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Perseguição a Glenn mostra que Vaza Jato não tem bala de prata contra Moro




Denúncia de Procurador a jornalista do Intercept é desafio aos arquivos da Vaza Jato


O que foi publicado de denúncias pelo Intercept Brasil, no caso conhecido como Vaza Jato, contra o juiz Moro e os procuradores da Lava Jato, em especial o procurador de deus Deltan Dallagnol, já seria suficiente para derrubar Moro e anular sua sentença contra Lula, em qualquer país que estivesse com sua democracia vigendo, e não sob golpe como o nosso.

É certo que o Intercept ainda tem muito material a ser divulgado (a imensa maioria dele, segundo seus responsáveis), mas a perseguição a Glenn Greenwald com a denúncia contra o jornalista por um procurador, que o acusa de auxiliar os hackers na invasão dos telefones de autoridades, é prova de que a bala de prata esperada, aquela que seria o batom na cueca de Moro, não está nos arquivos hackeados.



Com a prisão dos hackers, a Polícia Federal teve acesso ao material hackeado. A PF está subordinada ao juiz Moro e tem especialistas em escutas e transcrição de material a rodo, e eles já devem ter vasculhado a totalidade ou a grande maioria do material.

Como não foi achada a bala de prata, eles vão fustigar Glenn e forçar a corda, não para anular a sentença de Moro, mas toda a Vaza Jato, com a acusação de ser ilegal, deixando impunes Moro e os procuradores.

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Dallagnol usou imprensa para torturar investigado da Lava Jato e fazê-lo delatar


Ao contrário do que sempre afirmou, o procurador de deus usou vazamento para imprensa como arma para forçar delação


Nova fase da Vaza Jato desmente mais uma vez palavras do procurador de deus, Deltan Dallagnol, que cansou de afirmar que jamais usara de vazamentos, que a Lava Jato não vazava etc.

Diálogos divulgados pelo Intercept Brasil mostram que Dallagnol vazou, sim, para jornalista do Estadão uma informação com o intuito de desestabilizar um investigado, Bernardo Freiburghaus, apontado como operador de propinas da Odebrecht.

O nível de crueza do procurador de deus é tal, que se aproxima da tortura, já que ele confessa [confira na imagem acima], num dos diálogos vazados, que pretendia colocar o investigado "de joelhos e oferecer redenção".

Isso não é coisa de deus, para ficar na área de Dallagnol...
Outro dos procuradores da Lava Jato, Carlos Fernando Santos Lima, confirma em outro diálogo que usava vazamentos como arma.
Nem sei do que está falando, mas meus vazamentos objetivam sempre fazer com que pensem que as investigações são inevitáveis e incentivar a colaboração.
Vazamento, quebra do sigilo das investigações, tortura psicológica, operações coordenadas pelo juiz Moro, não investigação de "amigos" ou parceiros da Operação, como FHC e Silvio Santos...

Nada mais falta para que a Lava Jato seja considerada e julgada por aquilo que é: uma operação política destinada a fins políticos de interferir na vida política do país.

Leia a reportagem completa no site do The Intercept Brasil.


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