marcio Junqueira, Ricardo Izar, Antônio Roberto, Ratinho Junior, Elcione Barbalho, Walter Pinheiro, Eliseu Padilha, Darcísio Perondi, Jorge Khoury, Silvio Lopes, Raimundo Gomes de Matos, Barbosa Neto, Colbert Martins, Darcísio Perondi, Pedro Chaves, Professor Sétimo, Fátima Pelaes .

Os 13 últimos o fizeram entre os dias 3 e 5 de setembro, ou seja, entre segunda e quarta, logo após a edição de Veja da semana passada. Entre eles, dois deputados do PT. Um da Bahia, Walter Pinheiro, e outro de Minas, Gilmar Machado.

Mais curioso ainda é que oito deles solicitaram a retirada com requerimentos exatamente iguais: palavra por palavra, vírgula por vírgula, ponto por ponto. Como se estes já viessem preparados e eles só necessitassem assinar...

Veja usa linguagem de mafiosos para tentar desqualificar a CPI da TVA

O problema é que, para azar da Veja, retirar a assinatura não é fácil. Há um regimento na Câmara que diz que a assinatura só pode ser retirada com a anuência da maioria da bancada. A maioria dos pedidos de retirada já foi indeferida, exatamente por causa desse dispositivo.

Na edição deste final de semana, a Veja volta ao ataque. Num incrível ato falho chama a CPI da TVA (ou CPI da Abril, como querem outros) de CPI da Vendeta, utilizando-se do jargão dos mafiosos italianos.

Ela está tão apavorada com a criação da CPI que chega a fazer um apelo patético ao presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia, para que ele não aprove a instalação da CPI, nesta terça-feira, quando esta vier para a pauta. E digo que está apavorada e o apelo é patético porque Chinaglia já declarou publicamente o que pensa sobre essa CPI, fato que foi amplamente divulgado (ou será que a Veja não acredita na “grande imprensa”?):

- Não tenho alternativa. Tenho que cumprir o regimento e a Constituição. Me parece que há fato determinado e que as assinaturas conferem.

Vamos ver se o deputado Chinaglia não se curva diante das pressões.

Esta pode ser a primeira de uma série de CPIs

O que fica disso tudo é que, se, inicialmente, a criação da CPI da TVA parecia importante, agora, com todo o nervosismo que está criando no Grupo Abril, deixa de ser apenas importante e passa a ser uma CPI necessária.

A própria Veja, aliás, o próprio Grupo Abril deveria vir a público defender sua criação, já que afirma que o negócio é lícito, claro e limpo. Afinal, quem sempre defendeu a criação de CPIs sobre qualquer tema, por que é contra a instalação de uma agora, quando o Grupo Abril é o alvo?

Além do mais, não podemos esquecer que esta CPI da transação TVA-Telefônica é um dos focos de investigação. Se forem encontradas irregularidades, deve-se criar uma nova CPI para investigar a venda de parte da Abril para o grupo sul-africano Naspers, em que reportagem do jornal da Band apontou vários indícios de irregularidades (veja a reportagem da Band aqui).

Mas não é só isso. Deve-se partir para uma outra CPI. Esta para investigar a transação da Net - leia-se Organizações Globo – com a Telmex. A própria Veja da semana passada diz o porquê:

A associação da TVA com a Telefônica é análoga àquela entre NET e Telmex.

Sendo análogas, se surgirem problemas numa, investigue-se também a outra. Por isso a criação dessa CPI da TVA-Abril-Veja passou a ser necessária, fundamental.

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Lista oficial com os nomes dos 181 deputados que assinaram a favor da criação da CPI da TVA-Abril-Veja

Clique aqui para acessar a Lista oficial da Câmara dos Deputados com os nomes dos 181 deputados que assinaram a favor da criação da CPI da TVA-Abril-Veja

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CPI da TVA-Abril-Telefônica-Globo-Telmex: ‘Faca no pescoço’ volta a atacar

Quando o deputado Wladimir Costa (PMDB-PA) começou a colher assinaturas para a instauração de uma CPI para investigar a venda da TVA (Grupo Abril) para a Telefônica não foi levado a sério. Afinal, quem poderia acreditar que haveria 171 deputados corajosos e independentes o bastante para peitar o Grupo Abril, especialmente seu dedo acusador, a Revista Veja?

Para surpresa geral, 182 assinaram. A Veja estrilou. Como eu comentei aqui, ela partiu para o ataque, disse que era uma “vendeta” de Renan, um atentado à liberdade de imprensa etc. Mas não apenas isso: chamou para o centro do palco as Organizações Globo e a Telmex, que teriam realizado negócio análogo ao Abril-Telefônica. Em editorial, ainda foi em cima do presidente da Câmara:

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, tem poderes para deter essa marcha da insensatez, e se o fizer estará prestando um serviço à imagem da instituição que preside.

Ou seja, para usar uma expressão do ministro Lewandowski, a Veja colocou “a faca no pescoço” de Chinaglia. E, por extensão, na Câmara como um todo.

Parece que a pressão surtiu efeito. De lá pra cá, seis deputados pediram para retirar suas assinaturas do requerimento.

Eis os nomes dos seis, e suas alegações (segundo seus requerimentos oficiais, no site da Câmara).

- Lincoln Portela (PR-MG)
Solicitou a retirada já que o referido requerimento não “apresenta fato determinado de relevante interesse para a vida pública e a ordem constitucional, legal, econômica e social do País”.

- Marcelo Itagiba (PMDB-RJ)
Solicitou a retirada “já que o referido requerimento afeta, frontalmente, a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa, cerceia a manifestação do pensamento, conforme definido nos preceitos constitucionais.

- Marcio Junqueira (DEM-RR)
Apenas pediu a retirada, sem justificativa alguma.

- Ricardo Izar (PTB-SP)
Solicitou a retirada “por haver sido aposta, por engano, sem o efetivo conhecimento de seu objeto”.

- Antônio Roberto (PV-MG)
Solicitou a retirada porque “o requerimento não apresenta fato determinado de relevante interesse para a vida pública e a ordem constitucional, legal, econômica e social do país. Que o requerimento tem também o objetivo subjacente de atacar instituições da imprensa afetando, dessa forma, a liberdade de expressão, de imprensa, cerceando a manifestação do pensamento na contramão dos preceitos constitucionais”.

- Ratinho Junior (PSC-PR)
Solicitou a retirada porque o requerimento “não atende ao propugnado, que considera fato determinado o acontecimento de relevante interesse para a vida pública e a ordem constitucional, legal e social do País e devidamente caracterizado no requerimento de constituição da Comissão”.

Como se vê, um não se justificou e os outros ou não leram o que assinaram ou só se deram conta do que fizeram mais tarde. O que os teria feito mudar de opinião tão rapidamente?

Ao mesmo tempo, a Anatel retirou o assunto da pauta da reunião de quarta-feira (29), sob pretexto de que precisava de mais tempo para analisar com cuidado as implicações da compra. Na verdade, o que fez foi retirar o tema das pautas de discussão, desligando os refletores e deixando os deputados à mercê das pressões feitas na surdina, por debaixo dos panos. Exatamente como aquela reportagem de capa em que a Veja levantou a suspeita de que os ministros do STF estariam sendo grampeados. Era uma denúncia? Ou um aviso?

Vamos ficar de olhos bem abertos para evitar que novos deputados roam a corda. Afinal, o que eles temem da Abril?

Ou, olhando a questão pelo outro lado: Por que a Abril não quer a instalação da CPI? Se o negócio – como afirma – é absolutamente legal, qual é o problema? Por que a CPI só é boa quando a Veja é estilingue?

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Parodiando Cazuza: - Abril, qual é o teu negócio? O nome do teu sócio?

Não posso cometer contra a Veja e o Grupo Abril - que a produz - aquilo que critico neles. Acho apenas que quem não tem Nada a esconder - que é o título de um mini-editorial da Veja desta semana - não deveria estrilar tanto contra a criação da CPI da TVA. Ainda mais em seu tratando da Veja, que sempre defendeu CPIs contra o governo Lula, sob qualquer pretexto.

Também não vou dizer aqui que a Veja mente quando afirma no editorial que tudo foi aprovado, quando não, dona Veja, não foi aprovado não. A Anatel solicitou à Telefônica que a companhia refizesse o acordo de acionistas para eliminar a possibilidade de poder de veto da empresa nas decisões da operadora em São Paulo.

E por que a Anatel fez essa solicitação? Por que há suspeitas da utilização de laranjas no negócio. Semelhantes àquela em que o senador Renan Calheiros apareceu sentado, em capa recente da Veja.

A preocupação do Grupo Abril com a criação da CPI é tão grande que ele está jogando pesado, não apenas em cima dos parlamentares, mas dos outros grandes grupos de comunicação. No mini-editorial, a Abril gasta 25% do texto para mostrar negócios semelhantes dos outros:

Em 2005, a Portugal Telecom adquiriu participação no Grupo Folha, dono do jornal Folha de S.Paulo e do provedor de acesso à internet UOL. Em 2004, a Globopar – controladora da Net – associou-se à mexicana Telmex (proprietária da Embratel e da Claro), passando a ela parte do controle da Net. A associação da TVA com a Telefônica é análoga àquela entre NET e Telmex. Ambas foram autorizadas pela Anatel.

Será essa a versão do grupo Abril para a famosa frase de Sérgio Porto (ou é do barão de Itararé?) “Ou se restaura a moralidade, ou locupletemo-nos todos”?

Como curiosidade, vale ressaltar que o Estadão – único dos grandes que não se meteu nesse tipo de negócios – é também, entre eles, o que faz a cobertura mais imparcial do caso.

Simples coincidência?

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