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Empresário afirma ter provas de que Moro e Dallagnol o obrigaram a fazer acusações falsas a José Dirceu e ao PT

Tony Garcia é um empresário que afirma dede o meio do ano passado ter sido chantageado pelo ex-juiz Sergio Moro por duas décadas. 

A veracidade das gravíssimas acusações que faz a Sergio Moro consta dos autos de um processo que estão agora em poder do ministro Toffoli, no STF, segundo o empresário.

Tony Garcia acusa o hoje senador Sergio Moro de ter criado uma Guantánamo em Curitiba, em referência à prisão que os Estados Unidos mantêm em Cuba, onde prisioneiros são torturados (Leia aqui: EUA mantêm centro de treinamento de tortura com cobaias humanas em Guantánamo, denuncia The Guardian). 

O empresário diz que foi mantido refém por duas décadas, sendo utilizado por Moro para grampear pessoas, fazer delações dirigidas por Moro, com o objetivo declarado de prejudicar o PT, incluindo a prisão de Lula e até o impeachment de Dilma.

Há de tudo um pouco, até uma "festa da cueca", que teria acontecido na suíte presidencial do Hotel Bourbon em Curitiba, onde desembargadores do TRF-4 (a segunda instância dos casos do Paraná) foram gravados de camisa social, gravata, sapatos, meias e cuecas numa alegre festa com prostitutas, após um jogo da seleção brasileira de futebol. Segundo Garcia, Moro tinha os desembargadores sob chantagem com as imagens. Daí se explica, talvez, o recorde mundial de um dos desembargadores que conseguiu ler todo o processo de Lula num prazo que corresponderia a ler duas mil páginas por hora, ininterruptamente, por 24 horas, durante três dias.

Ontem, em seu perfil no X, ex-Twitter, o empresário se colocou à disposição da defesa de José Dirceu, no pedido de suspeição que este levanta sobre Moro:

ATENÇÃO @ZeDirceu_ @LulaOficial @gleisi O jornalista @guilherme_amado diz que José Dirceu pediu ao ministro @gilmarmendes a suspeição de @SF_Moro que o condenou em dois processos da Lava Jato. Posso afirmar e provar perante a justiça que fui OBRIGADO por @SF_Moro em CONLUIO com @deltanmd Januário Paludo e Carlos Fernando a dar entrevista para a revista Veja em 2005 com acusações FORJADAS por eles imputando culpa a José Dirceu. O roteiro dizia que fui testemunha ocular de dinheiro em espécie dentro de um jatinho, o qual, seria entregue a Zé Dirceu e ao @ptbrasil em SP. Caso me recusasse, seria preso e teria acordo quebrado. Diante da gravidade desse acontecimento histórico, me sinto na obrigação de me colocar a disposição da defesa de José Dirceu em me arrolar como testemunha onde apresentarei provas do início da perseguição implacável de Moro, Deltan e MPF-PR contra o PT usando Zé Dirceu. Só posso tornar público essas acusações graças ao Dr. Appio que remeteu meu acordo ao STF, caso contrário, esses criminosos ficariam impunes.

Com a palavra, a Justiça.

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Lava Jato é estruturada como uma máfia, com relações de compadrio, parentesco e sociedade

O horror que o ex-juiz Sergio Moro e o ex-procurador de deus Deltan Dallagnol têm de Tacla Duran é que o advogado põe o dedo na ferida e denuncia as relações de compadrio da Lava Jato de Curitiba, organizada como uma típica famiglia da máfia italiana.

Em 2018, publiquei aqui que Moro usou em sua sentença contra Lula sete vezes citações do desembargador que iria julgá-la em segunda instância, seu colega de faculdade e amigo João Pedro Gebran Neto. Como poderia Gebran votar contra um sentença em que ele era um dos fundamentos?

Tacla denuncia o padrinho de casamento de Moro, advogado Carlos Zucolotto, de extorqui-lo, em nome de Moro e Dallagnol.

O jornalista Jeferson Miola, em seu blog, une as pontas que formam a teia mafiosa da operação no Paraná, mostrando como agem em conjunto para se favorecerem ou, quando atacados, se defenderem.

Ainda que mais lentamente que rapidamente, a verdade sobre o gangsterismo de integrantes da Lava Jato está vindo à tona.

Pouco a pouco vão sendo descobertas novas camadas da promiscuidade obscena entre juízes, desembargadores, procuradores e policiais federais que integraram a operação chefiada pelo ex-juiz suspeito e hoje senador de extrema-direita Sérgio Moro – que o ministro Gilmar Mendes, do STF, considerou uma organização criminosa.

Além do conluio de funcionários públicos da alta aristocracia estatal com a mídia hegemônica, a operação também foi impulsionada em função de laços societários, de amizade, compadrio e parentesco de autoridades públicas entre si e com agentes privados.

São notórios os casos de amizade íntima, vínculos familiares e identidade política entre procuradores, policiais federais, juízes e advogados.

O ex-procurador da República e hoje deputado federal ultradireitista Deltan Dallagnol, por exemplo, idealizou uma fundação privada controlada pelos integrantes da Lava Jato para receber seis bilhões de reais desviados da Petrobrás.

Com o faro empreendedor de quem já havia investido exitosamente em imóveis do programa social Minha Casa Minha Vida, Deltan também planejou criar uma empresa de palestras sobre combate à corrupção com seu colega de PGR Roberson Pozzobon. Típicos exemplares de cidadãos de bem e pregadores da falsa moral, eles naturalmente pensaram em colocar as respectivas esposas como “laranjas” no negócio.

O advogado Rodrigo Castor de Mattos, irmão do procurador Diogo Castor de Mattos, advogava para réu da Lava Jato denunciado pelo próprio irmão!

Cabe recordar que o procurador Diogo foi demitido do MPF em 2021 por ter contratado a instalação de um outdoor próximo ao aeroporto de Curitiba com os dizeres: “Bem-vindo à República de Curitiba – terra da Operação Lava Jato – a investigação que mudou o país. Aqui a lei se cumpre” [sic].

Apesar disso, Diogo continua recebendo polpudo salário, porque ele se beneficia justamente daquele princípio que tanto combateu em relação aos “inimigos”: o trânsito em julgado.

Os irmãos Castor de Mattos são primos do sub-procurador da República no TRF4 Maurício Gotardo Gerum, que não teve nenhum escrúpulo e atuou no caso para aumentar a pena do presidente Lula nos casos fabricados pela Lava Jato.

O advogado Carlos Zucolotto Júnior, sócio de Rosângela Moro em escritório de advocacia e padrinho de casamento do casal Moro, cobrou 5 milhões de dólares em propina de Rodrigo Tacla Duran para facilitar um acordo de delação premiada que seria confirmado com uma pessoa identificada por “DD” – iniciais de Deltan Dallagnol.

Moro e Deltan fogem do depoimento de Tacla Duran como o diabo foge da cruz. Para evitar que Tacla Duran se apresente em juízo e deponha na PF para entregar as provas da proposta de propina oferecida a ele por Carlos Zucolotto, o ex-juiz suspeito Sérgio Moro foi salvo pelo desembargador do TRF4 Marcelo Malucelli, que forjou um pedido de prisão de Tacla Duran.

Ocorre, no entanto, que o desembargador jamais poderia ter assumido o caso, pois o filho dele, o advogado João Eduardo Barreto Malucelli, além de sócio do casal Moro em escritório de advocacia, também é genro de Sérgio e Rosângela Moro. Tudo em casa, portanto.

Com o afastamento do desembargador Malucelli, não sem antes tumultuar o processo e retardar o depoimento de Tacla Duran, assumiu a relatoria da Lava Jato no TRF4 o desembargador Loraci Flores.

Para não fugir à regra da promiscuidade obscena na Lava Jato, o desembargador Loraci é irmão do delegado da PF Luciano Flores, responsável pela absurda condução coercitiva de Lula em março de 2016 e pelas gravações ilegais de Dona Marisa.

Loraci, além disso, lotou no seu gabinete do TRF4 ex-assessores de confiança de Sérgio Moro, que trabalhavam com o ex-juiz suspeito quando ele era o responsável pela 13ª Vara federal de Curitiba.

Em comparação com a conduta escancaradamente ilegal dos dois desembargadores do TRF4, a juíza Gabriela Hardt até fica parecendo uma santinha.

Não por acaso a chamada operação Lava Jato é considerada pela imprensa internacional como o maior esquema de corrupção judicial da história.

 

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Condenado pelo STJ por ofensas contra Lula, Dallagnol usa condenação para fazer campanha

A 4ª turma do STJ determinou que Deltan Dallagnol indenize o ex-presidente Lula em razão de imputações realizadas pelo então procurador da República em entrevista coletiva na qual utilizou recursos de PowerPoint.

O julgamento foi 4 a 1. Para a maioria do colegiado, com pretexto de informar denúncia, o procurador utilizou-se de expressões e qualificações desabonadoras da honra e da imagem e não técnicas. Os ministros fixaram a condenação em R$ 75 mil mais correção monetária e juros. [Fonte]

Como não poderia deixar de ser, o procurador de deus Dallagnol foi condenado pelo Superior Tribunal de justiça (STJ) pelo infame PowerPoint, cheio de acusações mas sem uma única prova (mas "com convicções") contra Lula. 

São R$75 mil mais correções, que vão passar dos R$100 mil, no total. Mixaria pra ele, que ficou rico com a Lava Jato, a ponto de ser proprietário de apartamentos de luxo e até de empresas, uma das quais em sociedade com sua precoce filha de apenas dois anos.

Mas o procurador de deus está nas redes, espumando uma estudada indignação (sabe que o valor de R$100 mil é pouco, pois a defesa de Lula havia pedido R$1 milhão) com o objetivo de alavancar sua candidatura a deputado entre os indignados úteis e bolsonaristas raiz.

Aproveita-se assim dos ingênuos que republicam sua queixa em vez de centrarem a comunicação em sua condenação.

A Lava Jato, que acusou Lula de enriquecimento ilícito e corrupção, morre assim com o juiz e o chefe da força-tarefa milionários e o Lula com o mesmo apartamento em São Bernardo, sem a esposa, um irmão e um neto, que podem ter morrido também em consequência da infame campanha contra ele.


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Processo de Lula contra Dallagnol vai a julgamento semana que vem. Indenização é de R$1 milhão


O STJ deve julgar na próxima semana uma ação do presidente Lula contra o procurador de deus Deltan Dallagnol por danos morais, no caso do infame powerpoint, em que o procurador de deus deu seu showzinho apresentando Lula como criminoso, confessadamente sem provas, mas com convicção. A informação é da jornalista Mônica Bergamo.

Agora, pode morrer numa indenização de R$1 milhão, apenas nessa ação de Lula. Imagine quando vierem as outras que há contra ele e pelas quais virá a ser julgado. Por isso busca uma eleição a deputado para conseguir o famoso foro privilegiado e tentar escapar de punições.

Exatamente como fez ao renunciar ao cargo de procurador, quando estava para ser julgado num processo que poderia levar à sua expulsão do ministério Público.

Covarde e insidioso, como mostraram as conversas vazadas da Vaza Jato, Dallagnol não deve ter dificuldades em pagar o milhão a Lula, já que ficou rico, segundo acusações contra ele, que visam descobrir a origem do rápido crescimento de seus bens e empresas —numa das quais tem como sócia sua filha de apenas dois anos...

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Hipócrita, Dallagnol atacou prescrição de crimes dos outros, mas aceita para os seus


A melhor maneira de denunciar um hipócrita é mostrar como ele se comporta diante dos mesmos fatos, quando ele está ou não envolvido no caso.

Repare no vídeo abaixo, o que Dallagnol, o procurador de deus da Lava Jato, pensa sobre a prescrição de crimes, quando, por ter ultrapassado o tempo previsto em lei, um crime deixa de ser crime, embora seja.

Ele é totalmente contra. Diz que é "um atestado de boa conduta para o criminoso, como se o crime não tivesse acontecido".

Pois foi o que ocorreu no caso do julgamento de Dallagnol no Conselho Nacional do Ministério Público por sua conduta no famoso episódio do Power Point contra Lula, sem nenhuma prova, "mas com convicção", como ele mesmo afirmou na época.

O caso estava para ser julgado desde 2018, mas foi adiado por 42 vezes, e quando foi julgado agora foi arquivado, por prescrição.

Não se ouviu uma palavra de Dallagnol criticando a decisão do CNMP...

Assista ao vídeo:





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Fachin e Fux mataram no peito e tornaram julgamento de Dallagnol no CNMP uma farsa


Eu bem que estranhei quando li (e publiquei aqui) que o ministro Fachin havia mandado o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) julgar no dia de hoje o caso do Power Point do procurador de deus Deltan Dallagnol, que já havia sido adiado 42 vezes, desde 2018, quando a ação foi impetrada.

A Vaza Jato mostrou que Fachin, que sempre votou com eles, era lavajatista do peito e de raiz, tanto que cantaram "Aha uhu o Fachin é nosso!".

O que levou Fachin então a pedir o julgamento, que se fosse adiado por mais alguns dias prescreveria?

A resposta veio no próprio julgamento.

Dallagnol só poderia sofrer três tipos de punição pela palhaçada criminosa do Power Point: 1) censura; 2) advertência; 3) afastamento - a mais grave.

As duas primeiras já haviam prescrito, graças à quantidade absurda e inexplicável de adiamentos (42, repito).

Restava a terceira, o afastamento de Dallagnol das funções, que seria a justa.

Por essa ele ainda poderia ser punido. Mas, como no samba, porém, ai, porém... Para ser punido com afastamento das funções Dallagnol teria que ter sofrido uma punição anterior, ser reincidente.

Ele teve: sofrera advertência por ter dito que ministros do Supremo aparentavam agir com leniência diante da corrupção.

Aí entra Fux —  aquele da famosa frase de Moro revelada também pela Vaza Jato: "In Fux we trust".

Na semana passada, Fux foi cirúrgico para proteger Dallagnol de uma possível condenação a afastamento e suspendeu a pena para efeito de reincidência.

Ou seja, Fachin ordenou o julgamento, porque sabia que o resultado seria obrigatoriamente o arquivamento, mesmo que todos achassem que Dallagnol deveria ser punido.

É a famosa impunidade de que Dallagnol e Moro sempre falam, mas que os vem absolvendo ao longo do tempo. Por prescrição e proteção no andar de cima. Tudo aquilo que criticam nos outros.



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É hoje. CNMP julga Dallagnol pelo Power Point 'sem provas, mas com convicção' contra Lula


Finalmente hoje, dia 25, depois de 42 adiamentos (quem tem medo da Justiça, Dallagnol?), Deltan Dallagnol vai  a julgamento no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pela montagem e exibição do famoso Power Point contra Lula, "sem provas, mas com convicção".

A farsa, que foi fundamental para a formação de um quase consenso nacional em favor da culpabilidade e, como consequência, da condenação de Lula, sem provas, mas com convicção, vai hoje a julgamento.

Pode ser a primeira peça do dominó a cair, desmoronando todo o arcabouço de mentiras da Lava Jato, que levou à condenação farsesca de Lula, que o impediu de competir novamente pela presidência e pôs no poder o infame Jair Bolsonaro.
Por determinação do Supremo, a partir das 9h de terça o julgamento de Deltan pode ser chamado. Nos julgamentos no CNMP, o relator do caso lê o relatório e seu voto e, depois, é feita a sustentação oral do advogado que entrou com a ação. Neste processo, Cristiano Zanin Martins, que representa Lula, fará a sustentação que tem duração de 10 minutos. [O Globo]
Que não seja adiado pela 43ª vez, porque pode ser a última. O caso prescreve em setembro próximo.



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Guerra PGR-Lava Jato expõe as duas faces da mesma moeda podre e antidemocrática


A guerra entre o Procurador-geral da República Augusto Aras e a turma da Lava Jato, tendo à frente o procurador de deus Deltan Dallagnol, está diariamente na mídia, cada lado com sua torcida.

A Globo e os fãs de Sérgio Moro estão do lado da turma da Lava Jato. A turma de Bolsonaro torce para o Procurador-geral.

Tudo começou quando Aras pediu livre acesso a toda a documentação amealhada pela turma da Lava Jato, que reclamou, alegando segredo de Justiça.

A Lava Jato se nega a entregar o material, quer que continue em segredo no seu feudo da República de Curitiba, com investigação sobre mais de 38 mil pessoas, sem que se saiba o porquê.

Aras quer trazer tudo para ele e controlar todas as operações do Brasil a partir de Brasília, lógico que sob os interesses do presidente Bolsonaro, a quem Aras busca agradar para conseguir sua vaga no Supremo, na disputa cabeça a cabeça com o ministro da Justiça André Mendonça.

Aras e Lava Jato são as duas faces da mesma moeda podre e antidemocrática que colocou o Brasil nas mãos de um homem que já confessou que sua meta é desconstruir o Brasil.

Entre os dois, a Lava Jato é mais perniciosa, pois tem projeto de longo alcance, o de lançar Moro à presidência, com o apoio da Globo e da mídia corporativa.

Aras é mais fácil de resolver. Ou ele consegue o que quer e vai para o STF agora, ou não consegue a vaga e aí pode voltar o pote de mágoa contra Bolsonaro.

Ganhe quem ganhar, quem perde é o Brasil.



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Perseguição a Glenn mostra que Vaza Jato não tem bala de prata contra Moro




Denúncia de Procurador a jornalista do Intercept é desafio aos arquivos da Vaza Jato


O que foi publicado de denúncias pelo Intercept Brasil, no caso conhecido como Vaza Jato, contra o juiz Moro e os procuradores da Lava Jato, em especial o procurador de deus Deltan Dallagnol, já seria suficiente para derrubar Moro e anular sua sentença contra Lula, em qualquer país que estivesse com sua democracia vigendo, e não sob golpe como o nosso.

É certo que o Intercept ainda tem muito material a ser divulgado (a imensa maioria dele, segundo seus responsáveis), mas a perseguição a Glenn Greenwald com a denúncia contra o jornalista por um procurador, que o acusa de auxiliar os hackers na invasão dos telefones de autoridades, é prova de que a bala de prata esperada, aquela que seria o batom na cueca de Moro, não está nos arquivos hackeados.



Com a prisão dos hackers, a Polícia Federal teve acesso ao material hackeado. A PF está subordinada ao juiz Moro e tem especialistas em escutas e transcrição de material a rodo, e eles já devem ter vasculhado a totalidade ou a grande maioria do material.

Como não foi achada a bala de prata, eles vão fustigar Glenn e forçar a corda, não para anular a sentença de Moro, mas toda a Vaza Jato, com a acusação de ser ilegal, deixando impunes Moro e os procuradores.

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Dallagnol mente para provocar pânico na população e pressão sobre o Supremo

Mentiras de Dallagnol no Twitter


Como vem mostrando a Vaza Jato, para defender suas ideias Dallagnol é capaz de qualquer coisa


Em seu perfil no Twitter, o procurador de deus Deltan Dallagnol busca tocar o terror na população, diante da possibilidade de o STF terminar com a prisão após a segunda instância.

Segundo Dallagnol, isso provocaria a liberdade imediata de homicidas, traficantes, estupradores, além dos corruptos - o que sabe que é mentira.

Mentiu também quanto ao alcance das pessoas que teoricamente poderiam se beneficiar da nova interpretação do STF (que na realidade de nova não tem nada, é só uma volta ao que diz a cláusula pétrea da Constituição). Dallagnol fala em 190 mil presos e na verdade são 4,8 mil, uma diferença de mais de 185 mil... Erro este que Dallagnol corrigiu em outro tuíte, mas somente sete horas após a informação mentirosa dos 190 mil ter corrido a internet.

Dallagnol sabe também (ou deveria saber) que nenhum preso que ponha em perigo a segurança pública vai ser solto, porque a medida do STF não atinge a prisão preventiva a que estão sujeitos esses presos perigosos.
O que espanta em relação a Dallagnol é a cara de pau que ostenta, como se ainda tivesse alguma autoridade para ser ouvido, depois dos fatos que a Vaza Jato trouxe à tona. Ele já deveria ter sido afastado das funções, preventivamente.

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Vaza Jato permite ao Supremo finalmente votar ações sobre prisão sem que estejam esgotados todos os recursos

Glenn e Vaza Jato

Revelações da Vaza Jato fragilizaram Lava Jato, e pressão da mídia e generais não têm mais a mesma força sobre STF


A série de reportagens do The Intercept Brasil, em parceria com outros veículos, mostrando o submundo da Lava Jato, com juiz e procuradores atuando em conluio, enfraqueceu a posição não apenas do ex-juiz Moro, mas também dos procuradores da república de Curitiba, especialmente o procurador de deus, Deltan Dallagnol.

Graças à pressão deles, da mídia e do general Villas Boas, na época comandante do Exército, a votação sobre a legalidade da prisão em segunda instância vem sendo adiada há quase dois anos por um Supremo acuado pela opinião pública manipulada.

 Blog do Mello, há 14 anos direto do Rio remando contra a maré. Leia mais...

Hoje finalmente, começa o julgamento no STF, que deve durar algumas sessões, e novamente sob pressão de Moro, Dallagnol e procuradores, e até do general Villas Boas, não mais comandante do Exército, mas simples funcionário de Bolsonaro. Em seu perfil no Twitter,  Villas Boas fez ameaças veladas aos ministros.

Ameaças que hoje têm efeito contrário, a não ser naqueles que são da turma da Lava Jato - Fux (we trust), Fachin (aha uhu) e o pavão do Supremo, o ministro Barroso, que deve ter preparado um voto de seis horas em defesa do combate à corrupção, sem citar que corrupta é também a Justiça, quando se dobra à pressão da mídia ou dos generais e quando aceita a prisão de um homem que poderia estar presidindo o país, se não fosse sua prisão política.

Ao fim, o país volta à rota de onde não deveria ter se afastado, o do respeito à cláusula pétrea da Constituição que diz que ninguém pode ser considerado culpado até que tenham se esgotado todos os recursos de sua defesa.



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Lava Jato para Janot: 'Sem a sua denúncia [contra Lula], a gente perde o crime por lavagem'

Janot

Janot narra que Lava Jato queria inverter ordem de denúncias para prejudicar Lula


Mais um trecho do livro de Janot (com Jailton de Carvalho), Nada Menos que Tudo. Dessa vez a prova cabal da volúpia da Lava Jato pela cabeça de Lula, a ponto de fazer uma denúncia de crime (lavagem de dinheiro) na expectativa de que Janot denuncie outro anterior.
Em setembro de 2016, pouco depois de denunciar Lula, a quem classificou de chefe de organização criminosa, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Deltan Dallagnol pediu uma reunião comigo, em Brasília. Vieram ele e outros procuradores da força-tarefa, entre eles Januário Paludo, Roberson Pozzobon, Antônio Carlos Welter e Júlio Carlos Motta Noronha. Quando entraram na minha sala, eu disse para mim mesmo: Lá vem problema . Toda vez que vinham em grupo, e não um ou dois, era indicativo de algo grave. Daquela vez não foi diferente. Dallagnol e os demais colegas tinham vindo cobrar uma inversão da minha pauta de trabalho.
 Eles queriam que eu denunciasse imediatamente o expresidente Lula por organização criminosa, nem que para isso tivesse que deixar em segundo plano outras denúncias em estágio mais avançado. Naquele momento, eu tinha quatro denúncias para formular: duas contra o PMDB (uma da Câmara, outra do Senado), uma contra o PT e outra contra o PP. Pelo nosso cronograma, faríamos as denúncias na seguinte ordem: primeiro a do PP, depois a do PMDB da Câmara, em seguida a do PT e, por último, a do PMDB do Senado. O critério era muito simples. Faríamos as acusações formais de acordo com o avanço das investigações. Como a do PP e a do PMDB da Câmara estavam mais adiantadas, elas dariam origem às duas primeiras denúncias. As outras duas, contra o PT e contra o PMDB do Senado, viriam depois.
 “Precisamos que você inverta a ordem das denúncias e coloque a do PT primeiro”, disse Dallagnol, logo no início da reunião.
 Ele já tinha feito uma sondagem sobre essa possibilidade de inversão de pauta numa conversa por telefone com um dos integrantes da minha equipe, e agora reafirmava o pedido pessoalmente.
 “Não, eu não vou inverter. Vou seguir o meu critério. A que estiver mais evoluída vai na frente. Não tem razão para eu mudar essa ordem. Por que eu deveria fazer isso?”, respondi.
 Paludo disse, então, que eu teria que denunciar o PT e Lula logo, porque, se não fosse assim, a denúncia apresentada por eles contra o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro ficaria descoberta. Pela lei, a acusação por lavagem depende de um crime antecedente, no caso, organização criminosa. Ou seja, eu teria que acusar o expresidente e outros políticos do PT com foro no Supremo
 Tribunal Federal em Brasília para dar lastro à denúncia apresentada por eles ao juiz Sergio Moro em Curitiba. Isso era o que daria a base jurídica para o crime de lavagem imputado a Lula.
 “Sem a sua denúncia, a gente perde o crime por lavagem”, disse o procurador.
 O problema era delicado. Na fase inicial das investigações sobre Lula e o triplex, eu pedira ao ministro Teori Zavascki o compartilhamento dos documentos obtidos no nosso inquérito sobre organização criminosa relacionada ao PT com a força-tarefa. Eles haviam me pedido para ter acesso ao material e eu prontamente atendera. Na decisão, o ministro deixara bem claro que eles poderiam usar os documentos, mas não poderiam tratar de organização criminosa, porque o caso já era alvo de um inquérito no STF, o qual tinha como relator o próprio Teori Zavascki e cujas investigações eram conduzidas por mim.
 Ora, e o que Dallagnol fez? Sem qualquer consulta prévia a mim ou à minha equipe, acusou Lula de lavar dinheiro desviado de uma organização criminosa por ele chefiada. Lula era o “grande general”, o “comandante máximo da organização criminosa”, como o procurador dizia na entrevista coletiva convocada para explicar, diante de um PowerPoint, a denúncia contra o ex-presidente. No PowerPoint, tudo convergia para Lula, que seria chefe de uma organização criminosa formada por deputados, senadores e outros políticos com foro no STF.
 “Se você não fizer a denúncia, a gente perde a lavagem”, reforçou Dallagnol, logo depois da fala de Paludo.
 “Eu não vou fazer isso!”, repeti.
 “Você está querendo interferir no nosso trabalho!”, exclamou Dallagnol, aparentemente irritado.
 “Eu não quero interferir no trabalho de vocês. Ao que parece, vocês é que querem interferir no meu. Quando houve o compartilhamento da prova, o ministro Teori excluiu expressamente a possibilidade de vocês investigarem e denunciarem o Lula por crime de organização criminosa, que seguia no Supremo. E vocês fizeram isso. Vocês desobedeceram à ordem do ministro e colocaram como crime precedente organização criminosa. Eu não tenho o que fazer com isso”, eu disse.
 Eu estava bastante chateado com as pressões, diretas ou veladas, de Curitiba sobre nosso trabalho e, naquele momento, era hora de botar os pingos nos is. Enquanto falava, eu exibia uma cópia da decisão do ministro, a mesma decisão que já tinha sido encaminhada a eles no compartilhamento de provas.
 “Não, Deltan, ele não está querendo interferir no nosso trabalho, como nunca interferiu”, tentou contemporizar Pozzobon.
 Embora um dos mais jovens da equipe, Pozzobon
 demonstrava uma impressionante maturidade, inclusive em situações tensas, como aquela.
 “Mas, se não for assim, nós vamos perder a denúncia”, insistiu Paludo.
 “O problema não é meu. O problema é de vocês. Vocês fizeram isso sem me consultar, sem obedecer à determinação do ministro Teori. E agora sou eu que tenho que resolver o problema de vocês? Não faço isso de forma alguma!”, eu disse.
 Sem clima, a reunião foi encerrada, e eles voltaram para Curitiba. [Nada Menos que Tudo, pgs 170-173]



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Em seu livro, Janot aponta ações políticas de Moro e da Lava Jato nas eleições de 2014 e 2018

Janot e Moro sobre bandeira dos EUA

Livro de Janot tira a máscara da Lava Jato


Nas páginas 41 e 42 de seu livro (com Jailton de Carvalho), o ex-PGR Rodrigo Janot cita dois instantes que mostram o viés político da Lava Jato. O uso de uma delação de Youssef na campanha de 2014 ("destituídas de qualquer valor jurídico") e de Palocci em 2018.

Fica clara a motivação política da Operação, que já buscava tirar o PT do poder desde seu início.

Aras [procurador Vladimir Aras] se lembrou, então, de um diálogo que teve com Souza [ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza,], menos incensado que Dallagnol, mas, certamente, o principal estrategista da força-tarefa no Paraná. Segundo ele, Souza disse que a intenção da força-tarefa era “horizontalizar para chegar logo lá na frente”, e não “verticalizar” as investigações, e que, por isso, teríamos dificuldade em fundamentar os pedidos de inquérito. O que seria “horizontalizar para chegar logo lá na frente”? Não entendi direito o conceito. Creio que meus colegas também não. Só depois de muito tempo, quando vi Sergio Moro viajando ao Rio de Janeiro para aceitar o convite para ser o ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro, é que me veio de novo à cabeça aquela expressão. Horizontalizar implicaria uma investigação com foco num determinado resultado? Eu não quis imaginar isso lá atrás e também não quero me esticar nesse assunto agora, mas isso ainda me incomoda um bocado, sobretudo quando penso em dois episódios separados no tempo, mas muito parecidos.
 

Estou falando dos vazamentos de trechos de depoimentos de Youssef e do ex-ministro Antonio Palocci na reta final das eleições presidenciais de 2014 e 2018, respectivamente. As declarações de Youssef, segundo o qual Lula e Dilma sabiam das falcatruas na Petrobras, eram destituídas de qualquer valor jurídico. Youssef não compartilhava da intimidade do Palácio do Planalto e não tinha provas do que dizia. Mas, mesmo assim, eram de forte conteúdo político, e não há dúvidas de que tiveram enorme impacto eleitoral. A divulgação de parte da delação de Palocci teve reflexo menor. O tema abordado já não era novo. Mas não é demais supor que também ajudou a municiar um dos lados do jogo político.

Esses dois casos, a meu ver, expõem contra a Lava Jato, que a todo momento tem que se defender de atuação com viés político. [Nada Menos que Tudo, pgs. 41-42]



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Respostas do Procurador Geral dos EUA podem mandar Moro e Dallagnol pra cadeia

Moro Dallagnol e fundo Departamento de Justiça EUA

Congressistas democratas dos Estados Unidos querem saber das relações entre Departamento de Justiça e Lava Jato


13 congressistas do Partido Democrata dos Estados Unidos entregaram ao procurador-geral William Barr 11 questionamentos sobre ações do Departamento de Justiça em relação à Lava Jato.

Respostas a algumas delas podem mostrar atividade ilegal de Moro e da turma da Lava Jato, capitaneada pelo procurador de deus, Deltan Dallagnol.

Acordos entre o Departamento de Justiça e a Lava Jato sem conhecimento das autoridades brasileiras, troca de documentos, apropriação de verba bilionária, tudo isso pode ser revelado nas respostas de Barr aos congressistas.

Os 13 democratas agiram motivados pelas revelações do Intercept Brasil na Vaza Jato, que mostram os bastidores da campanha da Lava Jato e seu jogo sujo para a prisão política de Lula.

Não custa lembrar que em março de 2019, o Departamento de Justiça tentou doar à força-tarefa da Lava Jato US $ 682 milhões para abrir um think tank "anticorrupção" gerenciado pela turma do Dallagnol. A ação foi bloqueada pelo Tribunal Superior de Justiça por violar a lei brasileira.

As perguntas podem ser lidas na íntegra aqui (em inglês).
1) Que critérios devem ser atendidos para o Departamento de Justiça apoiar qualquer conjunto particular de agentes judiciais ou investigações no Brasil e em outros países?

2) Os agentes do Departamento de Justiça garantem que certos padrões legais sejam cumpridos pelos agentes e entidades judiciais estrangeiras com os quais trabalham e, em caso afirmativo, quais são?

3) Descreva o envolvimento do Departamento de Justiça na operação Lava Jato. O que levou o Departamento de Justiça a trabalhar nessas investigações específicas?

4) Quais as formas de apoio que o Departamento de Justiça forneceu ou o Departamento de Justiça ainda fornece aos agentes judiciais brasileiros envolvidos na operação?

5) O Departamento de Justiça apoiou a investigação de instituições financeiras brasileiras e internacionais envolvidas nas investigações de Lava Jato? Que explicação existe para o fato de que poucos, se houver, executivos de instituições financeiras foram processados ​​durante a operação de Lava Jato, apesar das centenas de milhões de dólares em ganhos ilícitos que foram lavados?

6) Descreva toda a extensão do envolvimento do Departamento de Justiça com o juiz Sergio Moro, incluindo todo o suporte técnico, compartilhamento de informações e qualquer suporte fornecido pelos contratados do Departamento de Justiça.

7) Descreva toda a extensão do envolvimento do Departamento de Justiça com os promotores e todo o pessoal judicial envolvido na Força-Tarefa de Lava Jato, incluindo todo o suporte técnico, compartilhamento de informações e qualquer suporte fornecido pelos contratados do Departamento de Justiça.

8) Os agentes do Departamento de Justiça tinham conhecimento de ações conspiratórias envolvendo os procuradores da Lava Jato e o juiz Moro, ou de quaisquer outros casos de conduta antiética por esses indivíduos?

9) Os agentes ou contratados do Departamento de Justiça continuaram a se envolver com o juiz Moro após casos claros de sua má conduta, como as escutas telefônicas ilegais de uma conversa privada entre o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff no início de 2016?

10) O Departamento de Justiça prestou assistência na coleta ou análise de evidências compiladas pela Força-Tarefa Lava Jato e pelo juiz Moro para o caso do presidente Lula?

11) Os agentes do Departamento de Justiça já se envolveram com o juiz Moro, sua equipe ou com o pessoal envolvido com a Força-Tarefa Lava Jato através de canais não oficiais?

A carta foi assinada por Hank Johnson (GA-04) Raul Grijalva (AZ-03), Eleanor Holmes Norton (DC), Jared Huffman (CA-02), Susan Wild (PA-07), Adriano Espaillat (NY-13) , Veronica Escobar (TX-16), Ilhan Omar (MN-05), Deb Haaland (NM-01), Mark Pocan (WI-02), Jesus H. “Chuy” Garcia (IL-04), Emanuel Cleaver (MO -05) e Ro Khanna (CA-17). Pode ser lido na íntegra aqui.


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