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Freixo contra o 'excludente de ilicitude' de Moro. Ruim para todos, 'apenas promoverá a matança'

Freixo


Na Câmara, o deputado Marcelo Freixo, do PSol, diz por que é contra o "excludente de ilicitude"





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Em resposta à morte de Agatha, Witzel corta incentivo à redução de mortes por policiais

Capa Extra. 5 crianças mortas e ninguém preso

Incentivo que dava gratificação em dinheiro aos policiais por redução de mortes foi retirado pelo governador no primeiro dia útil após assassinato de Agatha


Em 2009, o então governador Sergio Cabral criou o Sistema Integrado de Metas (SIM), que premiava policiais que atingissem metas na redução da violência.

Entre essas metas estava a redução de mortes por policiais, exatamente a que o governador Witzel retirou por decreto nesta segunda, como se fosse uma resposta ao assassinato da pequena Agatha Félix, de oito anos, morta por um tiro nas costas por disparo policial, segundo todas as testemunhas.
Há cinco anos, o Rio de Janeiro tem vivido um aumento constante das mortes por policiais, batendo recordes a cada mês. Apesar da redução dos homicídios "simples", os óbitos por intervenção de agentes públicos subiram de 1.075, de janeiro a agosto de 2018, para 1.249 no mesmo período de 2019 —alta de 16%.
Neste ano, o crescimento vem na esteira de declarações de Witzel defendendo o "abate" de criminosos portando armas, independentemente de haver reação. Eleito com uma pauta de endurecimento na segurança pública, ele tem endossado as ações policiais que resultam em morte, mesmo antes da conclusão das investigações. [Folha]
Se com o incentivo remunerado à redução de mortes elas aumentaram, imagina agora sem eles.

Como mostra a capa do Jornal Extra de hoje [imagem acima], as mortes por policiais nunca são esclarecidas e seguem impunes no Rio, situação que pode ainda piorar caso seja aprovada a lei de Moro com o excludente de ilicitude.


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Lei de Moro dá licença para matar a policiais e milicianos

Moro, com arte Licença para matar

"Excludente de ilicitude" de Moro é caminho para legalizar assassinatos por policiais e policiais-milicianos

O ministro Sergio Moro, o ex-justiceiro de Curitiba demolido pela Vaza Jato, pode argumentar que não, que não é bem isso, mas o que seu excludente de ilicitude dá ao policial é uma licença para matar.

Ao poder alegar que agiu sob intensa emoção, Moro dá ao policial o poder de definir o que vai fazer (matar), fazê-lo (praticar o ato) e absolver-se (foi intensa emoção).

É priva de que Moro não é flor exótica no sangrento jardim dos Bolsonaro. Pelo contrário, é jardineiro que quer cuidar e proteger a solução violenta.

Como se sabe, é estreita a relação entre policiais e milícias e, em geral, milicianos são policiais da ativa ou ex.
Radicalmente contra a medida, Nelson Jobim, o ex-presidente do Supremo e ex-ministro da Justiça e da Defesa, diz que só a discussão, em si, já “estimula a polícia a fazer, mais e mais abertamente, o que já faz”. Ele explica que seria “legitimar a agressão por parte do poder público e sem o controle da operação, que seria do próprio policial”. Ou seja, corresponderia a outorgar ao policial “um poder discricionário”, porque é ele quem controla a operação, a versão e o desfecho. 

Outro ex-ministro do Supremo vai além: se o policial sabe que não corre risco, que ficará impune e acaba atirando sem pensar até em crianças na escola, brincando e passeando com pais e avós, esse policial pode pisar ainda mais fundo nesse acelerador macabro. Se mata tão facilmente uma menina com um tiro nas costas, que dificuldade teria para matar também as testemunhas? Basta alegar que elas o ameaçavam e foi tudo em legítima defesa. Sem testemunhas, qualquer história ganha asas. Ainda mais se o poder público autoriza, permite, até estimula. Barbárie. [Eliane Cantanhede, Estadão]


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