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Bolsonaro usa ABIN para espionar Maia, Doria e STF. É crime


Bolsonaro, foto Lula Marques

Bolsonaro afirma que há complô para derrubá-lo


Em conversa com parlamentares Bolsonaro diz que recebeu dossiê da inteligência alertando-o de que haveria um complô contra ele. Os conspiradores seriam o presidente da Câmara Rodrigo Maia, o governador de São Paulo Jorge Doria e alguns ministros do STF. [Folha]

Como sempre, não mostrou provas. Ainda mais que elas poderiam ser usadas contra ele.

Quer dizer que o presidente da República coloca agentes do estado para espionar membros dos outros dois Poderes e ainda confessa o crime? Impunemente?

Estarão telefones do presidente da Câmara, do governador de São Paulo e de ministros do Supremo grampeados a mando de Bolsonaro?

Na verdade, o que ele busca, como sempre, é mudar o foco dos problemas que cria (ontem, a demissão de Mandetta, com alta aprovação popular) e manter-se em evidência na mídia para alimentar seu rebanho eleitoral. Provoca membros dos outros Poderes para que esses busquem seu impeachment e ele se diga perseguido para poder tentar um golpe a la Jânio, com os mesmos resultados daquele ex-presidente.

Quem vai derrubar Bolsonaro é o próprio Jair Mentira, que a cada dia despenca no abismo, como na canção, "abismo que cavaste com teus pés".





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Estratégia de Bolsonaro é não liberar auxílio e criticar quarentena para gerar fome e revolta

napoleao de hospicio

Bolsonaro aposta no pior para tentar salvar seu mandato



Está cada vez mais clara a estratégia de Bolsonaro de levar o país ao caos para que lhe sejam concedidos poderes ilimitados ou possa renunciar posando de vítima.

O auxílio de R$ 600 a família de baixa renda e trabalhadores informais, aprovado em todas as instâncias, não é assinado por ele, que vai alongar o pagamento o máximo que puder. Depois da assinatura, vai postergar a data da liberação dos recursos.

Ao mesmo tempo, faz discurso direcionado a esse mesmo público, dizendo-se preocupado com eles e por isso defendendo uma abertura do comércio e indústrias, na contramão do que vem sendo feito no mundo no combate à pandemia, inclusive por seu ídolo, Donald Trump.

Espera com isso provocar o aumento nos números da violência, com furtos, assaltos e até saques, alguns até organizados pelos milicianos que o apoiam pelo Brasil, e assim deixar a população com medo para poder lhe conceder poderes ditatoriais. Se não der, renuncia como vítima. "Não me deixaram governar"...

Jogando a população pobre contra o Ministério da Saúde, a OMS, e a quarentena aplicada por prefeitos e governadores, Bolsonaro parte para o desespero de quem sabe que já não governa mais o país, e parte para o tudo ou nada. Covardemente, como é de seu estilo, usando o povo mais pobre e necessitado.

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Mourão retoca maquiagem para assumir a presidência e manda mensagem ao Mercado

Mourão com uma Maquiadora

Como Temer com Dilma, Mourão se apresenta ao Mercado como opção confiável


Seguindo o caminho do corrupto Temer, que se assanhou e acabou virando presidente ao trair Dilma e apoiar seu impeachment, Mourão enviou em sua conta do Twitter uma mensagem aparentemente em apoio a Bolsonaro, mas endereçada ao Mercado, dizendo que ele apoia as medidas de Guedes de desmanche dos direitos dos trabalhadores.

Na mensagem, Mourão apoia a MP 927, especialmente o artigo que deixava trabalhadores em casa por quatro meses sem salários, que foi retirada no mesmo dia por Bolsonaro, pois a reação foi violenta demais.
O governo do Presidente @jairbolsonaro age decididamente em defesa do Brasil, com a MP 927 de 22/03/2020, para garantir os empregos dos trabalhadores brasileiros. #coronavirusnobrasil



Não pode haver recado mais claro para o Mercado, última instância que ainda apoia Bolsonaro (além dos eleitores ignorantes e dos robôs pagos), que deve ser entendido por: Mourão é Bolsonaro sem as loucuras (e os filhos - o de Mourão parece ter ficado satisfeito com um upgrade de cargo no BB) e ainda por cima é general.

Bolsonaro não tem mais a mínima condição de continuar à frente do país e vai cair por impeachment ou renúncia, breve.

Uns apostam no impeachment. Este blog na renúncia a la Jânio. Nos dois casos, Mourão assume. E já está se preparando para isso.

A não ser que o TSE solte a bomba que tem guardada, da eleição fraudada por Bolsonaro, com dinheiro de empresários e disparos ilegais de fake news, quando aí a chapa seria cassada. Mas dificilmente isso irá acontecer. Porque o Judiciário também faz parte do acerto.

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Para combater 'gripezinha', Bolsonaro permite a empregador mandar trabalhador pra casa por 4 meses, SEM SALÁRIO

Bolsonarro detrás das cortinas

Se não morrer pelo coronavírus, trabalhador vai morrer de fome com MP de Bolsonaro



Não é à toa que Associação de Advogados quer junta médica para testar sanidade mental de Bolsonaro. Em meio à maior crise mundial, causada por uma pandemia que já matou milhares de pessoas no mundo e fez suas primeiras vítimas no Brasil, Bolsonaro assina Medida Provisória que permite ao empregador mandar o empregado para casa por quatro meses, sem receber salários.




A medida é claramente inconstitucional e vai ser derrubada logo. Mas mostra bem o que é e como pensa o presidente, que emitiu a medida com o claro propósito de tumultuar ainda mais o país, provocar revolta e, depois de ver sua medida cancelada, fazer-se de vítima, dizendo que não o deixam governar, e aí renunciar.

Tomara que seja isso. E que seja rápido, porque o país não suporta Bolsonaro e pandemia numa mesma época. É desgraça demais.

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Bolsonaro imita Collor, mas pode acabar como Jânio


Entre o impeachment ou a renúncia, Bolsonaro deve optar pela segunda


Ontem, o "você não é presidente mais" Jair Bolsonaro emulou (com duplo sentido) o ex-presidente Collor, que, antes de seu impeachment, convocou o povo a sair às ruas em sua defesa, em oposição a uma passeata da oposição. Deu ruim.

O mesmo fez Bolsonaro ontem. Diante da convocação de um panelaço para as 20h30 contra seu desgoverno, pediu a seus apoiadores que se manifestassem a seu favor às 21h. Foi um fiasco.

Enquanto as manifestações do fora Bolsonaro ensurdeceram o país, meia dúzia de gatos pingados bateu panela por Bolsonaro.


O cerco se fecha contra Jair Bolsonaro. Acostumado a não fazer nada durante seus quase 30 anos como deputado, ele fez a aposta de se candidatar e achar que bastaria ficar entretendo o auditório, como um chacrinha do mal, para tudo dar certo. Era só deixar o governo nas mãos dos militares e de Guedes.

Não é o que está acontecendo. Guedes, seu Posto Ipiranga, revelou-se um incompetente, sem noção das mínimas exigências de um formulador de políticas públicas. É apenas um operador de mercado, que, por sinal, deve explicações sobre movimentações suspeitas, que teriam causado prejuízo bilionário a fundos estatais.

Ontem, Bolsonaro tentou a opção Collor, com o mesmo resultado negativo. Mas, por seus últimos pronunciamentos, parece ter escolhido a opção Jânio: vai radicalizar até renunciar, alegando que não o deixam governar.

É esperar pra ver.

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