Comentário de Antonio Mello no Fórum Mídias, da TV Fórum.
https://whatsapp.com/channel/0029VbBsQ5SLI8YSFXsdg92o
Apoie
Comentário de Antonio Mello no Fórum Mídias, da TV Fórum.
Apoie
Engenheira brilhante, Camila Balan teve a qualidade de seu trabalho reconhecido quando a Tesla, empresa do bilionário Elon Musk onde trabalhava, gravou suas iniciais (CB) nas baterias de cada carro elétrico Model S.
No entanto, a relação mudou completamente quando Camila denunciou um problema nos tapetes dos Tesla, que poderia impedir o acionamento do freio e causar acidente potencialmente grave.
Ela enviou então um e-mail a Musk, que havia incentivado os funcionários a procurá-lo pessoalmente para esclarecer quaisquer preocupações que pudessem afetar a reputação da Tesla.
“Mandei dois e-mails para ele”, diz Balan.
“Enviei um antes de sair [da Tesla], dizendo a ele que estávamos todos ameaçados."
"Na minha cabeça, eu pensava: 'Ele ainda quer fazer o que é certo para a Tesla.'"
A partir dali, o ambiente de amistoso passou a hostil, o problema dos tapetes não foi corrigido e ela acabou sendo demitida, sem justa causa.
Fora da empresa, ela desenvolveu um projeto próprio, mas foi acionada na Justiça pela Tesla que a acusou de utilizar de conhecimentos adquiridos na empresa em seu "projeto secreto", o que nos Estados Unidos é considerado crime, equivalente ao de peculato de um funcionário público no Brasil.
Balan nega as acusações e entrou na Justiça pelo direito de ter seu nome limpo. O processo está há anos na Justiça, ainda sem sentença definitiva.
E Camila Balan tem pressa. Nesse período foi diagnostica com câncer de mama estágio 3B, e sua maior preocupação é não poder viver para ver o desfecho do processo no tribunal. Principalmente porque é mãe solo de um filho:
“Sou a heroína dele”, diz ela. “Sou a mamãe que faz aviões e carros.”
Camila não quer muito: apenas que tenha sua inocência atestada.
"Quero limpar meu nome. Gostaria que Elon Musk tivesse a decência de pedir desculpas."
Outro ex-funcionário da Tesla, Lukasz Krupski , afirmou ter tido uma
experiência semelhante, não relacionada ao caso, depois de enviar um
e-mail a Musk sobre preocupações com as condições de trabalho na sede da
Tesla na Noruega.
A Tesla não respondeu à equipe da BBC News sobre o assunto.
O caso teve início em 2005 a partir de denúncia dos veículos Jornal do Brasil e O Dia. Segundo as acusações, a prática anticompetitiva adotada pela Infoglobo consistiria na imposição de exclusividade na compra de espaços para publicação de anúncios publicitários; concessão de descontos condicionados à compra de espaços publicitários em mais de um jornal editado pelo grupo Globo; concessão de condições diferenciadas para divulgação de propaganda em televisão aberta, em decorrência de a Rede Globo de Televisão pertencer ao mesmo grupo econômico da acusada; comercialização do jornal Extra com preço de venda ao leitor abaixo do custo; e fornecimento de espaço de propaganda abaixo do preço de custo no Extra.[Fonte: CADE]
O BV é o pagamento de um bônus às agências, proporcional ao investimento total feito pelos seus clientes em um determinado veículo. Em outras palavras, quanto mais publicidade destinada a um veículo, maior é o BV recebido. Como exemplo, tomemos uma agência que possua cinco anunciantes que somam uma verba de mídia de R$ 50 milhões em um ano, e que direcione pouco mais de 50% desse total (R$ 25 milhões) ao veículo X. Este, por sua vez, adota uma tabela para o pagamento de BV progressivo, segundo a qual investimentos de até R$ 20 milhões dão direito a um bônus de 5%; de R$ 20 milhões a R$ 25 milhões, um bônus de 7,5%; para investimentos acima de R$ 25 milhões, o incentivo é de 10%. Assim, no início do ano seguinte, a agência receberá do veículo X R$ 2,5 milhões como bonificação. Em alguns setores, como o de internet, a tabela de bonificação é calculada com base em percentuais de crescimento das contas da agência no veículo, em relação ao ano anterior, e não em volumes absolutos de investimento.[Fonte]
Você já leu aqui que a Rede Globo pode perder TV Globo de São Paulo, mas hoje Hélio Fernandes em sua Tribuna da Imprensa (que foi a primeira a tratar o tema) volta ao assunto: Usurpada dos antigos donos, A TV Globo corre o risco de ser D-E-S-A-P-R-O-P-R-I-A-D-A.
Se for considerada procedente pelo STJ, na forma da lei, a TV Globo [São Paulo] será devolvida aos antigos proprietários.[grifo meu]
O ano não começa nada bem para a poderosa Rede Globo. O Jornalismo da Globo desce ladeira abaixo no Ibope. Fantástico e Faustão também apanham aqui e ali da Record. Novelas têm seus mais baixos índices de audiência. E agora esse fantasma do passado, que pode fazer com que a Globo perca a jóia da coroa, a emissora de maior faturamento do Grupo.
Pelo que se tem notícia do processo, é o que deve acontecer. Entre as irregularidades encontradas na compra da TV Paulista (atual TV Globo de São Paulo) pela Globo, existem documentos assinados por Roberto Marinho em 1953 e 1954, onde constam o CPF do nosso cidadão Kane (clique aqui e assista na íntegra o vídeo proibido pela Rede Globo 'Além do Cidadão Kane'). Só que naquela época ainda não existia o CPF, criado muitos anos depois.
Mas, a Justiça brasileira vai peitar a Globo? Será possível? Ou vamos começar a ver pipocar aqui e ali notícias obtidas com vazamento de fitas secretas, onde juízes serão flagrados em situações comprometedoras?
O que você acha?
Uma senhora de 78 anos, moradora de uma pequena cidade do interior de Minas de nome exótico, está presa porque não pagou a pensão das netas – duas meninas, uma de 17 anos, outra de 13. Ela havia assumido o compromisso do pagamento da pensão em lugar do filho, que já havia sido preso por deixar de pagar a pensão, mas perdeu o marido há pouco e ficou sem condições de cumprir o acordado. (Mais detalhes da notícia aqui, no G1, onde é possível assistir até a um vídeo sobre o caso).
O que me chama a atenção é a extrema rapidez da justiça brasileira contra os pobres, os cidadãos comuns (no caso uma senhora brasileira de quase 80 anos), enquanto é lerda, lenta e frouxa com gatunos, assassinos e pilantras do andar de cima, que conseguem pagar grandes e sábios a-devo-gados (atenção, não é erro, é neologismo).
Há um jornalista covarde e assassino confesso à solta. Vários políticos que roubaram desavergonhadamente dinheiro público – alguns até querendo reconstruir a história – livres, leves, soltos e ainda fazendo pose, quando todos sabemos que são ladrões.
Desses não posso nem dizer o nome, ou acabo indo fazer companhia à vovó mineira. Mas vocês sabem de quem estou falando.
Não é possível que o pessoal de São Paulo só goste de dar dinheiro a Maluf de forma indireta. Até agora não pingou uma única contribuição paulista para a campanha que este blog iniciou na sexta-feira.
Gente, vamos colaborar. O Fernando Bastos Irineu (FBI) está esperando por ele com duas pulseiras unidas.
A justiça americana indiciou o ex-governador e ex-prefeito de São Paulo Paulo Maluf, seu filho Flávio e outras três pessoas pelo envio ilegal de US$ 11,6 milhões (R$ 24,4 milhões) do Brasil para um banco norte-americano. Há uma ordem de prisão contra os cinco, que pode ser cumprida em qualquer país com o qual os EUA têm tratado de extradição.
Como Maluf é brasileiro e por isso não pode ser extraditado, este blog lança a campanha: Vamos comprar uma passagem de primeira classe e enviar Maluf para os EUA. Ele merece.