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Witzel, Paes, Crivella sofrem busca e apreensão em suas casas. Quando vai chegar a vez dos Bolsonaro?


O governador do Rio Wilson Witzel foi afastado do cargo e teve busca e apreensão em sua casa e no Palácio. O ex-prefeito do Rio Eduardo Paes também recebeu visita da polícia em sua casa. O mesmo com o atual prefeito do Rio, Marcelo Crivella, que recebeu a visita da polícia em sua casa e no Palácio. Todos com acusações de corrupção.

Quando chegará a vez dos Bolsonaro? Flávio e as acusações de corrupção desavergonhada de anos, chamada de rachadinha, quando teria recebido milhões desviados de funcionários de seu gabinete, num esquema gerenciado por Fabrício Queiroz.

Quando Carlos Bolsonaro vai receber a visita da polícia para explicar os R$ 7 milhões que teriam sido pagos a funcionários fantasmas de seu gabinete ao longo de anos?

E Jair Bolsonaro? Quando a polícia vai verificar por que Fabrício Queiroz depositou R$ 89 mil na conta da primeira-dama, Michelle? E a rachadinha da funcionária de seu gabinete em Brasília Nathália Queiroz, filha do famoso Queiroz, que trabalhava como personal trainer no Rio, enquanto dividia o salário com a família, no mesmo esquema de gerenciamento de Queiroz? E a Wal do Açaí, que recebia em Angra dos Reis, RJ, embora funcionária do Jair em Brasília, para encobrir o pagamento a seu marido, que cuidava da casa de Bolsonaro naquela cidade?

A fila anda ou vai parar por aí?



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'Ser adotado como aliado por Bolsonaro é como ser adotado como marido pela deputada Flordelis' - Celso Rocha de Barros


Coluna de Celso Rocha de Barros hoje na Folha:

O presidente derrubou um governador?

Se o governador do Rio de Janeiro tiver caído por influência do presidente da República, a deterioração institucional brasileira deu um salto grande.
A decisão de afastar Witzel monocraticamente foi ilegal. Quem quiser saber por que, consulte o texto do professor Rafael Mafei Rabelo Queiroz, da Faculdade de Direito da USP, no site da revista Piauí. É possível que a decisão do ministro Benedito Gonçalves, do STJ, não tenha sido uma tentativa de conseguir uma vaga no Supremo.
Mas é curioso que tanta gente no mundo da Justiça esteja tomando decisões claramente ilegais —a libertação de Queiroz, o dossiê contra os antifascistas, a perseguição a Hélio Schwartsman, o afastamento de Witzel —que coincidem perfeitamente com os interesses de Jair Bolsonaro, justamente o sujeito que vai decidir quem fica com a vaga no STF.
O afastamento de Witzel não é conveniente para Bolsonaro apenas porque o governador fluminense havia se tornado rival do presidente da República. No final deste ano, seja lá quem for o governador do Rio vai escolher o novo procurador-geral do Estado.
Como já noticiou a Folha, Bolsonaro quer influir nessa escolha para que o novo nome seja sensível aos interesses de seu esquema de corrupção familiar.
A escolha terá que ser feita dentro da lista tríplice, mas nada impede que os bolsonaristas inventem um candidato até lá e trabalhem por ele.
Se a decisão do STJ for um sintoma de aparelhamento da Justiça por Bolsonaro, pense bem no tamanho do que estamos discutindo.
Volte mentalmente até o dia da promulgação da Constituição de 1988 e tente explicar para Ulysses Guimarães que, 30 anos depois, o governador do Rio será afastado por decisão de um único ministro do STJ, com forte suspeita de que a coisa toda foi uma armação para resolver uns problemas do presidente da República com a polícia.
Depois disso, peça para o Doutor Diretas tentar adivinhar se, em 2020, o documento que ele acabou de aprovar ainda está vigente.
Longe de mim botar a mão no fogo pela honestidade de Wilson Witzel. Ele foi eleito com o apoio de Jair Bolsonaro. Ao contrário da família Flordelis, a família Bolsonaro nunca precisou do Google para achar “gente da barra pesada”. No mesmo dia do afastamento de Witzel, aliás, rodou o Pastor Everaldo, velho chapa de Bolsonaro que o batizou “simbolicamente” nas águas do rio Jordão.
Foi tudo encenação: Bolsonaro continuou católico. Everaldo também teria sido um dos responsáveis pela aproximação de Bolsonaro com o liberalismo econômico, e esse batismo tampouco parece ter sido lá muito para valer.
Mas para lidar com as acusações contra Witzel já existia o processo de impeachment, este sim, claramente previsto na Constituição e já em curso no Rio de Janeiro. Qual a necessidade de uma decisão que coloca as instituições sob suspeita?
É muito grave, mas, ao que parece, ninguém se importa. Pelo contrário, parte do mundo político vem tentando se reaproximar de Bolsonaro.
O exemplo de Witzel deveria servir-lhes de aviso: ser adotado como aliado por Bolsonaro é como ser adotado como marido pela deputada Flordelis.
Mesmo depois das repetidas tentativas de envenenamento, o establishment brasileiro parece disposto a ir com Bolsonaro para a casa de swing.



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Por que afastamento do cargo vale para Witzel e não para os Bolsonaro?


Um ministro do STJ decidiu sozinho, monocraticamente como se diz, pelo afastamento do governador eleito, frise-se, do Rio, Wilson Witzel.

Witzel até o momento é só acusado, não foi julgado nem declarado culpado ou teve seu impeachment aprovado pela Assembleia do Rio.

Como um juiz sozinho tem o poder de passar por cima disso tudo e afastá-lo é algo totalmente absurdo. 

Pelo que foi divulgado até o momento, a acusação contra Witzel se baseia numa série de pagamentos mensais ao escritório de advocacia de sua mulher.

Os valores pagos por quatro empresas somavam em torno de R$ 60 mil. Um rachuncho de R$ 15 mil para cada uma por mês, o que não me parece fora do padrão para escritórios de advocacia.

Mas, por que o que vale para Witzel não vale para os Bolsonaro?

Jair e Flávio estão enrolados até o pescoço com a corrupção gerenciada por Queiroz, chamada de rachadinha.

Como a mulher de Witzel, as de Jair e Flávio receberam dinheiro do esquema. A de Witzel tem ao menos a desculpa de que o dinheiro era por seus serviços de advocacia.

E as mulheres de Flávio e Jair?

Aliás, presidente Bolsonaro, por que sua mulher Michelle recebeu R$ 89 mil de Fabrício Queiroz?

Por que o afastamento não vale para os Bolsonaro como valeu para Witzel?



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Bolsonaro confessa crime para tentar evitar prisão de filho

Bolsonaro

Bolsonaro cria clima para tornar problema nacional uma provável prisão de seu filho


Embora muitos discordem de minha opinião, Bolsonaro pode ser tudo (machista, homofóbico, autoritário, corrupto através da prática da rachadinha), mas não é burro.

Por isso, temos que procurar a lógica que existe por trás de ele confessar o crime de obstrução da justiça à imprensa, como o fez ontem, quando, numa conversa informal com jornalistas, disse que havia se apossado dos arquivos do condomínio Vivendas da Barra, onde ele, seu filho Carlos e o acusado pelo assassinato de Marielle e Anderson moram.

A importância dos arquivos do condomínio é que eles podem esclarecer a participação ou não da família Bolsonaro no processo da morte de Marielle e Anderson.
"Nós pegamos, antes que fosse adulterada, ou tentasse adulterar, pegamos toda a memória da secretária eletrônica que é guardada há mais de ano. A voz não é a minha", declarou Bolsonaro. [G1]
Quando ele diz "nós pegamos" está claramente se referindo a outra ou a outras pessoas, porque ele estava em Brasília e não poderia ter feito isso.

Quem mostrou os arquivos ao público foi seu filho Carlos Bolsonaro no Twitter, quando usou imagens e sons dos arquivos da portaria do condomínio na tentativa de inocentar o pai.

Logo, o "nós pegamos" significa o Carlos Bolsonaro pegou, foi ele quem cometeu o crime.

Por isso, Bolsonaro ataca o governador do Rio, Wilson Witzel, pois sabe que seu filho, conhecido por Carluxo, pode ir preso pelo crime. A investigação sobre o crime está sob o Ministério Público e a Polícia do Rio de Janeiro de Witzel.

Isso também explicaria a ira forjada (como mostrei aqui) de Bolsonaro contra a reportagem do Jornal Nacional, quando disse no meio do discurso uma frase que nada tinha a ver com o contexto, mas que já revelava sua real preocupação: "Vocês querem ver um de meus filhos presos".


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Indignação de Bolsonaro no vídeo é falsa como ele, que já sabia do caso do porteiro há 3 semanas

Bolsonaro


Indignação de Bolsonaro no vídeo em que contestava a matéria do porteiro no Jornal Nacional era falsa 


"Patifaria", "querem me derrubar", "prender um de meus filhos". Bolsonaro bufava, tirava e botava os óculos, simulando uma indignação que foi forjada em discussão com seus principais assessores. Porque ele sabia da história há tempos.

Tudo isso é vacina para, mais adiante, se surgirem provas contra o Flávio, por exemplo, envolvido no caso das rachadinhas com Fabrício Queiroz, Bolsonaro poder dizer que é fake new querendo derrubá-lo.

E com a barriga da Globo, Bolsonaro conseguiu vender seu peixe.

Bolsonaro sabia desde há três semanas, em 9 de outubro, da história do porteiro no caso Marielle, que lhe fora passada pelo governador do Rio Wilson "Mira na Cabecinha" Witzel, que é declarado candidato a presidente em 2022, e a quem Bolsonaro aproveitou para também atacar na live.
Faltavam poucos minutos para 21h do dia 9 de outubro, uma quarta-feira, quando o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, entrou na sala em que o ministro Augusto Nardes, do TCU (Tribunal de Contas da União), comemorava antecipadamente seu aniversário de 67 anos.
 Segundo Bolsonaro, naquela noite ele teria ouvido de Witzel que seu nome fora mencionado nas investigações que apuram o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ).
"No dia 9 de outubro, às 21 horas, eu estava no Clube Naval do Rio de Janeiro quando o governador Witzel chegou para mim e disse: o processo está no Supremo", contou. "Que processo? O que eu tenho a ver? E o Witzel disse que o porteiro citou meu nome. Ele sabia do processo que estava em segredo de Justiça", disse. [Folha]

Se Bolsonaro se dedicasse à vacina da população contra doenças com a mesma devoção que dedica à vacina política, o Brasil não estaria se aproximando das trevas na saúde, com a volta do sarampo, as epidemias de dengue, zika e chikungunya, e até a ameaça da volta da pólio.


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Em resposta à morte de Agatha, Witzel corta incentivo à redução de mortes por policiais

Capa Extra. 5 crianças mortas e ninguém preso

Incentivo que dava gratificação em dinheiro aos policiais por redução de mortes foi retirado pelo governador no primeiro dia útil após assassinato de Agatha


Em 2009, o então governador Sergio Cabral criou o Sistema Integrado de Metas (SIM), que premiava policiais que atingissem metas na redução da violência.

Entre essas metas estava a redução de mortes por policiais, exatamente a que o governador Witzel retirou por decreto nesta segunda, como se fosse uma resposta ao assassinato da pequena Agatha Félix, de oito anos, morta por um tiro nas costas por disparo policial, segundo todas as testemunhas.
Há cinco anos, o Rio de Janeiro tem vivido um aumento constante das mortes por policiais, batendo recordes a cada mês. Apesar da redução dos homicídios "simples", os óbitos por intervenção de agentes públicos subiram de 1.075, de janeiro a agosto de 2018, para 1.249 no mesmo período de 2019 —alta de 16%.
Neste ano, o crescimento vem na esteira de declarações de Witzel defendendo o "abate" de criminosos portando armas, independentemente de haver reação. Eleito com uma pauta de endurecimento na segurança pública, ele tem endossado as ações policiais que resultam em morte, mesmo antes da conclusão das investigações. [Folha]
Se com o incentivo remunerado à redução de mortes elas aumentaram, imagina agora sem eles.

Como mostra a capa do Jornal Extra de hoje [imagem acima], as mortes por policiais nunca são esclarecidas e seguem impunes no Rio, situação que pode ainda piorar caso seja aprovada a lei de Moro com o excludente de ilicitude.


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Partidos de esquerda entram com notícia-crime contra Witzel por 'política de extermínio'


Witzel com saudação hitlerista sobre imagem enterro de Agatha

PT, PSOL, PSB, PDT e PC do B vão ao STJ contra governador genocida 


A morte da menina Agatha, de oito anos, baleada nas costas no sábado, parece ter sido a gota d'água para finalmente as forças de esquerda se unirem e partirem com uma ação contra o governador genocida Wilson Witzel (eleito mediante mesma fraude que elegeu Bolsonaro) e sua política de extermínio da população pobre e negra do estado.

Os presidentes do PT, PSOL, PSB, PDT e PC do B entram hoje com uma notícia-crime contra Witzel no Superior Tribunal de Justiça, instância adequada aos governadores.

Em nota, explicam o motivo da ação.
"PARTIDOS DE OPOSIÇÃO ENTRAM COM NOTÍCIA CRIME CONTRA WITZEL

A letalidade observada nas operações militares comandadas pelo atual governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel tem despertado preocupação e revolta da sociedade civil em nível nacional e internacional. 
A truculência em operações policiais era uma das pautas defendidas por Witzel quando ainda aspirava como candidato nas últimas eleições estaduais, adotada desde janeiro como política de governo.
A morte da pequena Aghata Vitória Salles Felix, de 8 anos de idade, com um tiro de fuzil nas costas, no complexo do Alemão, na última sexta-feira (21) somente reforçou nossa certeza de que é preciso parar essa política de extermínio da população pobre e das periferias do estado do Rio de Janeiro. Ághata foi a quinta criança morta em ações policiais neste ano.
Nesse sentido, os partidos de oposição, no compromisso com a democracia, com uma política de segurança pública responsável, com a defesa dos direitos da população vulnerável e com a vida das crianças, apresentam uma NOTICIA CRIME AO SUPERIOR TRIBUNAL JUSTIÇA contra o governador do Estado do Rio de Janeiro Wilson Witzel, para que responda pelos crimes que vem sendo praticados pela polícia militar do estado que governa, que ocorrem sob seu aval, estímulo e fomento.
A ação será protocolada nesta segunda-feira. Esperam os partidos que haja uma resposta do Poder Judiciário para fazer cessar essa guerra aberta, cuja vítima é a sociedade.
CARLOS LUPI – Presidente do PDT
CARLOS SIQUEIRA – Presidente do PSB
GLEISI HOFFMANN – Presidenta do PT
JULIANO MEDEIROS – Presidente do PSOL
LUCIANA  SANTOS – Presidenta do PCdoB"


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Dilma: 'O mandante do assassinato de Agatha é o neofascismo que está no poder'


Dilma

Em seu site, a ex-presidenta Dilma aponta a responsabilidade do neofascismo pela violência no país



O assassinato de Agatha Vitória Sales Felix, uma menina de oito anos que vivia na Favela da Fazendinha, no Complexo do Alemão, RJ, não foi cometido apenas pelo PM que puxou o gatilho. Esta morte chocante tem vários autores, tão ou mais culpados do que o policial que executou o disparo de fuzil. São as autoridades estaduais e federais que apoiam e incentivam ações violentas das forças de segurança e das milícias contra a população pobre moradora das favelas.

Agatha é uma das cinco crianças assassinadas covardemente este ano pela polícia do Rio. É uma das 16 crianças baleadas em operações policiais. Portanto, não foi a primeira e infelizmente está longe de ser a última das vítimas infantis da política de extermínio praticada por determinação, incentivo ou leniência das autoridades.

A população grita nas redes sociais que “a culpa é do Witzel”, e sem dúvida o governador deve ser responsabilizado, porque é um homem de atitudes sociopatas, que estimula, defende e comemora ataques indiscriminados da polícia contra a população. Que já celebrou a morte aos pulos e com punhos cerrados. Mas há outros culpados que não podem ser esquecidos: a impunidade do poder paralelo das milícias, que assassinou Marielle Franco; a impunidade dos policiais violentos que atiram a esmo e acertam crianças e adultos nos bairros pobres; e a responsabilidade de todas as autoridades federais incentivadoras da violência policial e que difundem preconceito, desprezo e ódio contra pobres e negros.

São essas autoridades que propõem leis que inocentam agentes da polícia que matarem civis, desde que aleguem que estavam movidos por forte emoção. O mandante do assassinato de Agatha é o neofascismo que está no poder.

Espero que a Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, que recebeu do Movimento das Favelas uma denúncia formal contra o governador e contra o estado brasileiro pela morte de Agatha, cobre providências e denuncie ao mundo, energicamente, a política de extermínio adotada no Brasil, seja por orientação seja por leniência das autoridades.

Expresso aqui minha solidariedade à família de Agatha, aos pais e parentes de dos homens e mulheres vítimas da violência do estado contra os moradores dos bairros pobres do Rio e de todo o país.

DILMA ROUSSEFF


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Assassinato de Agatha. Haddad pede impeachment de Witzel. 'É um assassino!'


Agatha, 8 anos, assassinada pela PM de Witzel

Candidato do PT a presidente Fernando Haddad pede o impeachment do governador do Rio


A menina Agatha Félix de apenas oito anos foi atingida nas costas por uma "bala perdida" na noite de ontem, quando estava numa kombi, a caminho de casa, no Complexo do Alemão.

 Mais uma vítima na guerra promovida pelo governador Wilson Witzel, que foi eleito no mesmo processo fraudulento de Bolsonaro.

Fernando Haddad escreveu, em seu perfil no Twitter.
Twitter Haddad contra Witzel

Até quando se vai permitir esse genocida à frente do governo do Rio? Um desconhecido completo do povo do estado, eleito pelo mesmo esquema criminoso de WhatsApp que elegeu Bolsonaro.

Pergunte a alguém aqui do Rio se já havia ouvido falar em Witzel até uma semana antes das eleições.  Era um absoluto desconhecido. No entanto, na última semana, saiu de traço para quase 50% dos votos. Como isso aconteceu?

O TSE está sentado em cima das investigações sobre as fake news nas eleições de 2018. Vamos ver se a CPI das Fake News chega a algum lugar, para que possamos anular as eleições não apenas no Rio, mas no Brasil.


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Com PM do Rio em seu poder, Witzel vira bicho feroz de Bezerra da Silva

Bezerra da Silva, Bicho Feroz

Governador do Rio usa força policial do estado para vingança pessoal


O Brasil não sabe, mas vai ficar sabendo, porque ele quer ser presidente da República, mas o governador do Rio foi juiz, cargo do qual pediu exoneração (como Moro) para concorrer ao governo do Rio.

Trabalhou no Espírito Santo e no Rio de Janeiro. Durante a campanha, Romário, que concorria com ele ao governo disse num debate:
“Não precisamos de pessoas como você, precisamos de um homem, não de um frouxo”.
Ele se referia ao fato de Witzel ter fugido do Espírito Santo para o Rio por ameaças de morte.

No Rio, ele também se disse ameaçado e falou sobre isso ao G1.
“Eles [criminosos] conseguiram me intimidar e isso me fere profundamente. Eles intimidaram um juiz federal. Tive de trocar de área para preservar minha vida. Desde que comecei a ser ameaçado, nunca mais deixei de usar colete à prova de balas”, disse o magistrado ao G1.
Parece que agora, à frente das forças de segurança do estado, Witzel resolveu partir para a desforra e quer provocar nos traficantes o pânico que lhe impuseram.

Só que faz isso à custa de vidas inocentes, especialmente nas comunidades.

Witzel deveria deixar a máscara de bicho feroz de lado e parar de impor à população o terror que ele sentiu quando ameaçado pelos traficantes.

Somente no primeiro trimestre do ano, o Rio teve uma média de quatro mortes por PMs por dia.

Nos últimos dias, seis jovens foram mortos pelas balas disparadas pelos armas da PM do bicho feroz, Wilson Witzel.

Witzel deveria refletir deixar o passado para trás e o revólver de lado. Para isso nem precisa rebolar, como na música de Bezerra, nem ser frouxo, como disse Romário, mas apenas respeitar o cidadão que não merece viver em pânico como não mereceu Witzel quando juiz.





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