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Azenha e Conceição Lemes estão de parabéns pelos bebês

Reportagem escrita pela Conceição Lemes no site do Azenha fez toda a diferença para mulheres que tomaram a vacina da rubéola na campanha do ano passado e se descobriram grávidas em seguida. Inseguras, algumas aconselhadas por seus médicos a abortar, essas mulheres têm agora seus bebês, graças à reportagem do Viomundo.

A informação sadia muitas vezes faz a diferença entre a vida e a morte. As reporcagens contaminadas pelo vírus suíno da mídia porcorativa, que manipula, distorce, mente, com objetivos políticos determinados, podem levar à morte de inocentes, como ocorreu no episódio da febre amarela da mídia. O PIG, além de desinformar, faz mal à saúde.

Agora, vá ao Viomundo, leia Nascem os primeiros “bebês Viomundo” e veja o que a informação correta pode produzir.

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A cara de pau de Eliane Cantanhêde não tem limite

Estava começando a ler uma postagem do Eduardo Guimarães, quando me assustei com o que ele dizia. Segundo Guimarães, dona Cantanhêde, a esposa do marqueteiro de Alckmin, estava defendendo a cobertura da imprensa no caso da febre amarela.

Pensei comigo: ela não teria essa cara de pau. E fui, como um perito criminal, ao local do crime, a coluna de Eliane Febre Amarela Cantanhêde.

Não tenho por hábito ler certos colunistas, porque sempre estou à procura de alguém que possa me trazer informações novas. Pessoas como dona Cantanhêde escrevem sempre a mesma coisa, e ela ainda tem o agravante de um texto fraco. Mas vesti a luva, peguei a lupa e fui à coluna.

Não é que ela teve a cara de pau mesmo?! Reparem no que diz:

A mídia teve um papel fundamental ao alertar a população para o aumento da incidência da febre amarela, seus riscos, o combate ao mosquito e a vacinação. Nunca vai se saber quantas centenas de vidas foram salvas neste país pela ação diligente de jornais, rádios, TVs.

Que centenas de vidas foram salvas, Cantanhêde? A epidemia de febre amarela só existiu na sua cabeça e na da imprensa antiLula. O que vimos foi o contrário: pessoas – centenas de milhares delas – submetendo-se a uma vacina, sem a menor necessidade, e pondo em risco as próprias vidas, por causa de sua irresponsabilidade. E agora, em vez de um pedido de desculpas, um “olha, foi mal, não era bem aquilo que eu queria dizer”, a madame ainda quer dizer que salvou centenas de vidas?...

Deu, sim, foi um prejuízo brutal ao país, em vacinas desnecessárias. Prejudicou a vida de dezenas de pessoas que tiveram reações alérgicas à vacina. E provocou a morte de pelo menos uma delas, a enfermeira Marizete Borges de Abreu, de 43 anos.

É disso que a senhora se vangloria?

Vá à casa do pai da enfermeira, o senhor Francisco Borges de Abreu, de 75 anos, e explique a ele que a morte da filha foi – como dizem as bulas – efeito colateral indesejável de sua coluna salva-vidas. Vamos ver o que ele acha.

Leia também:

» Exposta a doses maciças de informações manipuladas, brasileiros vivem do ódio, do ressentimento e agora de overdose de vacina contra febre amarela

» Febre amarela da mídia é pior do que o mosquito

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Temporão diz que Cantanhêde foi irresponsável

Em entrevista ao Azenha, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou que foi “de uma irresponsabilidade brutal” a atitude da jornalista da Folha Eliane Cantanhêde, que em tom alarmista mandou as pessoas correrem aos postos de vacinação para se vacinarem desnecessariamente contra a febre amarela.

Sem citar o nome da jornalista, mas dando todas as pistas para identificá-la, disse o ministro num trecho da entrevista:

Um tom alarmista como [o de] uma jornalista, se não me engano da Folha, que escreveu (...) "na dúvida vamos todos tomar a vacina"... Isso é de uma irresponsabilidade brutal. A pessoa fazer isso sem sentar com um especialista, sem ouvir o ministério detalhadamente, beira a irresponsabilidade. Infelizmente foi isso o que aconteceu.

Por conta dessa irresponsabilidade, uma pessoa já morreu e dezenas de outras procuraram atendimento médico.

E até hoje não se ouviu da jornalista nem um tímido "foi mal"...

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» ‘Grande imprensa’ seqüestra e mata

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» O Alerta Amarelo de Eliane Cantanhêde

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‘Grande imprensa’ seqüestra e mata

Há pouco tempo, o presidente Lula deu uma declaração em Cuba condenando os seqüestros como forma de luta política, o que foi repercutido por toda a nossa “grande imprensa”. (Já comentei sobre isso aqui, e esta é uma postagem ampliada daquela)

Mas, e quando não é a pessoa que é retirada da realidade? Quando a realidade é que é seqüestrada da pessoa, como vem acontecendo no Brasil?

Quem acompanha o Brasil pelos jornalões, pelas emissoras de TV – em especial pela Rede Globo – tem sua realidade seqüestrada. Sem um mínimo de senso crítico, essa pessoa acredita que está diante da verdade, que o que lhe afirmam Veja, Folha, Estadão, O Globo, a Rede Globo, é um retrato fiel da realidade.

Aí se desenvolve a síndrome de Estocolmo, quando a vítima se identifica e/ou tenta conquistar seu seqüestrador (e basta ler os comentários nos pitblogs para entender o que digo).

Por mais que se tente mostrar a essas pessoas que a realidade lhes foi seqüestrada, elas resistem, defendem seus pitblogueiros e seus veículos do coração. Isso acontece mesmo que a realidade os desminta, como nos casos do trágico acidente de Congonhas, do caos aéreo patrocinado e agora da falsa epidemia de febre amarela, que provocou uma absurda correria da população aos postos de vacinação para se prevenir de uma epidemia que só existia na mídia.

A cegueira é tão grande, que levou a enfermeira Marizete Borges de Abreu, de 43 anos, a se vacinar duas vezes contra a febre amarela, ainda que ela não fosse viajar para uma das áreas de risco, ainda que ela tivesse restrições físicas (lúpus - caso em que a vacina não deve ser tomada), ainda que ela soubesse (como enfermeira) que não se deve tomar mais de uma dose da vacina por vez (outra dose só em dez anos).

Com sua realidade seqüestrada pela mídia, Marizete vacinou-se duas vezes num prazo de uma semana e veio a falecer, vítima de falência múltipla dos órgãos.

Por isso, quando se fala de seqüestro, deve-se salientar que ambas as formas de seqüestro são condenáveis, mas a população desinformada pela mídia corporativa só toma conhecimento de uma, enquanto é manipulada pela outra.

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Morre em SP primeira vítima da febre amarela da mídia

Reportagem da Folha de hoje (aqui, para os assinantes) informa que a enfermeira Marizete Borges de Abreu, de 43 anos, estava em coma, internada em um hospital de São Paulo.

O pai da enfermeira, Francisco Borges de Abreu, 75 anos, disse à reportagem que ela havia tomado a vacina contra a febre amarela. Informa ainda a reportagem:

Ao todo, já são 43 os casos de reações adversas à vacina contra a febre amarela no país. O número é muito maior do que os registros da doença confirmados pelo Ministério da Saúde -19 casos desde dezembro, com dez mortes.

O mais grave disso tudo é que Marizete não poderia ter recebido a vacina. Em primeiro lugar, porque não mora nem iria viajar para área de risco. E em segundo e terceiro lugares por restrições de saúde. Ainda assim, alarmada, ela tomou.

No hospital, o pai relatou seu drama:

"Estamos orando. Ela vai sair dessa, tenho fé em Deus que vai."

Mas, reportagem da Folha online de hoje mostra que as orações foram em vão.

A enfermeira Marizete Borges de Abreu, 43, que estava internada desde sábado (26) na cidade de São Paulo com suspeita de febre amarela vacinal morreu na manhã desta quinta-feira, vítima de falência múltipla dos órgãos.

E agora? O que tem a dizer Eliane Cantanhêde, que em sua coluna da Folha alarmou o país?

Com sua licença, vou usar este espaço para fazer um apelo para você que mora no Brasil, não importa onde: vacine-se contra a febre amarela! Não deixe para amanhã, depois, semana que vem... Vacine-se logo!

Se daqui a 30 dias os exames confirmarem que a vacina provocou a morte da enfermeira, o que dirá a Folha, responsável pelo jornal e pelo portal de notícias que alimentaram o medo e provocaram a morte de Marizete?

O que é mais emblemático nisso tudo é que se tratava de uma enfermeira, o que demonstra o imenso poder de persuasão da mídia.

Leia também:

» O Alerta Amarelo de Eliane Cantanhêde

» Febre amarela da mídia é pior do que o mosquito

» Cantanhêde e a febre amarela

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Exposta a doses maciças de informações manipuladas, brasileiros vivem do ódio, do ressentimento e agora de overdose de vacina contra febre amarela

Não sei se vocês leram sobre o documentário Super Size Me. Indicado ao Oscar em 2004, foi dirigido e estrelado por Morgan Spurlock. Ele partiu de um experimento simples. Ficou 30 dias alimentando-se exclusivamente no Mc Donald's. Três refeições diárias na lanchonete. No final daquele mês, estava mais pesado, seu colesterol tinha ultrapassado os limites e seu fígado ficou maior. Ele também sofreu dor de cabeça, depressão e problemas sexuais, de acordo com o site do jornal The Sun. A íntegra do filme está aqui.

Experimento semelhante parece que está sendo desenvolvido secretamente no Brasil. Pessoas das classes média e alta são expostas exclusivamente às informações sobre o governo Lula reproduzidas na "grande imprensa" de Kamel. Todos os dias eles só lêem e se informam em O Globo, Folha, Estadão, Veja, Rede Globo e nos pitblogs.

O estrago causado pelo acúmulo de informações manipuladas pode ser constatado na área de comentários dos pitblogs.[» Leia mais]

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» No Jornal Nacional, cratera do metrô de São Paulo pariu um bebê

» Cantanhêde e a febre amarela

» O Alerta Amarelo de Eliane Cantanhêde

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Febre amarela da mídia é pior do que o mosquito

Chamada de O Globo sobre febre amarela

Chamada de primeira página de O Globo (reproduzida ao lado) é o cúmulo do cinismo. Afirma que já há mais pessoas internadas por uso errado da vacina que por suspeita da doença e que falta vacina para quem realmente precisa dela.

E mais não fala, como se não tivesse nada a ver com o assunto. Como se não fosse responsável, juntamente com a Folha de Catanhêde, o Estadão, a Rede Globo, com suas notinhas servidas em conta-gotas, pelo clima de pânico que tomou conta da população.

Porque não foi de repente, sem motivo algum, que um belo dia milhões de brasileiros acordaram com a estranha idéia de se vacinarem contra a febre amarela. Alguém os levou a isso.

Você, meu arguto leitor, minha sagaz leitora, tem idéia de quem é responsável por tudo isso?

a. Lula
b. O ministro Temporão
c. A picadura do mosquito que picou a Cantanhêde
d. Nossa grande imprensa raivosa e golpista, ligada à direita universal e afinada com a Opus Dei

 

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Cantanhêde e a febre amarela

Eliane Cantanhêde amarelinha

Em sua coluna deste domingo na Folha, Eliane Cantanhêde lançou um monte de perguntas ao vento, sob o título Perguntar não ofende (aqui, para assinantes). Em duas delas, a colunista voltou ao tema da febre amarela:

6) As pessoas devem ou não se vacinar contra a febre amarela, que já fez pelo menos 11 vítimas, com sete mortes, em menos de um mês?
7) Ou é melhor se trancarem em casa nas férias de janeiro e fevereiro, no Carnaval e na Semana Santa, para fugir do risco? E por que a turma do Planalto se vacinou?

Cantanhêde, por que não se fez essas perguntas antes de escrever a coluna alarmista?

Será que durante todo esse período de mais de dez dias não deu para aprender nada sobre a doença?

Aproveite então e leia hoje o que está publicado na própria Folha onde trabalha.

Escrita pelo colunista Julio Abramczyk, Nem todos precisam de vacina (assinantes podem ler aqui) responde algumas de suas perguntas:

Os turistas direcionados para as praias do Rio, de São Paulo, de Salvador, de Recife e de Fortaleza não precisam receber a vacina contra a febre amarela. O motivo é que essas não são consideradas áreas de risco, assegura a Organização Pan-Americana da Saúde.
(...)
Nos últimos dez anos, relatam especialistas em medicina tropical, a febre amarela silvestre mostra deslocamento para fora da região endêmica, em direção ao leste e ao sul do país.
Dessa forma, áreas rurais nos Estados das regiões Centro-Oeste (Goiás), Nordeste (oeste da Bahia) e Sudeste (oeste de São Paulo e Minas Gerais) apresentaram ao longo desse período portadores da doença.
A ocorrência da doença foi igualmente detectada na região oeste do Rio Grande do Sul e no nordeste do Paraná, mas, nesses casos, exclusivamente em animais.
Pela possibilidade de as pessoas serem infectadas devido à presença da febre amarela silvestre nessas regiões, a vacina é indicada.

Estão aí os dois grupos: os que precisam e os que não.

Quem sabe assim, Cantanhêde, você calça as sandálias da humildade e reconhece que errou feio naquela sua coluna alarmista.

Afinal, errar não é privilégio do governo Lula, como você pensa.

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» O Alerta Amarelo de Eliane Cantanhêde

» Duas pessoas em estado grave por causa de overdose de vacina contra febre amarela

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Duas pessoas em estado grave por causa de overdose de vacina contra febre amarela

A informação está no Estadão online:

Pessoas se vacinaram duas vezes em curto espaço de tempo. Duas pessoas estão em estado grave

BRASÍLIA - O Ministério da Saúde confirmou na noite desta sexta-feira que 31 pessoas já sofreram efeitos adversos causados pela vacina contra a febre amarela relacionados a superdosagem - recebimento de mais de uma dose em curto período de tempo. Duas pessoas estão em estado grave.

Não é difícil prever que poderemos ter mais mortos por overdose de vacina do que por febre amarela. É o efeito colateral da informação manipulada.

Até quando vai persistir tamanha irresponsabilidade?

E há mais. Segundo o doutor Celso Francisco Granato, chefe do laboratório de virologia da UNIFESP, em entrevista ao Azenha, quem toma a vacina tem que ficar de três a quatro semanas sem doar sangue.

O que pode significar que, com o irracionalismo que tomou conta do assunto, logo poderá faltar sangue para transfusão.

Leia também:

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O Alerta Amarelo de Eliane Cantanhêde

O Eduardo Guimarães, em seu Blog Cidadania, abriu para a jornalista da Folha Eliane Cantanhêde o que a Folha negou a ele: espaço.

Cantanhêde diz que vem sofrendo violentos ataques, desde que escreveu uma coluna alarmista na Folha, anunciando uma iminente epidemia de febre amarela. Disse que não queria espalhar o pânico, apenas fazer um alerta.

Mas basta ler os dois primeiros parágrafos do texto de Cantanhêde (chamado Alerta Amarelo!), que originou toda a celeuma, para a argumentação dela rolar ladeira abaixo: [o grifo é meu]

Com sua licença, vou usar este espaço para fazer um apelo para você que mora no Brasil, não importa onde: vacine-se contra a febre amarela! Não deixe para amanhã, depois, semana que vem... Vacine-se logo!

A febre amarela é uma doença infecciosa causada por vírus e pode ser fatal. Hoje mesmo (terça, 08/01), morreu um homem de 38 anos em Brasília, plena capital da República, com febre alta, dores musculares, náuseas e vômitos. Possivelmente, foi vítima da doença. O alerta nem é mais amarelo, já é vermelho. E a vacina é altamente eficaz. Tomou, está livre da doença. (A íntegra do texto está aqui)

Mandar todo mundo se vacinar porque um homem morreu possivelmente vítima da doença, dona Cantanhêde... Como diria o falecido Bussunda, Fala sério!...

Fico imaginando qual seria a reação da colunista da Folha, caso o morto de Brasília tivesse realmente (e não apenas possivelmente) sido vítima da doença.

Ela atearia fogo às vestes? Incendiaria o Planalto, como uma Nera hodierna? Pediria o impeachment de Lula?

Qual a sua opinião, meu arguto leitor, minha sagaz leitora? Terá alguma raiz freudiana a reação histérica de Cantanhêde ante a picadura do mosquito? É coisa do demo? Ou só tucanagem?

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Internadas em Brasília as duas primeiras vítimas de overdose de manipulação da mídia

A notícia está no Portal Terra:

Duas pessoas foram internadas depois de tomar duas doses da vacina contra a febre amarela no Distrito Federal em menos de dois dias. Um jovem de 20 anos foi internado com hepatite e uma mulher foi atendida em um hospital com choque anafilático. A informação é do DFTV.

De tanto alarmarem a população com uma inexistente epidemia de febre amarela, Globo, Folha, Estadão acabaram enviando ao hospital duas pessoas. Já, já alguém morre.

Quem irá se responsabilizar?

O Ministério da Saúde deveria obrigar a mídia sem escrúpulos, sensacionalista e golpista a colocar um anúncio:

O Ministério da Saúde adverte:
A mídia manipulada faz mal à saúde.

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César Maia avisa: Se depender dele, Rio deve se preocupar com febre amarela

Em seu ex-blog de ontem, o ex-prefeito do Rio, ainda no exercício do cargo, César Maia, o Vaia, afirmou o seguinte (o grifo, ao final, é meu):

1. No sábado à noite, no horário dos telejornais, o ministro da saúde se escondeu atrás de um comercial que rodava apenas o texto, sem a presença de nenhuma autoridade, menos dele. A reação foi geral. Domingo pela manhã -o ministro tão midiático com maconha e aborto- recebeu ordem do Palácio, para meter a cara e informar a população sobre a Febre Amarela. À noite, foi a TV para minimizar os riscos do fato. Só não disse que os casos de Febre Amarela Silvestre passam para a área urbana pelos mesmos elementos de origem.

2. Por exemplo. Um caso contraído em Anápolis que chegou ao Rio exigiu vacina em seus familiares, nos vizinhos e no entorno. Por quê? Claro, pelos riscos de contaminação. O mapa distribuído pelos técnicos do MS mostra áreas de risco e de transição que indiferenciam, pelas razões acima, áreas silvestres de urbanas. O problema não é da origem da febre amarela, mas como se transmite.

Pois é, na transmissão é que a porca torce o rabo. É aí que César entra. Como se transmite a febre amarela? Pelo mesmo vetor da dengue, o Aedes Aegypti. Como cabe à prefeitura o combate ao mosquito, é como se César avisasse à população:

- Se depender de mim, tem dengue e tem febre amarela no Rio.

Não só porque o Rio é, ano após ano, um dos líderes nos casos de dengue, mas porque interessa aos demos – e, por extensão, à sua propagadora, a “grande imprensa” – que haja uma epidemiazinha de febre amarela.

Abre o olho, ministro Temporão.

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