Mostrando postagens com marcador Itália. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Itália. Mostrar todas as postagens

Casos Robinho e Dani Alves. Bahia lança vídeo ousado contra cultura do estupro

Em cima do lance das prisões de Robinho e Dani Alves por estupro, o Esporte Clube Bahia lançou um vídeo ousado denunciando o machismo e a cultura do estupro com o provocativo slogan "A culpa é sua, o corpo não!".

Os craques da seleção brasileira de futebol cometeram seus crimes na Itália (Robinho) e na Espanha (Dani Alves). Ambos foram condenados naqueles países. 

Robinho, condenado a nove anos de prisão, fugiu da Itália, mas teve sua sentença confirmada pelo Judiciário brasileiro e foi preso na semana passada para dar início ao cumprimento de sua pena, que não admite mais recursos.

Dani Alves, condenado a oito anos e uma multa, acaba de ser posto em liberdade provisória na Espanha para aguardar a sentença final de seu processo, já que tanto seus advogados quanto os da jovem violentada recorreram da sentença. Para ficar em liberdade aguardando a sentença final, Dani Alves teve que desembolsar mais de R$ 5 milhões.

O vídeo do Bahia é bastante significativo não apenas pelo momento em que é lançado mas também porque foi no Bahia que Dani Alves começou sua carreira vitoriosa no futebol, onde conquistou o primeiro dos muitos títulos.

O vídeo vem em boa hora também, pois o movimento das mulheres conseguiu fazer até a CBF se manifestar em uma nota contundente em repúdio à atitude dos dois atletas e à cultura do estupro.

“As condenações definitivas dos jogadores Robson de Souza e Daniel Alves colocam um ponto final em um dos capítulos mais nefastos do futebol brasileiro.

Os dois casos, que envolvem jogadores que foram estrelas da Seleção Brasileira de Futebol, um dos maiores ícones culturais do nosso país, não podem se encerrar com a condenação dos dois culpados.

É fundamental que a corajosa atitude das vítimas inspirem cada vez mais mulheres a não se calarem diante de barbaridades de tal ordem.

Mais do que isso: num ambiente em que o machismo impera, nós, homens, precisamos estar na linha de frente para combater não apenas a violência sexual, mas todo tipo de violência.

A CBF, todos os seus dirigentes e a comissão técnica da Seleção Brasileira se solidarizam com as vítimas brutais dos dois crimes cometidos pelos ex-jogadores" — diz parte da nota. 

Assista ao vídeo do E.C.Bahia.


 

Assine e apoie o blog que resiste há 19 anos.





É simples: Quem não se vacinar não vota. Basta isso para por fim à palhaçada de Bolsonaro

Peguei a sugestão do Luiz Eduardo Nascimento no Twitter, porque me pareceu excelente. Quem não se vacinar, não vota.
 
Quero ver Bolsonaro continuar a defender a não vacinação, que coloca em risco a vida daqueles que não podem se vacinar por motivos de saúde ou alergia a componentes da fórmula.
 
Bolsonaro só se move por dois motivos: dinheiro e voto. Como a maioria dos antivacina segue orientação de Bolsonaro, ele pode perder milhões de votos.
 
Taí a sugestão de fácil aplicação.
 
Na Itália, resolveram punir no bolso. Lá, a vacina é facultativa. Mas quem não se vacinar vai ter que pagar todos os custos, caso necessite de tratamento médico, internação etc. por COVID.



Para receber notificações do Blog do Mello no seu WhatsApp clique aqui

Você vai ser direcionado ao seu aplicativo e aí é só enviar e adicionar o número a seus contatos




Recentes:


Assine a newsletter do Blog do Mello.
É grátis.

Estratégia de Bolsonaro para coronavírus é responsável pela tragédia na Itália que já matou 7503



Bolsonaro coloca movimentação econômica acima da vida dos brasileiros



Em 28 de fevereiro deste ano, a Itália tinha um número de mortos pelo coronavírus (17) menor do que o Brasil hoje (63), quando o primeiro-ministro resolveu adotar a medida defendida agora por Bolsonaro, de flexibilizar o isolamento e deixar a economia funcionar.

A medida foi tomada por lá. As pessoas voltaram às ruas, numa vida quase normal, como pretende Bolsonaro aqui. E a coronavírus se alastrou.


As consequências desta política de desestimular o isolamento social e a quarentena voluntária logo se revelou desastrosa. Três dias após as manobras e declarações do premiê Conte para manter o clima de normalidade em meio à pandemia o número de mortos dobrou: em 1º março, a Itália tinha 34 mortos. O balanço de vítimas fatais continuou a crescer exponencialmente, com 79 mortes em 3 de março. E o número seguiu subindo, até tornar o país em recordista de óbitos por Covid-19 no mundo, com 7.503 vítimas anunciadas nesta quarta-feira, à frente da China, epicentro da doença no mundo.
As autoridades italianas tentaram retomar uma política de quarentena e isolamento em 9 de março, quando o número de mortos chegou a 463. Diante de uma emergência epidemiológica sem precedentes, Conte anunciou que todo o país ficaria em situação de isolamento, algo que já estava ocorrendo em maior ou menor escala na Lombardia, no norte do país, e em outras 14 províncias. "Estamos ficando sem tempo”, disse o primeiro-ministro, ao anunciar que o lema a transmitir aos cidadãos é “eu fico em casa”. “É a pior crise que vivemos desde o final da Segunda Guerra Mundial”, resumiu, quando decretou o fechamento de todas as fábricas e atividades produtivas que não sejam imprescindíveis para o funcionamento do país.
A autocrítica veio de quem viu na prática os impactos da doença na população mais vulnerável. “Acho que durante todo esse tempo subestimamos a gravidade da situação”, contou por telefone Michele Lafrancesco, atendente em uma residência de idosos de Monza-Brianza, a 30 quilômetros de Milão, a repórteres do EL PAÍS.
Apesar de ter particularidade climáticas e sociais diferentes da Itália, o Brasil enfrenta uma situação semelhante, apesar de estar em outro estágio da evolução da pandemia, com 57 mortos pela doença segundo dados desta quarta-feira. O presidente Bolsonaro tem se esforçado para —contrariando a Organização Mundial de Saúde e recomendações iniciais de seu próprio Ministério da Saúde—minimizar a crise para evitar que a situação econômica se deteriore ainda mais. Ele chegou a criticar medidas “alarmistas” de alguns governadores do país e o fechamento de escolas, o que gerou um grave conflito com os políticos regionais. Os chefes dos Executivos estaduais e municipais, que lutam para conter o ímpeto do contágio e evitar a saturação do Sistema Único de Saúde, determinaram, em alguns casos, o fechamento de todos os estabelecimentos não essenciais, como foi feito por João Doria em São Paulo, o principal foco da doença no país. [El Pais]

Ajude o Mello a tocar o blog. Faça uma assinatura. É seguro, rápido e fácil
Sua assinatura faz a diferença e ajuda a manter o blog
Apenas R$ 10. Todos os cartões são aceitos. Você pode cancelar a assinatura a qualquer momento




Recentes:

Para receber notificações do Blog do Mello no seu WhatsApp clique aqui
(Apenas Assinantes)

Você vai ser direcionado ao seu aplicativo e aí é só enviar e adicionar o número a seus contatos


Assine a newsletter do Blog do Mello.
É grátis.

Idosos com mais de 80 anos podem ser 'deixados para morrer' na Itália. Efeito coronavírus

Tenda médica coronavírus COVID-19 na Itália


Na Itália, COVID-19 pode levar médicos a escolher quem vai morrer



Enquanto no Brasil o irresponsável presidente faz pouco caso do COVID-19 (até quando?), na Itália a situação está desesperadora.

O país, que tratou a princípio a epidemia com o mesmo desprezo do Brasil, sofre os efeitos devastadores do acúmulo de pessoas infectadas dia após dia, do aumento do número de mortes e da superlotação dos hospitais, gerando falta de leitos e de pessoal médico (afinal, eles também adoecem...).


Em Turim, uma equipe de gerenciamento de crise para o COVID-19 estuda negar acesso a leitos a maiores de 80 anos ou pessoas com mais problemas de saúde, além do coronavírus, diante da falta de leitos.

Alguns pacientes que não receberam tratamento intensivo serão deixados para morrer, temem os médicos.

A unidade elaborou um protocolo, visto pelo The Telegraph, que determinará quais pacientes receberão tratamento em terapia intensiva e quais não, se houver espaços insuficientes. A capacidade de terapia intensiva está acabando na Itália, à medida que o coronavírus continua a se espalhar.

O documento, produzido pelo departamento de proteção civil da região de Piemonte, um dos mais atingidos, diz: "Os critérios para acesso à terapia intensiva em casos de emergência devem incluir idade inferior a 80 anos ou uma pontuação no Índice de comorbidade de Charlson [ que indica quantas outras condições médicas o paciente tem] menor de 5. "

A capacidade do paciente de se recuperar também será considerada.

Um médico disse: "[Quem vive e quem morre] é decidido pela idade e pelas condições de saúde do [paciente]. É assim que ocorre em uma guerra". [Fonte: The Telegraph]



Infelizmente a situação pode se repetir aqui no Brasil, onde a chegada do COVID-19 está sendo tratada com irresponsabilidade maior ainda do que na Itália, especialmente pelo demente presidente, além de termos população infinitamente maior e mais pobre.


Ajude o Mello a tocar o blog. Faça uma assinatura. É seguro, rápido e fácil
Sua assinatura faz a diferença e ajuda a manter o blog
Apenas R$ 10. Todos os cartões são aceitos. Você pode cancelar a assinatura a qualquer momento




Recentes:

Para receber notificações do Blog do Mello no seu WhatsApp clique aqui
(Apenas Assinantes)

Você vai ser direcionado ao seu aplicativo e aí é só enviar e adicionar o número a seus contatos


Assine a newsletter do Blog do Mello.
É grátis.

Na Itália, encontrado o mais longo dos abraços

Esqueletos se abraçando

Os dois esqueletos aí da foto morreram assim, abraçadinhos, há cinco ou seis mil anos. Eles foram encontrados por um grupo de arqueólogos romanos que faziam escavações nos arredores de Mantova, no norte da Itália.

Pouco se sabe sobre eles, mas, segundo a arqueóloga Elena Menoti, eram jovens, pois os dentes ainda estavam intactos.

- Nunca encontramos na Itália um sepultamento duplo da Idade da Pedra, muito menos de duas pessoas se abraçando.

Pois é. Hoje em dia está mais difícil encontrar pessoas se abraçando nas ruas do que nas escavações arqueológicas. Nem que seja por cinco segundos. E, se ficam abraçadas por mais tempo, pode apartar que é briga.