Assassinato de 108 meninas em escola fundamental no Irã é a marca de Israel na guerra

As Forças Armadas dos Estados Unidos e Israel, comandadas por genocidas e tiranos, atacaram o Irã de surpresa, enquanto fingiam negociar uma paz na região.

Foi um golpe pelas costas de quem não respeita regras e leis internacionais, bem ao estilo de Trump e Netanyahu, que zombam das normas que regem a vida dos demais mortais.

Numa sinergia do Mal, ambos juntam a falta de escrúpulos ao sadismo de fazer sofrer os outros.

Como que para juntar infâmia à covardia do ataque surpresa, uma escola de ensino fundamental, onde só estudavam meninas, foi destruída por um míssil, desses que têm precisão capaz de acertar um único homem. 

Logo, não foi um erro. É a assinatura de que a destruição da escola de meninas foi feita pela mais cruel das Forças Armadas, a de Israel, que além de matar, estupra, rouba, se apodera de órgãos para transplantes.

O objetivo é causar horror, mostrando que quem é capaz de eliminar mais de uma centena de meninas estudantes cruelmente é capaz de tudo. E as Forças Armadas de Israel são capazes de tudo.

Somente em Gaza, até o momento, e contando apenas os que puderam ser contabilizados, 75 mil palestinos foram assassinados por Israel, numa guerra de extermínio, definida como genocídio pelo Tribunal Penal Internacional, que também condenou Netanyahu como genocida, com mandados de prisão em todos os países signatários, entre os quais o Brasil.

Os números de palestinos assassinados são de um trabalho de campo conduzido pelo Centro Palestino de Pesquisa Política e Pesquisas, dirigido pelo pesquisador palestino Khalil Shikaki. 

O estudo, comandado por Michael Spagat, professor da Royal Holloway, Universidade de Londres, revisado por pares, publicado na quarta-feira, dia 18, na Lancet, concluiu que mulheres, crianças e idosos representaram 56,2% das mortes violentas em Gaza, o que dá aproximadamente 42 mil — crianças na maioria. 

O ataque ao Irã não foi precedido de informação à ONU, como obrigatório pelas leis internacionais. Nem Trump pediu autorização ao Congresso para fazê-lo, como obrigam as leis dos Estados Unidos.

Dois criminosos, de forma ilegal, espalhando sangue e horror pelo mundo, aplaudidos por racistas como eles e tratados com luvas de pelica pela mídia comercial acoelhada. 

Ambos querem se cacifar com a guerra para melhorarem suas situações nas pesquisas em seus países visando eleições que podem apeá-los do poder ainda este ano.

Por enquanto, além das explosões de mísseis, a imagem que fica é a deste iraniano em seu desespero com a mão de uma menina morta, pedindo para que olhemos para aquela mão, "a mão de uma menina de seis ou sete anos" morta por Israel.

Até quando vamos permitir e eleger genocidas e tiranos cruéis, quando o mundo quer paz? Ou não é isso o que queremos?

 





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Alaa Jazaeri e a cavalgada de emboscada no Irã



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Nando Motta e o que move a máquina do mundo do empreendedorismo



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VÍDEO: PF prende Adilsinho, "o mais sanguinário dos capos do jogo do bicho"

Prisão de Adilsinho

Foi preso na manhã desta quinta-feira, dia 26, em Cabo Frio, na região dos lagos no Rio de Janeiro,  Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, considerado pelo superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro Fábio Galvão, o "mais sanguinário dos capos do jogo do bicho no estado". 

Adilsinho foi preso enquanto se exercitava em volta da piscina de uma mansão, quando foi surpreendido pela Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, e não ofereceu resistência. Foi preso também com ele o PM Diego D'arribada Rebello de Lima, que fazia sua segurança pessoal. 

Negócios de Adilsinho

Com a venda de cigarros de marca própria, comando de máquinas de vídeo distribuídas em pontos por todo o estado, Adilsinho conseguiu com dinheiro e bala se infiltrar entre os comandantes do jogo do bicho no Rio de Janeiro, controlado pelas mesmas famílias há décadas.

Adilsinho hoje comanda pontos do jogo do bicho na Zona Sul do Rio de Janeiro, pertencentes anteriormente à família Maninho, filho do capo Miro, do Salgueiro. Como Maninho, Adilsinho virou no ano passado patrono da Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro.

Adilsinho também é conhecido por sua maneira extravagante: fez uma festa no Copacabana Palace durante a pandemia, que reuniu centenas de pessoas numa grande boca livre. O tema era "O Poderoso Chefão". Como personagem principal, o próprio.

Crimes de Adilsinho

Ele tem cinco mandatos de prisão em aberto e é investigado em 20 outros crimes envolvendo assassinatos, tentativas de assassinato e sequestros. 

Apenas com seu esquema com cigarros estima-se que Adilsinho tenha faturado R$ 5 bilhões nos últimos 10 anos. Atualmente ele movimentaria cerca de R$ 50 milhões por mês com essa prática.

O secretário de estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro Felipe Cury afirma que Adilsinho é responsável por dezenas de homicídios de rivais, de desafetos, de contraventores, de integrantes da máfia do cigarro e também de alguns policiais. 

Adilsinho foi levado ontem mesmo para a se da polícia na capital do Rio de Janeiro onde aguarda sua transferência para um presídio de segurança máxima.

Como foi a prisão de Adilsinho

 



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Aroeira e o momento em que Flávio Bolsonaro se viu diante de um miliciano



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Segredo do cofre dos Bolsonaros pode implodir candidatura de Flávio

Candidato imposto pelo pai à presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro encontra resistência em boa parte da oposição ao presidente Lula, que gostaria de ver o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas como candidato.

O problema é que parece que Flávio se empolgou com a ideia, ainda mais com seus bons números nas pesquisas. 

Flávio inclusive seguiu o roteiro do pai, foi a Israel e se batizou no rio Jordão, depois foi aos cofres árabes e à Faria Lima.

Ainda assim, mercado e mídia têm esperança de que ele desista em favor de Tarcísio. Para isso vão tentar desgastá-lo soltando a coleção de capivaras que Flávio e a família têm no cofre. 

E não apenas no cofre metafórico, como explico no Fórum Mídias, da TV Fórum.


 


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Dissidentes cubanos dos EUA tentam invadir Cuba para ações terroristas

Dez dissidentes cubanos moradores dos Estados Unidos tentaram invadir Cuba na manhã desta quarta, dia 25. Foram abordados pela guarda costeira cubana e reagiram. Como resultado, quatro foram mortos e os demais feridos e presos.

Segundo o New York Times, a mídia estatal cubana informou que dez pessoas viajavam numa lancha rápida com base na Flórida. Elas se envolveram em um tiroteio com tropas da fronteira cubana. Eram cidadãos cubanos armados que viviam nos Estados Unidos.

A reportagem, citando um comunicado do Ministério do Interior, afirmou que “declarações preliminares” dos homens detidos na lancha indicavam que eles pretendiam realizar “uma infiltração com fins terroristas”.

O governo cubano não forneceu mais detalhes sobre as suspeitas ligações com o terrorismo. Mas afirmou que os homens portavam armas, coquetéis Molotov, coletes à prova de balas e roupas camufladas.

As autoridades cubanas prenderam um outro homem que admitiu ter voado até a ilha para encontrar a lancha, segundo o segundo comunicado do governo. A maioria dos homens a bordo da lancha tem antecedentes criminais ou violentos, acrescentou. O governo também começou a divulgar os nomes de alguns dos mortos e feridos.

O secretário de Estado Marco Rubio, que estava em São Cristóvão e Névis na quarta-feira em uma viagem diplomática, disse a repórteres que os Estados Unidos estavam investigando o tiroteio, mas que até então dependiam das informações fornecidas pelo governo cubano.

“À medida que reunirmos mais informações, estaremos preparados para responder adequadamente”, acrescentou.


Questionado se o episódio poderia ter envolvido pessoal do governo estadunidense ou uma operação do governo dos EUA, Rubio respondeu: “Não”.

O presidente de Cuba Miguel Díaz-Canel comentou o ataque em seu perfil na rede social X:

"Cuba não ataca nem ameaça.

Já afirmamos isso repetidamente e reiteramos hoje:

Cuba se defenderá com determinação e firmeza contra qualquer agressão terrorista e mercenária que busque afetar sua soberania e estabilidade nacional. "




NOTA DO MINISTÉRIO DO INTERIOR DE CUBA

 




Na manhã de 25 de fevereiro de 2026, uma lancha infratora foi detectada em águas territoriais cubanas, com registro da Flórida, Estados Unidos, número FL7726SH, aproximando-se a menos de 1 milha náutica a nordeste do canal El Pino, em Cayo Falcones, município de Corralillo, província de Villa Clara.

Quando uma unidade de superfície das Tropas da Guarda Costeira do Ministério do Interior se aproximou, com cinco combatentes, para identificação, o barco infrator abriu fogo contra o pessoal cubano, ferindo o comandante da embarcação cubana.

Em consequência do confronto, até o fechamento desta informação, do lado estrangeiro, quatro agressores foram mortos e seis ficaram feridos, tendo sido evacuados e recebido assistência médica.

Diante dos desafios atuais, Cuba reafirma seu compromisso com a proteção de suas águas territoriais, com base no princípio de que a defesa nacional é um pilar fundamental para o Estado cubano, a fim de proteger sua soberania e estabilidade na região.

As autoridades competentes continuam investigando para esclarecer completamente os fatos.

MINISTÉRIO DO INTERIOR: NOSSA FORÇA É A FORÇA DO POVO


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José Dirceu critica PL Antifacção de Derrite que livra bandido rico

O ex-deputado e líder petista José Dirceu fez uma dura crítica ao PL Antifacção relatado pelo deputado Capitão Derrite, até o outro dia Secretário de Segurança do Governador Tarcísio de Freitas em São Paulo. 

Dirceu citou o PL Antifacção relatado pelo Senador Alessandro Vieira (MDB-SE) que havia conseguido ampla aprovação entre os especialistas em segurança pública no Brasil.  

O próprio Senador, citado por Dirceu, reclamou da redação de Derrite, acusando seu relatório de ser duro com o pobre e falar fino com a Faria Lima: 

 

"Esse projeto [o aprovado no Senado] foi elogiado pelas associações e entidades de delegados, secretários de segurança, Ministério Público, especialistas em combate ao crime organizado, porque o Senado teve a felicidade de ajustar o texto para que ele seja duro para o criminoso rico e para o criminoso pobre. 

A escolha do relator Derrite foi retomar trechos do texto que impedem a atuação dura da Justiça e da Polícia contra o criminoso rico. Ao fazer a alteração como fez, as ferramentas de investigação mais duras só se aplicam ao pobre.

Esquemas do tipo máfia do INSS, Banco Master, desvio de emendas, não terão nenhum tipo de dureza no tratamento. Mas para o pobre, na favela, aí sim vale a pena ser duro" — criticou Vieira.

 

José Dirceu também criticou a redação de Derrite, que foi aprovada, dizendo que ela não pune crimes de colarinho branco:

"Veja que escândalo. A direita, Flávio Bolsonaro, Tarcísio, Derrite, mudaram a lei de facções.

Ainda quiseram desviar a lei para criminalizar movimento social, greve, protestos, manifestações de rua. É o de sempre. Impunidade para os ricos."

Confira:



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