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Hipócrita, Dallagnol atacou prescrição de crimes dos outros, mas aceita para os seus


A melhor maneira de denunciar um hipócrita é mostrar como ele se comporta diante dos mesmos fatos, quando ele está ou não envolvido no caso.

Repare no vídeo abaixo, o que Dallagnol, o procurador de deus da Lava Jato, pensa sobre a prescrição de crimes, quando, por ter ultrapassado o tempo previsto em lei, um crime deixa de ser crime, embora seja.

Ele é totalmente contra. Diz que é "um atestado de boa conduta para o criminoso, como se o crime não tivesse acontecido".

Pois foi o que ocorreu no caso do julgamento de Dallagnol no Conselho Nacional do Ministério Público por sua conduta no famoso episódio do Power Point contra Lula, sem nenhuma prova, "mas com convicção", como ele mesmo afirmou na época.

O caso estava para ser julgado desde 2018, mas foi adiado por 42 vezes, e quando foi julgado agora foi arquivado, por prescrição.

Não se ouviu uma palavra de Dallagnol criticando a decisão do CNMP...

Assista ao vídeo:





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Fachin e Fux mataram no peito e tornaram julgamento de Dallagnol no CNMP uma farsa


Eu bem que estranhei quando li (e publiquei aqui) que o ministro Fachin havia mandado o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) julgar no dia de hoje o caso do Power Point do procurador de deus Deltan Dallagnol, que já havia sido adiado 42 vezes, desde 2018, quando a ação foi impetrada.

A Vaza Jato mostrou que Fachin, que sempre votou com eles, era lavajatista do peito e de raiz, tanto que cantaram "Aha uhu o Fachin é nosso!".

O que levou Fachin então a pedir o julgamento, que se fosse adiado por mais alguns dias prescreveria?

A resposta veio no próprio julgamento.

Dallagnol só poderia sofrer três tipos de punição pela palhaçada criminosa do Power Point: 1) censura; 2) advertência; 3) afastamento - a mais grave.

As duas primeiras já haviam prescrito, graças à quantidade absurda e inexplicável de adiamentos (42, repito).

Restava a terceira, o afastamento de Dallagnol das funções, que seria a justa.

Por essa ele ainda poderia ser punido. Mas, como no samba, porém, ai, porém... Para ser punido com afastamento das funções Dallagnol teria que ter sofrido uma punição anterior, ser reincidente.

Ele teve: sofrera advertência por ter dito que ministros do Supremo aparentavam agir com leniência diante da corrupção.

Aí entra Fux —  aquele da famosa frase de Moro revelada também pela Vaza Jato: "In Fux we trust".

Na semana passada, Fux foi cirúrgico para proteger Dallagnol de uma possível condenação a afastamento e suspendeu a pena para efeito de reincidência.

Ou seja, Fachin ordenou o julgamento, porque sabia que o resultado seria obrigatoriamente o arquivamento, mesmo que todos achassem que Dallagnol deveria ser punido.

É a famosa impunidade de que Dallagnol e Moro sempre falam, mas que os vem absolvendo ao longo do tempo. Por prescrição e proteção no andar de cima. Tudo aquilo que criticam nos outros.



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É hoje. CNMP julga Dallagnol pelo Power Point 'sem provas, mas com convicção' contra Lula


Finalmente hoje, dia 25, depois de 42 adiamentos (quem tem medo da Justiça, Dallagnol?), Deltan Dallagnol vai  a julgamento no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pela montagem e exibição do famoso Power Point contra Lula, "sem provas, mas com convicção".

A farsa, que foi fundamental para a formação de um quase consenso nacional em favor da culpabilidade e, como consequência, da condenação de Lula, sem provas, mas com convicção, vai hoje a julgamento.

Pode ser a primeira peça do dominó a cair, desmoronando todo o arcabouço de mentiras da Lava Jato, que levou à condenação farsesca de Lula, que o impediu de competir novamente pela presidência e pôs no poder o infame Jair Bolsonaro.
Por determinação do Supremo, a partir das 9h de terça o julgamento de Deltan pode ser chamado. Nos julgamentos no CNMP, o relator do caso lê o relatório e seu voto e, depois, é feita a sustentação oral do advogado que entrou com a ação. Neste processo, Cristiano Zanin Martins, que representa Lula, fará a sustentação que tem duração de 10 minutos. [O Globo]
Que não seja adiado pela 43ª vez, porque pode ser a última. O caso prescreve em setembro próximo.



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