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PSDB, MDB e PSD sinalizam apoio a impeachment de Bolsonaro. Começou a regressiva


Após os últimos ataques de Bolsonaro ao STF, líderes do PSDB, do MDB e do PSD sinalizam apoio a um pedido de impeachment do ainda presidente.
 
O presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi declarou:
“Não podemos fechar os olhos para quem afronta a Constituição. E ela própria tem os remédios contra tais ataques”, lembrou Baleia. [Cafezinho]
O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, anunciou a convocação de uma reunião extraordinária para tratar da posição do partido em relação ao possível processo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro.
"Tem de haver posição clara do que pensa e como age cada partido em relação a esse vergonhoso momento da história brasileira", declarou Araújo ao Estadão.
Os governadores tucanos João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) deram declarações em favor do impeachment.
 
Já o presidente do PSD, Gilberto Kassab, em entrevista à jornalista Miriam Leitão, da Globonews, afirmou que, caso a escalada antidemocrática demonstrada por Bolsonaro nos últimos meses continue, o partido poderá apoiar o impedimento de seu mandato. Com os ataques de hoje, Bolsonaro deu o motivo.
 
A contagem regressiva de Bolsonaro começou.





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Possível renúncia de Mourão pode ser o estímulo que falta para Lira abrir impeachment de Bolsonaro


Corre em Brasília que o vice-presidente general Hamilton Mourão teria sido aconselhado por amigos a renunciar, diante da mais recente grosseria de Bolsonaro contra ele. Bolsonaro disse que Mourão era o cunhado mala que a gente tem que aturar quando casa.
 
O negócio é que se Mourão renunciar o presidente da Câmara Arthur Lira passa a ser o número um na fila da sucessão presidencial. Portanto, caso Bolsonaro seja impichado, Lira assume a presidência. 
 
Pode ser que desse modo Lira passe a ver com bons olhos algum dos mais de 130 pedidos de impeachment de Bolsonaro e o coloque em votação. Afinal, por que ficar com grande fatia do Orçamento da União se pode comandá-lo todinho? Seria o Centrão direto na presidência e não como apêndice.
 
Para Mourão seria para ficarmos na linguagem olímpica do momento — um ippon, o golpe perfeito em Bolsonaro, quando se utiliza a força do oponente contra ele mesmo. Uma resposta às humilhações constantes que sofre de Bolsonaro.

Problema é Mourão abrir mão do salário e das regalias em nome de sua ética pessoal e do patriotismo, o que anda bem em falta entre os militares que compõem o governo.
 
#RenunciaMourão





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'O afastamento do "serial killer" do Planalto tornou-se um imperativo ético, humanitário e político'

Da jornalista Cristina Serra, na Folha:
A vacina contra o golpe

Botei duas máscaras no rosto e fui à manifestação contra Bolsonaro no Rio de Janeiro, no sábado. Foi reconfortante ver amigos que não encontrava havia tempos, na avenida Presidente Vargas, cheia, alegre e pacífica. Em São Paulo, ao que tudo indica, provocadores profissionais deram as caras. A coordenação dos atos precisa se esforçar para neutralizar tentativas de sabotagem.

O que estamos vendo é uma maré montante de gente na rua à medida que a CPI no Senado descobre as digitais do presidente em crimes contra a vida dos brasileiros. O superpedido de impeachment elenca 23 crimes de responsabilidade. E agora, reportagem de Juliana Dal Piva, no UOL, revela que Bolsonaro comandou esquema de "rachadinhas" quando foi deputado federal.

Ao participar do protesto no Rio não pude evitar a lembrança da campanha das Diretas Já. Naquele mesmo lugar, 37 anos atrás, muitos de nós ali estavam, no comício da Candelária, para pressionar o Congresso a votar a emenda que poderia restituir aos eleitores o direito de votar para presidente. A emenda não foi aprovada, o que não significou a derrota do movimento. O povo na rua mostrava que a ditadura estava no fim. Nada que os generais fizessem seria capaz de amedrontar a sociedade organizada. Essa foi a grande vitória das Diretas Já.

É difícil saber no que vai dar a campanha "Fora Bolsonaro". Há muito cálculo político entre governistas, oposicionistas e os que se dizem nem uma coisa nem outra. Há dúvidas legítimas também sobre a banalização do impeachment e os riscos de transferir o poder a Mourão.

O afastamento do "serial killer" do Planalto tornou-se um imperativo ético, humanitário e político. Purgado pelo impeachment, o genocida teria os direitos políticos cassados por oito anos. Sem poder parasitar a máquina pública, o bolsonarismo perde oxigênio. A presença constante e maciça de gente na rua até 2022 é a melhor vacina contra a ruína da democracia e o golpe, que Bolsonaro não para de fomentar.






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Impeachment de Bolsonaro é necessário, até para o povo saber os deputados que são contra

A morte por falta de oxigênio de pacientes, inclusive crianças e bebês, em hospitais de Manaus parece que finalmente despertou a indignação até em pessoas, como o presidente da Câmara Rodrigo Maia, que defendiam que as "instituições estão funcionando".
 
Só se for como máquina da morte. Nisso, vai muito bem, e a recente tragédia de Manaus, com as pessoas morrendo sufocadas por falta de oxigênio, dá um retrato cruel desse governo genocida.
 
Como escrevi aqui, Rodrigo Maia defende a antecipação do retomo de férias dos deputados. Não diz para que, mas os deputados estão em seus estados e devem estar sentindo na pele a revolta de grande parte da população, que deve ter atingido o pico com os acontecimentos de ontem em Manaus.
 
Que eles venham e que seja pedido o impeachment de Bolsonaro imediatamente. Dizem que não há número suficiente de votos para isso. Mas o povo brasileiro merece saber ao menos quem é contra e quem é a favor do impeachment.
 
Pelo menos para isso servirá.
 
O que não se pode é assistir ao extermínio de um povo sem ao menos tentar remover do cargo o genocida e seu general Cloroquina.
 
Os que o defendem têm que ser expostos publicamente. E a abertura de um processo de impeachment é uma excelente ocasião para isso.



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Rodrigo Maia agora fala em impeachment de Bolsonaro, quando o presidente da Câmara vai ser outro


Presidente da Câmara desde o início do governo Bolsonaro, sentado sobre mais de 50 pedidos de impeachment do genocida, Rodrigo Maia, agora que vai deixar o cargo, assim que a Câmara voltar do recesso, ameaça Bolsonaro com um processo de impeachment.
 
“Talvez ele [Bolsonaro] sofra um processo de impeachment muito duro se não se organizar rapidamente", afirmou Maia numa entrevista ao Metrópoles.
 
Coincidentemente (?), essa "valentia" com o chapéu alheio veio em seguida a uma nota do colunista Lauro Jardim afirmando que Rodrigo Maia estava na mira da PF.
Em dezembro, a PF colheu depoimentos no âmbito de uma investigação que atinge Rodrigo Maia frontalmente.Quem acompanha os bastidores desse inquérito nota o interesse especial da PF pelo que é contado sobre o (ainda e apenas pelos próximos 22 dias) presidente da Câmara.
Agora é tarde. Com o Congresso em recesso, qualquer movimento para impichar Bolsonaro só poderá ser feito pelo próximo presidente da Casa. Rodrigo Maia volta a se preocupar apenas com a PF.
 
E o Brasil, graças a sua omissão, segue nas mãos de Bolsonaro.
 
A desculpa de que o impeachment não passaria na Câmara é furada. O simples início do processo daria uma nova dinâmica à vida política e poderia funcionar como os famosos 20 centavos de 2013. 

Afinal, não há quem esteja satisfeito com a situação do país (nem os apoiadores de Bolsonaro), a não ser os banqueiros e a turma do Mercado, que incluiu donos dos principais veículos de Comunicação.




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180 mil mortos é pouco. Para Rodrigo Maia somente 'caso gravíssimo' justificaria impeachment de Bolsonaro


Para o presidente da Câmara Rodrigo Maia, os mais de 180 mil mortos por COVID não são um "caso gravíssimo" que justificaria o inicio do processo de impeachment de Bolsonaro.
 
É o que ele afirma numa entrevista ao Estadão.
'De forma nenhuma iria usar o poder do impeachment se não fosse um caso gravíssimo, ainda mais no meio de uma quarentena.'
Mas se é exatamente por estarmos no meio de uma quarentena (que Bolsonaro é contra) em meio a uma pandemia, que já matou mais de 180 mil e ruma para chegar aos 200 mil logo, que a retirada de Bolsonaro do cargo é urgente.
 
Bolsonaro é contra todas as medidas que poderiam evitar grande parte das mortes. É contra o distanciamento, o uso de máscaras, o fechamento do comércio, e é a favor das aglomerações, do uso de cloroquina e remédio para vermes no combate ao vírus, que já se mostraram ineficazes e até perigosos.
 
Já chamou os brasileiros que respeitam o vírus de maricas.
 
Já disse que não tomará vacina e a critica. Não preparou um plano de vacinação em massa. Não há sequer seringas para aplicá-las, quando chegar a hora.
 
Tem quase R$ 300 milhões em testes para COVID com validade vencendo agora em dezembro e janeiro, que irão para o lixo, porque Bolsonaro não mandou distribuí-los.
 
Nada disso é "caso gravíssimo"?
 
Ou será que "caso gravíssimo" será apenas se a PF voltar à carga para averiguar o dinheiro que a Odebrecht teria passado ao "Botafogo" (alcunha de Maia na planilha da Odebrecht) e a seu pai?
 
Todos um dia terão de prestar contas à História: o genocida e seus cúmplices - por ação ou omissão. Maia é um deles.
 




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Protocolado 49º pedido de impeachment de Bolsonaro, mas o 'Cunha de Bolsonaro', Rodrigo Maia, já disse que não é hora


Entidades, movimentos sociais, artistas e intelectuais protocolaram hoje em Brasília o 49º pedido de impeachment de Jair Bolsonaro.

Em 133 páginas são elencados os crimes de responsabilidade do presidente nos seus pouco mais de 18 meses de mandato.

Ataques aos outros poderes, à imprensa, gabinete de ódio e a calamitosa gestão da pandemia da COVID-19 estão enumerados no pedido.

Assinam artistas e intelectuais, , como Chico Buarque, Fábio Konder Comparato, Maria Victoria Benevides, Margarida Genevois, Luiz Gonzaga Belluzzo, Beatriz Bracher, Arrigo Barnabé, Milton Hatoum, Alice Ruiz, Pinky Wainer, Fernando Morais, Nuno Ramos, Sérgio Mamberti, Lilia Schwarcz, Daniela Thomas, Bernardo Carvalho, Marcelo Coelho, José Miguel Wisnick, João Silvério Trevisan, Luiz Ruffato, Marcos Nobre, Jorge da Cunha Lima.

Também assinam entidades e movimentos sociais, como Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento Negro Unificado (MNU), União Nacional dos Estudantes (UNE), Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), ISA — Instituto Socioambiental, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT) e Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD). [Folha]

No entanto, o "Eduardo Cunha de Bolsonaro" e presidente da Câmara Rodrigo Maia já mandou recado em uma entrevista à Rádio Metrópole, de Salvador.
Maia afirmou que iniciar um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro aprofundaria ainda mais a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.
Na avaliação do parlamentar, um eventual afastamento do presidente do cargo é uma "decisão política", e os impactos da covid-19 já são grandes sem estarem envoltos em uma crise política "ainda mais profunda". "O nosso papel é o de fazer essa construção de um diálogo junto com o Executivo e o Judiciário", disse.  [Estadão]
Como aconteceu com Eduardo Cunha, que havia recebido pedidos de impeachment de Dilma, quando era presidente da Câmara, e não via motivo (que nunca houve) nem clima para isso, até que Dilma não atendeu a um pedido para livrar sua cara num processo e o impeachment saiu.

O mesmo acontece com Maia. Pilotando as movimentações da Casa, nada como ter um presidente fraco na sua mão. Seu partido, DEM, bem como outros partidos do Centrão, vem recebendo afago$ constantes de Bolsonaro.

Maia também tem uma acusação de corrupção na Odebrecht, por enquanto estacionada. O Botafogo, como era chamado, é acusado de ter recebido R$ 350 mil, por fora.

Enquanto o vento estiver a seu favor, o impeachment não sai. E o Brasil segue ladeira abaixo, cada dia pior em todas as áreas, porque Rodrigo Maia acha que o impeachment "aprofundaria a crise", quando Bolsonaro é a própria crise.



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Dirceu propõe Frente Democrática pelo impeachment de Bolsonaro

José Dirceu

Ex-ministro e uma das principais lideranças do PT, José Dirceu escreve artigo em que defende a união das forças democráticas para conseguir o impeachment de Bolsonaro.

Como sempre, quando a publicação é de um site que admiro, ou ao menos respeito, publico parte do artigo de Dirceu aqui. A íntegra está neste link, no Nocaute.
Não podemos confundir direitos civis e políticos com direitos sociais. Sem liberdade, não teremos como recuperar os direitos sociais e ampliá-los. O voto é a arma do povo brasileiro, que não detém o poder econômico, militar, judicial ou de informação. Para fazer o impeachment de Bolsonaro, temos que construir uma ampla frente democrática e, dentro dela, criar uma saída à esquerda para a crise brasileira e para a reconstrução de nosso país. 
(...) 
Aprendi desde menino na luta contra a ditadura que os inimigos de meus inimigos são meus amigos, companheiros ou companheiras de viagem como se dizia, cada um com destino a uma estação, mas todos preservando o meio para o fim, a democracia.
Nosso povo e nosso Brasil já têm excesso de violência, pobreza, desigualdade e miséria, discriminação, preconceito, racismo, machismo e homofobia para que acrescentemos à violência Estatal uma ditadura de caráter neofascista e militar, um governo familiar de milicianos e defensores não apenas da tortura e assassinato político, mas do fundamentalismo religioso e do obscurantismo, de negação da ciência e da liberdade.
(...)
Assim, as forças políticas e sociais de esquerda ou de centro-esquerda que são alternativas reais de governo — basta ver o resultado da eleição de 2018, onde os três candidatos à esquerda Haddad, Ciro e Marina, tiveram quase 43% — deveriam ser as maiores interessadas em uma Frente Democrática. E deveriam ser em qualquer ponto de vista, particularmente dos direitos sociais e da urgente necessidade de deter o desmonte do Estado Nacional e de Bem Estar Social e a marcha insensata das chamadas reformas de Guedes e o risco real que Bolsonaro representa. As derrotas de Macri e Macron deviam nos servir de lição.
Não se trata de se submeter ou se atrelar aos interesses e objetivo eleitorais deste o daquele partido ou setor social que se opõe a Bolsonaro. Mas, sim, de construir uma Frente Democrática pelo impeachment e na luta e na unidade avançar para um programa mínimo mais amplo como foi o das Diretas que desaguou na Constituinte de 1988. Conforme a radicalidade e amplitude da luta contra Bolsonaro, teremos um ou outro resultado. As ruas, as mobilizações e a entrada das classes trabalhadoras na luta – as classes médias só aguardam o fim da pandemia para sair às ruas — ditarão o rumo e o conteúdo das mudanças pós Bolsonaro. 
Nossa tarefa é mobilizar e organizar as classes trabalhadoras, até porque os mais pobres, explorados, discriminados já estão nas ruas. A greve geral dos trabalhadores de aplicativos marcada para 1o de julho é um exemplo. A experiência recente prova que as classes médias conservadoras ou progressistas têm grande poder de mobilização até porque recebem um tratamento especial dos meios de comunicação.
Se a direita liberal ou conservadora não quer fazer o impeachment de Bolsonaro, cabe a nós, das esquerdas, fazê-lo, disputando as classes trabalhadores e base social democrática dessas forças. Isso exige formar uma ampla frente democrática pelo impeachment e, dentro dela, construir uma saída à esquerda para a crise brasileira e para a reconstrução de nosso país.



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Mourão retoca maquiagem para assumir a presidência e manda mensagem ao Mercado

Mourão com uma Maquiadora

Como Temer com Dilma, Mourão se apresenta ao Mercado como opção confiável


Seguindo o caminho do corrupto Temer, que se assanhou e acabou virando presidente ao trair Dilma e apoiar seu impeachment, Mourão enviou em sua conta do Twitter uma mensagem aparentemente em apoio a Bolsonaro, mas endereçada ao Mercado, dizendo que ele apoia as medidas de Guedes de desmanche dos direitos dos trabalhadores.

Na mensagem, Mourão apoia a MP 927, especialmente o artigo que deixava trabalhadores em casa por quatro meses sem salários, que foi retirada no mesmo dia por Bolsonaro, pois a reação foi violenta demais.
O governo do Presidente @jairbolsonaro age decididamente em defesa do Brasil, com a MP 927 de 22/03/2020, para garantir os empregos dos trabalhadores brasileiros. #coronavirusnobrasil



Não pode haver recado mais claro para o Mercado, última instância que ainda apoia Bolsonaro (além dos eleitores ignorantes e dos robôs pagos), que deve ser entendido por: Mourão é Bolsonaro sem as loucuras (e os filhos - o de Mourão parece ter ficado satisfeito com um upgrade de cargo no BB) e ainda por cima é general.

Bolsonaro não tem mais a mínima condição de continuar à frente do país e vai cair por impeachment ou renúncia, breve.

Uns apostam no impeachment. Este blog na renúncia a la Jânio. Nos dois casos, Mourão assume. E já está se preparando para isso.

A não ser que o TSE solte a bomba que tem guardada, da eleição fraudada por Bolsonaro, com dinheiro de empresários e disparos ilegais de fake news, quando aí a chapa seria cassada. Mas dificilmente isso irá acontecer. Porque o Judiciário também faz parte do acerto.

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