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PSDB, MDB e PSD sinalizam apoio a impeachment de Bolsonaro. Começou a regressiva


Após os últimos ataques de Bolsonaro ao STF, líderes do PSDB, do MDB e do PSD sinalizam apoio a um pedido de impeachment do ainda presidente.
 
O presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi declarou:
“Não podemos fechar os olhos para quem afronta a Constituição. E ela própria tem os remédios contra tais ataques”, lembrou Baleia. [Cafezinho]
O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, anunciou a convocação de uma reunião extraordinária para tratar da posição do partido em relação ao possível processo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro.
"Tem de haver posição clara do que pensa e como age cada partido em relação a esse vergonhoso momento da história brasileira", declarou Araújo ao Estadão.
Os governadores tucanos João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) deram declarações em favor do impeachment.
 
Já o presidente do PSD, Gilberto Kassab, em entrevista à jornalista Miriam Leitão, da Globonews, afirmou que, caso a escalada antidemocrática demonstrada por Bolsonaro nos últimos meses continue, o partido poderá apoiar o impedimento de seu mandato. Com os ataques de hoje, Bolsonaro deu o motivo.
 
A contagem regressiva de Bolsonaro começou.





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Doria não comanda sua Polícia ou não é tão contra Bolsonaro assim?



Carreatas defendem volta às ruas em meio à pandemia


Durante todo o dia de ontem, grupos de apoiadores do ainda presidente (eleito mediante fraude) Jair Mentira Bolsonaro saíram às ruas em carreata pregando a volta de seus empregados ao trabalho (pois é disso que se trata).

Em São Paulo, foram várias carreatas e não se tem notícia de um preso, de uma atitude da Polícia Militar de Doria contra o bloqueio de vias públicas e buzinaços diante de hospitais, como vemos no vídeo abaixo.

O congestionamento provoca a ilusão visual de que as carreatas contavam com inúmeros carros, mas a maioria estava parada exatamente pelo congestionamento e não porque apoiassem ou participassem da carreata.

Amplamente anunciadas nas redes sociais e com cobertura ao vivo em vários perfis, devidamente replicados por bots, por que não foram reprimidas pela PM de Doria, especialmente as que ocorreram diante de hospitais, com buzinaços, prejudicando o necessário silêncio e sossego dos pacientes e da equipe médica?

Ou o governador Jorge Doria não tem o comando de sua PM, a não ser para bater em trabalhadores ou assassinar moradores de favelas, ou Doria não é tão contrário às ideias de Jair Mentira, que quer a volta imediata da atividade econômica, e que "morram os que tiverem de morrer".





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Bolsonaro usa ABIN para espionar Maia, Doria e STF. É crime


Bolsonaro, foto Lula Marques

Bolsonaro afirma que há complô para derrubá-lo


Em conversa com parlamentares Bolsonaro diz que recebeu dossiê da inteligência alertando-o de que haveria um complô contra ele. Os conspiradores seriam o presidente da Câmara Rodrigo Maia, o governador de São Paulo Jorge Doria e alguns ministros do STF. [Folha]

Como sempre, não mostrou provas. Ainda mais que elas poderiam ser usadas contra ele.

Quer dizer que o presidente da República coloca agentes do estado para espionar membros dos outros dois Poderes e ainda confessa o crime? Impunemente?

Estarão telefones do presidente da Câmara, do governador de São Paulo e de ministros do Supremo grampeados a mando de Bolsonaro?

Na verdade, o que ele busca, como sempre, é mudar o foco dos problemas que cria (ontem, a demissão de Mandetta, com alta aprovação popular) e manter-se em evidência na mídia para alimentar seu rebanho eleitoral. Provoca membros dos outros Poderes para que esses busquem seu impeachment e ele se diga perseguido para poder tentar um golpe a la Jânio, com os mesmos resultados daquele ex-presidente.

Quem vai derrubar Bolsonaro é o próprio Jair Mentira, que a cada dia despenca no abismo, como na canção, "abismo que cavaste com teus pés".





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Bolsonaro e Doria fecharam 2.325 indústrias nos primeiros cinco meses de governo, só em São Paulo. Um recorde

Campanha BolsoDória em SP

Em São Paulo e no Brasil, política neoliberal de Bolsonaro e Doria destrói empresas, empregos e afunda a economia


Bem que Bolsonaro avisou em seus primeiros dias de governo que sua função, antes de construir alguma coisa (algo que não sabe, não quer nem tem competência alguma para fazer) era desconstruir:
— Eu sempre sonhei em libertar o Brasil da ideologia nefasta de esquerda (...). O Brasil não é um terreno aberto onde nós pretendemos construir coisas para o nosso povo. Nós temos é que desconstruir muita coisa. Desfazer muita coisa. Para depois nós começarmos a fazer. Que eu sirva para que, pelo menos, eu possa ser um ponto de inflexão, já estou muito feliz”, afirmou Bolsonaro num jantar com empresários em março último. [O Globo]. 
Nisto, desconstruir, destruir e desfazer, ele e seu pupilo em São Paulo, João Doria, são craques. Basta ver o estrago que suas políticas causaram apenas nos primeiros cinco meses de governo em São Paulo e no Brasil:
O Estado de São Paulo, maior polo industrial do País, registrou o fechamento de 2.325 indústrias de transformação e extrativas nos primeiros cinco meses do ano. O número é o mais alto para o período na última década e 12% maior que o do ano passado, segundo a Junta Comercial.  
(...) A situação da indústria paulista se repete em todo o País. Além do encerramento das atividades de empresas de pequeno porte, grandes grupos fecharam unidades consideradas menos produtivas e concentraram a produção em outras mais modernas, quase sempre sem levar a mão de obra.
A fabricante de pneus Pirelli anunciou em maio o fechamento da unidade de Gravataí (RS) e a demissão dos 900 funcionários. A produção de pneus de motos será unificada à de pneus para carros em Campinas (SP) onde serão geradas 300 vagas ao longo de três anos. A empresa alega necessidade de reestruturação “tendo em vista o cenário conjuntural difícil do País”.
Entre as empresas que fecharam fábricas este ano estão PepsiCo/Quaker (RS), PepsiCo/Mabel (MS), Kimberly-Clark (RS), Nestlé (RS), Malwee (SC), Britânia (BA) e Paquetá (BA). No ABC paulista, a autopeça Dura informou em janeiro que fecharia a fábrica em maio e demitiria 250 funcionários. Após greve e negociações envolvendo a prefeitura de Rio Grande da Serra e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a medida foi adiada. [Estadão]
Com a recessão técnica já anunciada, PIB negativo em dois trimestres consecutivos e expectativa de crescimento mais uma vez rebaixada e a caminho de zero, o governo Bolsonaro se desmancha em números a olhos vistos, enquanto o presidente fala para convertidos, os da mamadeira de piroca e jesus na goiabeira.

Até a hora em que não houver mais mamadeiras nem goiabas.





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