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Liberdade de Lula tem que vir acompanhada da condenação de Moro


O Brasil comemora a decisão do ministro Edson Fachin que anulou no dia de hoje as duas condenações de Lula - a do tríplex e a do sítio de Atibaia. Com isso, o presidente Lula é um homem livre e com todos os seus direitos políticos restabelecidos, podendo, entre outras coisas, votar e ser votado - que é o que a maioria do nosso povo quer.
 
Mas o motivo da anulação pode esconder uma carta na manga (convém lembrar que a turma da Lava Jato cantava "Aha Uhu O Fachin é nosso!"): o não julgamento de Moro e da Lava Jato por irregularidades nos julgamentos de Lula, já que as sentenças foram anuladas.
 
Moro tem que ir a julgamento por sua parte no golpe que empurrou o país ao caos do governo do genocida Bolsonaro.
 
O julgamento de Moro tem que ser mantido pelo STF para que seja feita Justiça: Lula livre e Moro preso. 



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Fachin e Fux mataram no peito e tornaram julgamento de Dallagnol no CNMP uma farsa


Eu bem que estranhei quando li (e publiquei aqui) que o ministro Fachin havia mandado o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) julgar no dia de hoje o caso do Power Point do procurador de deus Deltan Dallagnol, que já havia sido adiado 42 vezes, desde 2018, quando a ação foi impetrada.

A Vaza Jato mostrou que Fachin, que sempre votou com eles, era lavajatista do peito e de raiz, tanto que cantaram "Aha uhu o Fachin é nosso!".

O que levou Fachin então a pedir o julgamento, que se fosse adiado por mais alguns dias prescreveria?

A resposta veio no próprio julgamento.

Dallagnol só poderia sofrer três tipos de punição pela palhaçada criminosa do Power Point: 1) censura; 2) advertência; 3) afastamento - a mais grave.

As duas primeiras já haviam prescrito, graças à quantidade absurda e inexplicável de adiamentos (42, repito).

Restava a terceira, o afastamento de Dallagnol das funções, que seria a justa.

Por essa ele ainda poderia ser punido. Mas, como no samba, porém, ai, porém... Para ser punido com afastamento das funções Dallagnol teria que ter sofrido uma punição anterior, ser reincidente.

Ele teve: sofrera advertência por ter dito que ministros do Supremo aparentavam agir com leniência diante da corrupção.

Aí entra Fux —  aquele da famosa frase de Moro revelada também pela Vaza Jato: "In Fux we trust".

Na semana passada, Fux foi cirúrgico para proteger Dallagnol de uma possível condenação a afastamento e suspendeu a pena para efeito de reincidência.

Ou seja, Fachin ordenou o julgamento, porque sabia que o resultado seria obrigatoriamente o arquivamento, mesmo que todos achassem que Dallagnol deveria ser punido.

É a famosa impunidade de que Dallagnol e Moro sempre falam, mas que os vem absolvendo ao longo do tempo. Por prescrição e proteção no andar de cima. Tudo aquilo que criticam nos outros.



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Ordem de prisão de Dilma mostra que verdadeiro Moro é o da Vaza Jato

Bolsonaro daz arminha para cabeça de Moro

Qual  a razão da ordem de prisão de Dilma num caso em que ela não era nem investigada,  mas simples testemunha? 


Quem ainda tinha alguma dúvida sobre qual o verdadeiro Sérgio Moro, o "heroico juiz honesto" em luta contra a corrupção malvada da Lava Jato ou o juiz inescrupuloso, capaz de qualquer atitude para atingir seus objetivos, revelado pela Vaza Jato, perdeu a possibilidade da dúvida com o pedido da Polícia Federal para a prisão da presidenta Dilma Rousseff.

Dilma não é nem investigada no inquérito, que tem como alvos senadores do MDB: Eduardo Braga (MDB-AM), Renan Calheiros (MDB-AL) e Jader Barbalho (MDB-PA), o ministro Vital do Rêgo Filho, do Tribunal de Contas da União (TCU) e os ex-senadores Valdir Raupp (MDB-RO) e Eunício Oliveira (MDB-CE).
 
Segundo a PF, a ideia de prender Dilma era para que ela os ajudasse a entender fatos obscuros relativo à corrupção dos emedebistas. Por que simplesmente não a chamaram para depor como testemunha no caso? Porque aí não teria a assinaturaação que singulariza um serial killer de Moro.
Durante a Lava Jato, Moro usava a Polícia Federal para conduções coercitivas com intuito de fazer propaganda de ações da operação e/ou atacar o PT, de acordo com o noticiário.

O mesmo fez agora, quando para desviar o foco da ligação da Família Bolsonaro com a milícia que assassinou Marielle Franco, a Polícia Federal de Moro pediu a prisão de Dilma por cinco dias num processo que nada tem a ver com ela, como disse o o procurador-geral da República e concordou o ministro do STF Edson Fachin .

Mas, no fim, o objetivo de Moro foi alcançado: lançou de maneira infame o nome de Dilma na lama e o ministro Fachin à sanha dos robôs dos Bolsonaro, e hoje a #stfvergonhanacional está entre os assuntos mais comentados do Twitter, graças à decisão de Fachin de não permitir a prisão absurda de Dilma.
 
O verdadeiro Moro é o da Vaza Jato.

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Vaza Jato permite ao Supremo finalmente votar ações sobre prisão sem que estejam esgotados todos os recursos

Glenn e Vaza Jato

Revelações da Vaza Jato fragilizaram Lava Jato, e pressão da mídia e generais não têm mais a mesma força sobre STF


A série de reportagens do The Intercept Brasil, em parceria com outros veículos, mostrando o submundo da Lava Jato, com juiz e procuradores atuando em conluio, enfraqueceu a posição não apenas do ex-juiz Moro, mas também dos procuradores da república de Curitiba, especialmente o procurador de deus, Deltan Dallagnol.

Graças à pressão deles, da mídia e do general Villas Boas, na época comandante do Exército, a votação sobre a legalidade da prisão em segunda instância vem sendo adiada há quase dois anos por um Supremo acuado pela opinião pública manipulada.

 Blog do Mello, há 14 anos direto do Rio remando contra a maré. Leia mais...

Hoje finalmente, começa o julgamento no STF, que deve durar algumas sessões, e novamente sob pressão de Moro, Dallagnol e procuradores, e até do general Villas Boas, não mais comandante do Exército, mas simples funcionário de Bolsonaro. Em seu perfil no Twitter,  Villas Boas fez ameaças veladas aos ministros.

Ameaças que hoje têm efeito contrário, a não ser naqueles que são da turma da Lava Jato - Fux (we trust), Fachin (aha uhu) e o pavão do Supremo, o ministro Barroso, que deve ter preparado um voto de seis horas em defesa do combate à corrupção, sem citar que corrupta é também a Justiça, quando se dobra à pressão da mídia ou dos generais e quando aceita a prisão de um homem que poderia estar presidindo o país, se não fosse sua prisão política.

Ao fim, o país volta à rota de onde não deveria ter se afastado, o do respeito à cláusula pétrea da Constituição que diz que ninguém pode ser considerado culpado até que tenham se esgotado todos os recursos de sua defesa.



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Moro e Lava Jato deixaram na gaveta provas concretas de corrupção tucana e condenaram Lula por 'ato de ofício indeterminado'


Dallagnol e Moro com legenda Ih, A casa caiu

Nova reportagem da Vaza Jato mostra perseguição movida por Moro e Lava Jato a Lula


A delação do Leo Pinheiro da OAS só foi confirmada agora pelo ministro Luis Fachin. No entanto, ela foi a "prova" (se é que é prova uma delação de boca, sem um documento, uma "prova") central na condenação de Lula por Moro.

A delação foi confirmada agora, mas toda a Lava Jato, incluindo Moro, conhecia seu teor. E nela, estava descrita a corrupção durante anos de governos tucanos, com nomes dos implicados (Serra, Aloysio Nunes entre eles), quanto cada um levou, por quais obras, como lhes foi entregue o dinheiro de corrupção ou caixa 2.

Nada foi usado, "não veio ao caso", como disse certa vez Moro sobre Aécio.

Só agora, com a nova reportagem da Vaza Jato, parceria do Intercept Brasil com a Folha, a delação veio à tona.

Só vieram à tona, assim mesmo, porque os anexos com suas acusações estavam nas mensagens vazadas obtidas pelo The Intercept, que a Folha publica hoje [sábado].
Propinas diretamente ligadas a obras em São Paulo: a ponte estaiada Octavio Frias de Oliveira, a avenida Roberto Marinho, o túnel da Radial Leste, a rodovia Carvalho Pinto e a linha 4-amarela do Metrô, entre outras, pagas em doações eleitorais ou em dinheiro vivo.
Embora tenham mais de dois anos – a delação data de junho de 2017 – ficaram e ficariam na sombra.
Apenas uma denúncia veio à luz, justo aquela na qual não consegue explicar qual e quanto seriam a razão da vantagem e o seu valor: a do triplex “atribuído” a Lula.
Nas outras, dinheiro contado e embalado em envelopes, posto dentro de maletas de laptop, entregue a pessoas com nomes e em lugares com endereço.
Para Lula, a suposta promessa jamais escrita ou documentada de que, sabe-se lá quando e como, o apartamento lhe seria transferido.
O certo adormeceu nas gavetas; o duvidoso foi para as páginas de jornal e para a sentença de Sérgio Moro e, depois, para a do TRF-4. [Tijolaço]
Mais uma vez a Vaza Jato mostra a perseguição a Lula e que seu julgamento deve ser anulado e ele posto em liberdade já.


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