Habituada a atacar Lula e Dilma quando presidentes sem resposta, Globo erra com Bolsonaro como errou com Temer

Irmãos Marinho com frase que diz que Kamel está prestigiado

Dois erros grosseiros do jornalismo da Globo contra presidentes desmascarados em menos de 24 horas


Diz o ditado que o hábito do cachimbo deixa a boca torta.

A Globo cansou de publicar vazamentos, desde o chamado mensalão, com ataques a Lula e sua família, e depois à presidenta Dilma, recebendo de volta "respostas republicanas".

Contava também com o apoio dos outros veículos da mídia corporativa, todos contrários aos governos petistas.

A coisa mudou com Temer e Bolsonaro.
Quando o Jornal Nacional publicou o áudio vazado de uma conversa de Temer com o empresário Joesley, da JBS, a aposta geral era sobre quanto tempo Temer duraria no poder.

Só que no outro dia a Folha fez o que a Globo não teve o cuidado de fazer: submeteu o áudio a uma peritagem, que mostrou inconsistências e brechas no arquivo.

Com o recente caso do porteiro e o crime do assassinato de Marielle e Anderson, quem fez o trabalho que a Globo não fez foi um dos filhos do presidente, Carlos Bolsonaro, o Carlucho.

Carlos foi ao arquivo do condomínio e pegou os áudios da portaria do dia do crime, mostrando que o porteiro se enganou e, portanto, a matéria da Globo estava totalmente equivocada, não parava de pé.

Dois vexames mastodônticos para a equipe de Kamel, que deve a essa altura estar "prestigiado" entre os Marinho.

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